Charlie Hebdo despediu cartoonista em 2009 por gozar com os judeus
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Charlie Hebdo despediu cartoonista em 2009 por gozar com os judeus

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
ver Comentários http://economico.sapo.pt/noticias/charlie-hebdo-despediu-cartonista-por-antisemitismo_209597.html
http://youtu.be/ZiJ83IubCuc
E já agora, nem o Aventar é Charlie. Perguntem lá ao Cardoso porquê.
é o problema de se publicarem notícias não confirmadas.
Trazer isto à baila é como ir para um casamento falar dos antigos namoros dos noivos.
O caso passou-se entre Siné (grande amigo do Charb, do Cabu e do Wolinski) e o então director Philippe Val, cujo, por ser antigo director já não é director há mais de 5 anos.
Philippe Val despediu Siné unilateralmente sem o consentimento da redacção do jornal (como lhe permite a lei fancesa) e contra a opinião da redacção.
Quem morreu não foi Philippe Val, mas Char, Cabu, Wolinski, amigos do Siné cujo só pode fazer uma declaração de pêsames por se encontrar em estado grave no hospital.
Publicando esta notícia, não somente estamos ofendendo Siné como a memória dos seus amigos mortos.
VERIFIQUE SEMPRE AS SUAS FONTES E A ACTUALIDADE DAS SUAS NOTÍCIAS ANTES DE AS PUBLICAR
E a solidariedade não conta???? Convidaram-no a voltar????
Siné criou outro jornal entre tanto.
Mas colaboravam juntos em vários jornais, como o Canard Enchaîné, por exemplo.
Ofendendo o Siné como a memória dos seus amigos mortos ??
Essa é muito boa.
A moralidadezinha no seu pior. Era contra este tipo de moralidade castradora que os dos Charlie Hebdo sempre lutaram.
E morreram, porque alguém também achou que estavam ofendendo alguém.
não me faça de parvo
os que vêm com essa história é que são da tal moralidadezinha.
incomoda-os a liberdade sem limites que era o apanágio do Charlie Hebdo e vêm com estas calúnias para enganar incautos.
Só que eu conheço esta malta desde o tempo em que o Charlie era apenas Mensal, mera separata do Hara Kiri.
A mim não me engana, percebe ?
compreendo que o beatério amante do políticamente correcto ande em polvorosa porque 2 a 4 milhões de franceses vieram para a rua dizer alto e bom som que se marimbam para o beatério e que aceitam ser “ofendidos” em nome da liberdade de expressão.
é uma das razões porque gosto de viver neste país.
A liberdade aqui fala sempre mais alto.
A menos que se goze com os judeus, claro.
aqui em França é mais
a menos que se goze com os muçulmanos
mas são só 20% do eleitorado