Chega, PSD e Iniciativa Liberal entram num bar salazarista

Do Chega nunca esperei grande coisa. Melhor: nunca esperei nada. Parido no PSD mais à direita de sempre, criado e educado na ignorância arrogante e autoritária da extrema-direita, um partido que é uma espécie de sociedade unipessoal de um Groucho Marx oportunista e sem espinha dorsal só poderia resultar nesta anedota populista e demagoga que se repete diariamente, arrastando consigo um pequeno exército de velhos fascistas a tresandar a mofo, depois de quatro décadas e meia no armário do saudosismo, e uns quantos indignados com a situação, demasiadamente revoltados para perceber no que se estão a meter e o tipo de práticas que estão a validar. Porém, independentemente de quem lá vai ao engano, uma coisa é certa: o Chega é um partido da extrema-direita neofascista, com uma agenda de extrema-direita neofascista, uma narrativa de extrema-direita neofascista, um programa de extrema-direita neofascista e uma postura de extrema-direita neofascista. And you know what they say: if it walks like a duck, talks like a duck…

Já do PSD esperava mais. De um partido fundador da democracia, com gente decente e capaz nas suas fileiras, esperava, pelo menos, que fosse capaz de manter o cordão sanitário intacto. E se podemos apontar o dedo a Passos Coelho por ter dado à luz o neofascista de serviço, e por ter ficado ao lado dele quando começou a dar o ar da sua graça racista e odiosa e até o CDS deu à sola, também podemos ter o bom senso de assumir que Passos Coelho não teria noção do monstro que estava a criar. Já Rui Rio, que partilha o palco político com o monstro desde que chegou à liderança do PSD, tinha obrigação de ter um comportamento que se coadunasse com o estatuto e o historial do partido, logo ele que vinha para fazer diferente, rumar ao centro e providenciar banhos de ética aos badalhocos do regime. Não obstante, furou o cordão sanitário à primeira oportunidade, normalizou o Chega nos Açores sem precisar dele par governar, fez o jogo daquele que é agora o seu oponente directo e ainda cedeu à pressão do novo politicamente correcto e validou uma candidata como Suzana Garcia, proporcionando mais uma vitoria à extrema-direita. Admirados? Não fiquem: este é o mesmo Rui Rio que em tempos afirmou não ter a certeza que teria havido fascismo em Portugal.

Chegamos, por fim, à Iniciativa Liberal, que é quem de verdade aqui me traz. Sempre com o extremismo na ponta da língua, e apostados em explorar toda uma panóplia de falsas equivalências que mas não fazem do que contribuir para a normalização dos verdadeiros extremistas, soubemos ontem que o núcleo de Viseu dos liberais aprovou e propôs o nome de Bernardete Santos para a corrida à Assembleia Municipal da capital daquele distrito. E quem é Bernardete Santos, perguntam vocês? Não faço a mínima ideia. Mas conheço-lhes duas postas facebookianas, que são todo um tratado sobre as sensibilidades políticas da senhora. No primeiro, que abre esta posta, podemos ver o elogio à razão do ditador, ainda por cima baseado na habitual mentira de que Salazar era um desgraçadinho que vivia no seu miserável salário, quando era, literalmente, o dono de um país com os cofres cheios à custa da miséria de milhões. Um país à custa do qual viveu toda a sua vida. No segundo, aqui mesmo em baixo, uma partilha da página de extrema-direita União Nacional, onde elogia o resultado de Salazar no programa Grandes Portugueses, com efusivos aplausos emojianos.

Como é evidente, esta senhora tem todo o direito de se fazer passar por liberal e, paralelamente, tecer rasgados elogios a Salazar e ao regime fascista que censurou, torturou e assassinou durante décadas. Da mesma forma, os liberais de Viseu são livres de propor, votar e aprovar a candidatura de Bernardete Santos à Assembleia Municipal de Viseu. Os próprios órgãos nacionais do partido tem toda a legitimidade para aceitar e validar a candidatura da alegada liberal. Não obstante, seria de bom tom que, depois disto, pensassem duas vezes na forma excessivamente liberal como catalogam os seus adversários. Aparentemente, não faltam extremistas no seio da Iniciativa Liberal. Ou então alterem o slogan para algo tipo: por um Portugal mais liberal e um concelho de Viseu mais salazarista.

P.S. Não admira que André Ventura continue a se cabeça-de-cartaz na aula magna da direita. Everything happens for a reason.

