Charlie Hebdo despediu cartoonista em 2009 por gozar com os judeus
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Charlie Hebdo despediu cartoonista em 2009 por gozar com os judeus
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
ver Comentários http://economico.sapo.pt/noticias/charlie-hebdo-despediu-cartonista-por-antisemitismo_209597.html
http://youtu.be/ZiJ83IubCuc
E já agora, nem o Aventar é Charlie. Perguntem lá ao Cardoso porquê.
é o problema de se publicarem notícias não confirmadas.
Trazer isto à baila é como ir para um casamento falar dos antigos namoros dos noivos.
O caso passou-se entre Siné (grande amigo do Charb, do Cabu e do Wolinski) e o então director Philippe Val, cujo, por ser antigo director já não é director há mais de 5 anos.
Philippe Val despediu Siné unilateralmente sem o consentimento da redacção do jornal (como lhe permite a lei fancesa) e contra a opinião da redacção.
Quem morreu não foi Philippe Val, mas Char, Cabu, Wolinski, amigos do Siné cujo só pode fazer uma declaração de pêsames por se encontrar em estado grave no hospital.
Publicando esta notícia, não somente estamos ofendendo Siné como a memória dos seus amigos mortos.
VERIFIQUE SEMPRE AS SUAS FONTES E A ACTUALIDADE DAS SUAS NOTÍCIAS ANTES DE AS PUBLICAR
E a solidariedade não conta???? Convidaram-no a voltar????
Siné criou outro jornal entre tanto.
Mas colaboravam juntos em vários jornais, como o Canard Enchaîné, por exemplo.
Ofendendo o Siné como a memória dos seus amigos mortos ??
Essa é muito boa.
A moralidadezinha no seu pior. Era contra este tipo de moralidade castradora que os dos Charlie Hebdo sempre lutaram.
E morreram, porque alguém também achou que estavam ofendendo alguém.
não me faça de parvo
os que vêm com essa história é que são da tal moralidadezinha.
incomoda-os a liberdade sem limites que era o apanágio do Charlie Hebdo e vêm com estas calúnias para enganar incautos.
Só que eu conheço esta malta desde o tempo em que o Charlie era apenas Mensal, mera separata do Hara Kiri.
A mim não me engana, percebe ?
compreendo que o beatério amante do políticamente correcto ande em polvorosa porque 2 a 4 milhões de franceses vieram para a rua dizer alto e bom som que se marimbam para o beatério e que aceitam ser “ofendidos” em nome da liberdade de expressão.
é uma das razões porque gosto de viver neste país.
A liberdade aqui fala sempre mais alto.
A menos que se goze com os judeus, claro.
aqui em França é mais
a menos que se goze com os muçulmanos
mas são só 20% do eleitorado