Um verdadeiro Estado proxeneta…


escaloesJá nem é uma questão de esquerda ou direita. O governo anterior era mau, não reformava e aumentava impostos. E que dizer do actual? Bem podem vir Costa, Centeno ou até o inenarrável Galamba com justificações, a triste realidade é que preparam com a cumplicidade dos parceiros que suportam a geringonça, mais um assalto à carteira da classe média e média baixa. Porque os rendimentos mais elevados há muito que se puseram a salvo desta (e das anteriores) trupe. E ainda se admiram que exista economia paralela e fuga ao fisco? Convém relembrar os mais distraídos que o cada vez menor rendimento disponível ainda será taxado sob as mais diversas formas e pretextos…

Comments

  1. db@db.pt says:

    Agora em português.

  2. Comparando esta tabela com a que está agora em vigor:
    Até ao Rendimento colectável + 40 200 até 80 000 € mantêm-se os escalões e as respectivas taxas.
    São aligeirados os rendimentos superiores a 80 000 €.
    Em 2016, há 2 escalões acima dos 80 000 €.
    a) Entre 80 000 e 250 000 € – taxa 50,5%;
    b) Acima de 250 000 € – taxa de 53%.
    Conclusão: quem ganha mais – rendimento colectável acima de 80 000 € – fica a ganhar pois baixa a respectiva taxa de IRS.

    Atenção: Rendimento Colectável é o rendimento que fica depois de se abater a respectiva dedução específica. Não confundam com o Rendimento Bruto.

  3. anónimo says:

    via abrilabril
    Jerónimo de Sousa defendeu um aumento de impostos daqueles «que mais têm e mais podem», como os grandes grupos económicos e financeiros, em beneficio dos que menos têm.

    • Rui Silva says:

      O Jerónimo e Ca até, no fundo, defenderiam imposto de 100 %.
      Ou seja tudo.
      E faz todo o sentido, pois o povão não tem obviamente competência para decidir o que fazer com oseu dinheiro, e desse modo o nosso Big Brother que tudo sabe , ficaria encarregue dessa nobre função , evitando assim que o cidadão se desgrace. Todos saíamos a ganhar…

      Rui SIlva

      • anónimo says:

        A cegueira sempre foi um grande problema da extrema direita. Por isso é que o Champalimau mais a ministra do sangue contaminado, estão a tratar do problema. Como é que se cura um cego que não quer ver?

  4. Hélder P. says:

    Os anos passam e a vossa cantiga é sempre a mesma: “Salvem os ricos, ajudem os milionários”. A lagosta está cara. A escola pública tem sindicalistas a mais e dressage a menos. Já não se pode ir brincar para a Comporta. Até a Cristas já se arroga a defensora da classe média (da quinta da Marinha).

    Não consigo ter pena de quem aufere acima de 80.000€ neste país. Aguentem, aguentem que eu também me aguento e a generalidade do povo também.

  5. anónimo says:

    Morreu mais um.
    O Presidente visitou as vítimas no hospital militar, e elogiou o exército porque, só depois da morte e do colapso dos recrutas, é que mandou fazer exames médicos aos restantes que se safaram.
    Ou seja, elogia a incompetência deste exército que, em meros exercícios de treino, não fez os exames médicos, antes de sujeitar os recrutas às condições extremas de risco de vida.

    É assim que se tratam os jovens cidadãos que oferecem a vida em defesa da Pátria?

  6. Afonso Valverde says:

    Anónimo,

    ÉEs tolhinho,, distorces a realidade.

    • anónimo says:

      Pois é Afonso, quando se morre por nada e para nada, diz-se que é uma morte “gratuita”.

      Agora dizem que vão acabar com os “comandos”.
      Mas não dizem se é, 1 porque não têm razão de ser, ou 2 porque os recrutas estão a morrer por manifesta incompetência do comando.
      Será que acabam com os comandos para não terem que responsabilizar os responsáveis pelas mortes?
      Com este critério, qualquer dia fecham o país, que é para os criminosos ficarem impunes.

      Ao menos que reencaminhem os meios, isto é o dinheiro que é gasto com os comandos, para a defesa do país, contra os incêndios e os incendiários.

      Também dizem nos noticiários, que o exército não participa no combate aos incêndios, porque isso é negócio dos aviadores do exército, o qual é suportado pelos milhões que o estado, os contribuintes, lhes paga.
      Também vão acabar com a aviação?

  7. pedro says:

    Eu quero ter o problema de quem tem mais de 80000 ao ano. Há irritações bem fixes. Vou ficar aqui a assistir.

  8. Rogério Ribeiro says:

    So digo isto….PQP estes fdp. Ando eu a bulir e a sacrificar-me para deixar o meu ganhaa pao para estes cabroes. Ahh e nao sou daqueles que ganham os 80.000 anuais….tambem nao ganho dos 40.000 aos 79.000 mas custa- me muito trabalhar para depois ver o meu ENORME sacrificio ir para estes gajos. Mais vale andar a roubar ou viver do RSI….esses é que sao os grandes inteligentes da sociedade portuguesa.

  9. Acácio Bernardo says:

    Ahahah. Apesar de ter razão, está a bater na esquerda e por isso a audiência aqui não aprova. Enfim… Lá continuamos no nosso percurso a caminho da Venezuela.

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