
Mêmo, mêmo dos bons. Portugal é dos países mais pobres e desiguais da OCDE [RTP, 21 de Maio de 2015].
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Mêmo, mêmo dos bons. Portugal é dos países mais pobres e desiguais da OCDE [RTP, 21 de Maio de 2015].

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Por ser visitante diário do Aventar, faço um apelo contra este post, para a qualidade não volte a descer a este nível:
– conteúdo = 1%.
– desonestidade = 99%.
Mário Draghi fez-nos hoje um favor: descansou os mercados, ao dizer que estamos melhor do seu ponto de vista, em véspera de avaliação de rating da DBRS. O resultado foi a queda dos juros a 10 anos, algo também quando IGCP ainda quer ir aos mercados mais 2x este ano.
Mário Draghi fez também um favor a toda a zona €uro: assegurou que mesmo que a ajuda (Quantitative Easing) acabe na data atualmente definida: Março de 2017 – mesmo assim garantiu que não será repentino, mas sim faseado por mais uns tempos.
E finalmente, a parte desonesta do vosso post é retirarem uma declaração do seu contexto e inventarem a vossa narrativa: Mário Draghi falou de “progressos notáveis”, durante os últimos meses, em 2 áreas nevrálgicas da nossa recuperação económica, 1º os mecanismos que estão já em prática ou a ser preparados para resolver o problema do endividamento privado, 2º a forma como finalmente temos um governo a limpar a saída do resgate à banca, ao queal se chamou de “saída limpa”, mas sabe-se hoje, foi bem sujo… para as nossas carteiras.
Um dos progressos notáveis é que em vez de andarmos a resgatar bancos privados para depois os vender com prejuízo de quase 100% nesse negócio, será agora criado um mecanismo permanente de limpeza do crédito mal-parado dos bancos, que de preferência terá o impacto mais pequeno possível nas contas públicas.
Caro J.Manuel Cordeiro, fico à espera, não da sua defesa porque isso é impossível, mas de um reconhecimento do erro e de uma promessa em evitar descidas a este nível em posts futuros.
Sim, porque isto não é só pedir para votar no Aventar no concurso “Blogs do Ano”, também é preciso manter um conteúdo digno de receber esse voto.
Só falta é a economia europeia deixar a estagnação, o euro passar a ser uma moeda única e o BCE um banco central.
Fora isso, tá tudo bem.
Repare que está a misturar alhos com bogalhos.
A zona €uro é uma idiotice desequilibrada condenada à implosão. Quanto mais cedo se acabar com a moeda única, melhor. A união bancária é só mais uma estupidez. A estagnação não está nas mãos do BCE. E se o BCE é ou não um pleno banco central, não está nas mãos de Draghi decidir.
Nada disso tira razão ao meu comentário, nada disso faz deste post uma coisa admirável.
Não conheço nem o J. Manuel Cordeiro, embora esteja normalmente em sintonia com o teor dos seus ‘posts’ Tão pouco conheço este comentador Jorge. Mas aqui, o seu a seu dono. Dou-lhe inteira razão. Este comentário-crítica é justo e acertado. Que o J. Manuel Cordeiro dê a mão à palmatória. Não o diminui.. Quem nunca se engana e raramente tem dúvidas, e mais honesto que ele não há ninguém, só o homem de Boliqueime, aquele que ‘fala oralmente’. Mas esse é um ser excepcional, como já não se fabrica.
Claro, que se poderá criticar sempre o Draghi por outros motivos, mas…
Obrigado. E subscrevo também a indireta ao rapaz que se enganou na declaração de IMI… durante 15 anos.
Ó gente, ainda não faço sondagens de opinião antes de mandar uma bacorada. Não me levem mais a sério do que eu. Não concordam? Não há problema. Mais vale nos entendermos na discórdia do que andar nos salamaleques.
Não é uma questão de concordar ou não.
Há muitas críticas que podem e devem ser feitas ao processo de ajustamento, à ideologia neo-liberal da troika, ao empobrecimento do país, à estagnação da Europa, à óbvia implosão do €uro (que nasceu torto e sobrevive à custa do sofrimento dos periféricos), etc.
Mas nada disso pode ser feito desta maneira, de forma desonesta, tirando declarações do contexto, misturando assuntos.
Quer atacar Draghi? Ataque a vontade de concentrar a banca Ibérica no Santander e a imposição da resolução do Banif, assim como a discrepância de critérios relativamente ao Deutsche Bank.
Você é livre de fazer o que quiser, e o mundo seria um sítio muito chato se não discordássemos uns dos outros, mas permita que eu tenha a liberdade de deixar de vos visitar se o “lançamento de bacoradas” se tornar um hábito…
“Mas nada disso pode ser feito desta maneira, de forma desonesta, tirando declarações do contexto, misturando assuntos.”
O artigo que motivou o boneco é este: http://www.jornaldenegocios.pt/economia/politica_monetaria/detalhe/draghi_apoia_governo_foram_conseguidos_progressos_notaveis.html
Draghi fala em “progressos notáveis” e, naturalmente, não se refere apenas ao governo de Costa. Para ele e para todo o establishment, a notabilidade está no prosseguimento da ortodoxia das políticas do défice, a tal arbitrária regra dos 3%, e da liberalização do estado. O resultado é, como já o referiram diversas entidades, entre as quais a OCDE, aqui citada, termos um país mais desigual e mais pobre.
Esta é a caricatura de um Draghi, qual Ebenezer Scrooge, que vê progressos notáveis nesta nova ordem das coisas.
Para concluir o raciocínio com elevação, não fosse destoar, afinal, quem acusa é que é 🙂
“Você é livre de fazer o que quiser, e o mundo seria um sítio muito chato se não discordássemos uns dos outros, mas permita que eu tenha a liberdade de deixar de vos visitar se o “lançamento de bacoradas” se tornar um hábito…”
E permita que eu ignore o tique de censor, patente na ameçazinha quanto ao se publica num blog com diversos autores.