O Libé explica:

“Desinibidos pelas ultrajantes saídas de Trump e dos seus colaboradores, a extrema direita desfila de cabeça erguida.”

Do racismo e outros demónios:

Uns bravos pescadores tunisinos travaram o barco dos fachos que anda pelo Mediterrâneo.

“Já seguíamos com preocupação as actividades deste grupo. Quando soubemos que vinham para Zarzis, mobilizámo-nos para evitar que entrassem no porto. Não queremos o barco fascista na Tunísia”, disse ao El País Shamseddin Bourasin, presidente da associação de pescadores local, que conta com cerca de 500 membros. “Há dez ou 15 anos que salvamos migrantes que naufragam. Não queremos que um barco que quer que se afoguem e usa lemas fascistas e contra o islão seja ajudado nos nossos portos”, declarou.”

Para quem não sabe, o referido barquinho foi tomado por uma associação (chamemos-lhe isto para não lhe chamarmos grupelho) “juvenil” chamada Geração Identitária que pretende: ““defender” a Europa de refugiados e migrantes, para evitar “a grande substituição” – um conceito popular entre a extrema-direita nacionalista europeia, que teme que os muçulmanos substituam os cristãos no Velho Continente.” (as aspas são do Público, mas eu concordo com elas).

Esta ideia dos muçulmanos substituírem os cristãos tem alguma piada, especialmente porque segundo as estatísticas o maior perigo para a “Cristandade” europeia não são os muçulmanos (actualmente 2% da população União Europeia) mas sim os ateus e os não crentes. (Fonte) Então, para quando um barco (ou um camião ou uma mini-van ou um carocha) contra os ateus?

 

Helmut Kohl, 1930-2017

Caro Helmut Kohl,

Obrigada,

Uma Cidadã Europeia.

O Cidadão Ilustre

Sempre achei a máxima “nunca voltes ao lugar onde foste feliz” um pouco errónea. Seria muito mais útil para todos os envolvidos dizer “nunca voltes ao lugar onde foste infeliz”. Infelizmente, Daniel Mantovani, o primeiro Nobel da literatura argentino, decide fazer precisamente isso.

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End ENDA

O ENDA, vulgo Encontro Nacional das Direcções Associativas, é um evento trimestral em que várias associações de estudantes do país se juntam com o objectivo de fingirem que o movimento estudantil não está morto e enterrado. Infelizmente está e os estudantes não parecem minimamente preocupados com isso. Quem dera a Marcelo Caetano ter tido esta classe estudantil.

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Uma volta ao mundo em 197 livros – A

1- Afeganistão-Argélia

 

Angola

Bom dia Camaradas, Ondjaki. Caminho.

A história de uma Angola corrompida vista através de os olhos de uma criança feliz.

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Uma Volta ao Mundo em 197 livros

Há uns tempos dei com um artigo sobre uma rapariga paquistanesa de 13 anos que começou um projecto online com o objectivo de ler um autor de cada país do mundo. Isto é mais difícil do que parece dado o número de países que existem e o facto de muitas vezes não termos sequer traduções das línguas originais.

De qualquer maneira pareceu-me uma ideia extraordinária e resolvi por isso roubá-la e aplicá-la aqui no Aventar. Por razões várias, não consigo agora estar a ler todos os livros que irei publicar. Vou ter de me contentar com uma lista e um pequeno resumo.

Comecemos então pelo A:

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