Quando vou a uma manif não pergunto quem vai, pergunto qual a sua causa. Ou então, e logo na primeira semana de liberdade em Abril de 74, não teria ido a nenhuma, todos os Pides à solta por lá andavam.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quando vou a uma manif não pergunto quem vai, pergunto qual a sua causa. Ou então, e logo na primeira semana de liberdade em Abril de 74, não teria ido a nenhuma, todos os Pides à solta por lá andavam.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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Sem pretender pôr em causa a justeza da sua posição, eu não posso deixar de me interrogar se, por exemplo, as causas defendidas estes senhores são mesmo aquelas que se tenta fazer querer que são:
https://obeissancemorte.wordpress.com/2015/01/11/marche-republicaine-uma-provocacao-obscena/
Felizmente, parece que a esmagadora maioria das pessoas que se manifestaram acharam que não e preferiram ir manifestar-se noutro lugar.
https://obeissancemorte.wordpress.com/2015/01/12/embuste/
Que é de uma hipocrisia e oportunismo descomunal lá estarem, inteiramente de acordo. O meu ponto é outro: isso nunca me impediria de participar nesta manifestação, até porque lhes estaria a fazer a vontade.
A comparação é disparatada JJC. No 25 do 4 os pides estavam bem mais escondidos do que os líderes da selfie da casta. 😉
No 1º de Maio vi poucos bufos, vi. Já para não falar em legionários. Uns esconderam-se, outros foram para a rua gritar o seu antifascismo. E alguns aleijaram-se, é claro.
Diz que a casta da selfie não se aleijou…
Realmente este passa os limites, embora seja uma caricatura dele próprio.
o rescaldo da manifestação é o seguinte
Só as tvs e os chefes de estado não perceberam que 2 a 4 milhões de pessoas lhes passaram à frente marimbando-se para a presença deles e sem nem sequer lhes dirigir um simples “bonjour”.
Eu sei, estava lá.