No espaço de uma semana houve a entrevista ao Expresso e à TSF, a ida ao Herman na RTP e duas entrevistas na Antena 1. Várias personalidades do núcleo duro socrático também andaram em entrevistas, como é o caso de Amado, Assis e Óscar Gaspar.
Com efeito, Sócrates, como todos os políticos portugueses de resto, não precisa de “depender do favor popular”. Basta-lhe convencer o partido a torná-lo cabeça de lista e fica a um passo de ser primeiro ministro. É este o conceito de democracia representativa em Portugal e a actual lavagem mediática do socratismo é mais um degrau na escadaria do poder.






Lembras-te do anúncio de um famoso detergente: “Omo lava mais branco”? com as necessárias adaptações explica algumas coisas.
E já viste esta:
http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica/detalhe/magistrados_que_destruiram_escutas_a_socrates_foram_a_apresentacao_do_livro.html
A construção de propostas bem estruturadas e lideradas por gente credivel fazia que estes vendilhões de ilusões fossem com as chuvas de inverno como aconteceu ao porco assado do menezes. O problema é que as narrativas andam nas mãos de palhaços que vivem a rodar a volta do umbigo e do OE.