Comments

  1. JgMenos says:

    «criado e educado na ignorância arrogante e autoritária da extrema-direita»

    A esquerdalhada, sempre ufana em negar evidências, normalizadora de aberrações de todo o género, sem demonstrar coisa alguma em lado nenhum que funcione livre e eficazmente com os regimes políticos que pariu entre ataques de raiva e fumos de desvario, adora pensar que a direita cultiva uma ignorância arrogante e sonha com regimes autoritários.

    • José Peralta says:

      Ó “menos” !

      Mas que “agastado” estás !

      Eu só não concordo com o João Mendes numa única palavra :

      “Do Chega nunca esperei grande coisa. Melhor: nunca esperei nada. PARIDO no PSD mais à direita de sempre, criado e educado na ignorância arrogante e autoritária da extrema-direita, um partido que é uma espécie de sociedade unipessoal de um Groucho Marx oportunista e sem espinha dorsal só poderia resultar nesta anedota populista e demagoga que se repete diariamente, arrastando consigo um pequeno exército de velhos fascistas a tresandar a mofo”,

      PARIDO ? Não, caro João Mendes ” O “chega” não foi PARIDO “!

      FOI CAGADO, pelo aldrabão-mór coelho em noite de “revolução intestina “, vulgo CAGANEIRA !

      E os velhos fascistas, não cheiram só a mofo ! A “continência urinária” que fazem lá no tal “exército” dá-lhes um “peculiar” perfume !

      Muito do agrado do “general “menos” …também ele a tresandar àquelo “odôr” a m…ofo !

    • Paulo Marques says:

      Sonha? Ó, não, nem todos são tão iluminados como vossa excelência. Apenas vivem bem com eles, a bem do lugar na hierarquia.

  2. JgMenos says:

    «regime fascista que censurou, torturou e assassinou durante décadas»

    Outra boutade de ignorante contumaz que leu uma qualquer história escrita pelos agentes soviéticos que infestaram o país durante décadas e que hoje se dizem democratas à falta de oportunidade de serem o seu natural comuna.
    Em 48 anos terá havido de tudo isso um pouco, mas para estes palhaços não há uma linha de tempo na História, tudo é uma fotografia que compõem como melhor lhes convém à desonestidade intelectual e à exaltação da sua mediocridade.

    • José Peralta says:

      Ó “menos”

      Estás tão zangado ! Não será melhor pôres o “açaime” ? (Apenas como auto-defesa, claro!)…

      Mas…vá lá ! Parece que estás a “melhorar” !

      “Em 48 anos terá havido de tudo um pouco ” ?

      UM POUCO ? Não te menosprezes, pá ! Não, não há uma linha de tempo !

      E 48 anos não é uma “linha de tempo” ! Foi o massacre sistemático, na História de um Povo !

      QUERES APAGÁ-LOS COM UMA BORRACHA COMO SE APAGA “UMA LINHA” ?

      Estás tão enganado…PÁ !

    • Paulo Marques says:

      Quem nunca torturou, matou, ou violou que atire a primeira pedra!

  3. Grunho Menos says:

    “ Em 48 anos terá havido de tudo isso um pouco, mas para estes palhaços não há uma linha de tempo na História, tudo é uma fotografia que compõem como melhor lhes convém à desonestidade intelectual e à exaltação da sua mediocridade.

    Não passas de um verdadeiro grunho, Menos.
    Desvalorizas o Fascismo e o colonialismo quando te dá jeito.
    Enfatizas o Estalinismo quando te dá jeito.
    Como se “uma linha de tempo na História” apagasse o que quer que fosse.
    Não, não és burro. És mesmo grunho, pá!

  4. Filipe Bastos says:

    Poucas coisas me fazem bocejar tanto como o eterno debate sobre o Botas. A exemplo do 25/4, não há pachorra: o tipo morreu há 50 anos. CINQUENTA ANOS.

    Ai que saudades do Botas! Que sério que ele era (e era: mais que esta escumalha pulhítica, de certeza)! Que austero, que patriota! Porra. Um país analfabeto e miserável, a saque por mamões como os Mello ou os Espírito Santo.

    Ai que mau era o Botas! Ai que noite fascista tão longa e escura! E os +40 anos de partidocracia podre? Até quando vão usar essa desculpa? Até quando o bode expiatório?

    Acordem: o Ventura não é facho, é chulo. Não quer o IV Reich; quer poleiro e tacho. A IL não quer o país honradinho e beato de Salazar; quer abrir – ainda mais – as pernas a mamões.

