Eu concordo com o Henrique Raposo. Acho que chamar Ernesto ao filho é um disparate. Se é para dar nome de revolucionário a sério que chame Maximiliano à criança.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Eu concordo com o Henrique Raposo. Acho que chamar Ernesto ao filho é um disparate. Se é para dar nome de revolucionário a sério que chame Maximiliano à criança.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Pois eu não concordo mesmo nada Daniela Major.
Não é normal que um animal qualquer de nome raposo venha tratar mal, nomeadamente meu pai porque ele me baptizou de Ernesto.
Meu pai, bem ao contrário desse miserável e sujo raposo, era uma pessoa digna.
Não pode uma pessoa normal e na posse das suas capacidades cívicas, políticas e sobretudo intelectuais vir a terreiro insultar um pai só porque põe um determinado nome a um filho.
Não pode um ser normal generalizar uma aplicação afirmando que “Um sujeito que dá ao filho o nome de um assassino não merece respeito”, movido por uma qualquer maleita intelectual e do foro psiquiátrico que envolve a política.
O raposo que pesquise bem na sua genealogia, pois por lá encontra, juntos ou separados, Nero, Hitler ou Staline.
Pena mesmo, é que este miserável raposo respire o ar que uma pessoa normal respira.
Este raposo só pode ser louco. E os loucos internam-se.
Ernesto tenha calma. Para já, o post era irónico. E depois o Henrique Raposo é uma causa perdida, só lá vai com escárnio e ironia.
Cara Daniela, é óbvio que embora me tenha referido a si, nada tenho quanto ao que escreveu. Foi apenas na continuidade. Não fiquei absolutamente nada aborrecido com a sua introdução à crónica do animal..
Independentemente de ele ser um caso perdido – acho que ainda é pior que isso – eu penso que há alturas em que estes assuntos deveriam ser tratados de outra forma. Estou longe…
Cumprimentos e brinque sempre.
O mais lamentável é um caso do foro psiquiatríco como este Raposo tenha tribuna para a verborreia no Expresso. E não tenho nada contra a pluralidade de opiniões diferentes da minha, tenho sim contra comentadores sem pensamento político, sem argumentos que destilam um discurso de ódio e ofensa.
Um jornal que se diga de referência tem que manter um certo nível, quando certos cronistas não se distinguem dos “habitués” do insulto que pululam nas caixas de comentários, Houston, temos um problema.
Salvo caro Helder que aquilo que esse sujo raposo põe cá fora, não é nenhuma opinião política.
Não se trata tão pouco de uma visão diferente de uma qualquer questão de fundo.
O sujo raposo simplesmente borrou-se na sua própria diarreia, com uma saída própria de um qualquer alienado nazi.
Quanto ao Expresso olhe … já foi.
Caríssimos o raposão voltou a atacar, agora em Auschwitz, mas como é um cobardolas não foi capaz de dar dois estalos no rapaz da camisola com CCCP. Tenho para mim que o Expresso já não é um jornal de referência, nem o raposo é inocente. Compro o jornal cada vez menos e leio o “bicho” para saber onde está o INIMIGO. Ai se ele pudesse….
Andam histéricos. O Raposo, o Tavares, o Gonçalves. Umas doidas. Ansiando pela catátrofe, babando-se por crises em Portugal, sonhando com salários mais baixos e vínculos mais precários.