
Cofres cheios…
23/03/2015 by

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Cheios? e os juros?
http://economiainfo.com/edicoes/2015/03/21/cofres-cheios/
César trata-lhe da saúde. Já anunciou que vão aumentar as dividas e esvaziar o pecúlio. Está feita mais uma chamada dos contribuintes á parada.
O teu patrão a gente já sabe que não paga as dívidas.
O seu patrão gosta mais de receber.
Dívidas? Eu não tenho clube partidário, isso é só para o futebol.
Meu caro, os seus amigos aumentaram a dívida em 40% em 4 anos e tornaram-na impagável com a fraca economia que destruíram. Já nem o FMI acredita no pagamento.
Fora isso, não devia estar tão contente por o estado poder retirar o dinheiro que quiser dos cidadãos, não é isso que os faz dizer que têm medo do socialismo?
eis a nova tecnica da direita:a direita encheu os cofres ,o ps esvaziou-os….grande mentira,foi anibal cavaco silva que deitou dinheiro fora,basta lembrar a velha historia da agricultura:dou-te dinheiro para comprares um jipe desde que não faças…agricultura…
É “dinheiro de sangue” que não nos pertence. É propaganda demagógica nojenta, exibida como escalpes desta política inumana. É um comentário mentiroso, absurdo e escabroso. E só de imaginar que depois das eleições isto vai continuar…. dassss.
Duas hipóteses: ou é mentira ou é verdade.
Tanto num caso como noutro, o governo franqueia aos olhos do povo o seu ADN miserável e a sua atitude é despudorada.
1 – Tratando-se de uma mentira, será mais uma pérfida manobra eleitoralista, pouco própria de quem se está a “lixar” para as eleições. Teríamos assim que chegar a uma conclusão de fazer corar o senhor Jacques de La Palice: “O governo está a mentir”. E então acrescentaria eu, para entrar no jogo: «A neve é branca»; «A água molha»; «Gaivotas em terra, carapaus no mar»; «Passos Coelho não tem o lábio de cima»; «O Papa é católico»; entre outras lapalissadas.
2 – A ser verdade, o governo traz para cima do bolo a cereja que lhe faltava, escancarando um salazarismo execrável e fetidamente repugnante. Ser ditador numa ditadura é coisa ruim; ser ditador em democracia é a ruindade absoluta. Contavam-me os meus avós que, em tempos já idos, enquanto o povo mirrava de fome e miséria, gabava-se o despótico santacombadense de ter os cofres bem cheios. Pelos vistos, esses tempos fazem o nosso sapiente governo suspirar de coita de amor e saudade. Não bastasse a fisionomia de Passos ser tão próxima da do dito (penteiam-lhe o cabelo para trás e empastelem-no de brilhantina; vistam-no de fato preto ou cinza escuro, com gravata do mesmo tom; pousem-lhe sobre a cabeça um chapéu da época e vê-lo-emos ressuscitado), consolida-se ainda a essência salazarista do primeiro-ministro na arte de mal governar.
“Tá” bom de ver: a ser falsa ou verdadeira, a declaração não passa de mais uma repulsiva secreção política de um governo incompetente e irresponsável, que se está a “lixar” para os portugueses.
A minha opinião? Não se trata de um cofre cheio de massa, mas de uma Caixa de Maria Pandora Albuquerque que será aberta em breve.