    Esta obsessão por Salazar, em 2021, é como passar a vida a falar da monarquia ou da I República; onde é que essa trampa já vai. Vocês e as Bernardetes merecem-se. Cada lado precisa do outro como fonte de constante e pífia indignação.

    • Paulo Marques says:

      Esqueceu-se que quer o respeitinho, com o conluio do movimento zero, que não se ficaria pelos negros e ciganos, também bateria em quem criticasse o coelhinho.
      E, acobardando-se, quem o rodeia nas direcções não tinha problemas em assumir o que sempre quis.
      Noção.

  5. José Peralta says:

    “Outro” a tentar usar …A BORRAÇHA..

    Mais vai dando uma no cravo, outra na ferradura…

    • Filipe Bastos says:

      Que seca. Cago de alto para o Botas, o Estado Novo e todas as neuroses de esquerdalhos obcecados com um país e um mundo que morreram há largas décadas.

      Não é cravo e ferradura, é a isenção de reconhecer que o Botas foi um tipo sério e um estadista sagaz. Já nem há estadistas, só pulhíticos, fantoches e bandalhos.

      Tal como ninguém é perfeito, é rara a pessoa tão má que não tem ou faz algo menos mau. Até o Trafulha 44: por exemplo, a ideia do Magalhães podia ter sido boa (alas, vindo dele acabou no Cagalhães). Pois o Botas não é excepção.

      Ninguém nega a miséria, a censura, a opressão, a PIDE, tudo de mau dos 40 anos de Botas e Caetano. Mas chega de usá-los como eterna desculpa e bicho papão. Esta partidocracia já leva 45 anos. Este regime podre já não tem desculpa.

      • J. M. Freitas says:

        “foi um tipo sério e um estadista sagaz.”
        Pode ter sido tudo mas sagaz é que não foi. Tudo quanto ele idealizou e queria desabou e desapareceu rapidamente. Não acertou em nada. Nada do que quis fica para o futuro, nem sequer para o curto prazo. Com o pensador falhou completamente.

      • José Peralta says:

        Claro ! “Como ninguém é perfeito”, perdôam.se ao manholas de S.ta Comba, uns pecadilhos sem importância…

        Depois, para ficar “bem visto” pela “esquerdalha neurótica”, CAGA-SE DE ALTO, sobre o “homem sério, o estadista sagaz” e, claro, para ficarmos “todos contentes” CAGA-SE também, nos políticos histéricos de hoje !

        A sua casaca, não tem vergonha nenhuma ! Sempre a virar e a revirar…

        As melhoras da cagada ! Se não toma, rápidamente,um anti-diarreico, ainda se desfaz em merda !

        • Filipe Bastos says:

          Percebo a acrimónia, Peralta: também fico assim quando pressinto em alguém a menor hesitação em condenar inequivocamente pulhas como o 44.

          Mas não perdoei porra nenhuma; v. lê o que quer ler. V. quer indignar-se. A verdade é que o Botas não me diz nada; é de outro tempo, de outro país.

          Era um tipo sério, sagaz, incorruptível. E depois? Hitler também era. Não é um louvor; é uma constatação. O que fizeram de mau excede em muito o que fizeram de bom. E dispenso líderes.

          Estou cá para malhar na canalha pulhítica, Peralta. A de aqui e agora, não a de há 50 ou 500 anos atrás.

          • José Peralta says:

            Filipe Bastos

            “A verdade é que o Botas não me diz nada; é de outro tempo, de outro país”.

            “Era um tipo sério, sagaz, incorruptível. E depois? Hitler também era”.

            Mas quem sou eu, um simples e ignaro cidadão comum, completamente desconhecedor da História do Séc. XX (e XXI…), para contrariar, ou pior, atrever-me a desmentir tão ilustre especialista em caldeiradas !

            Mete as “enguias” todas na panela, põe a cozer e…PRONTO(S)…

            E certamente, para “apurar o môlho e o sabor, o ilustre politólogo, vai fazer o favor de esclarecer-me que o dr. hitler, era “sUcialista” , tal como o seu partido, depois em cacos partido, e condenado à morte em Nuremberga, era “sUcialista, por ser “Nacional sUcialista dos Trabalhadores Alemães !

            Ou que o dr. mussolini, inspirador do dr. hitler, na implantação do fascismo na Alemanha, tal como tinha sido o “piolheiro”, perdão, o pioneiro em Itália “dos “balilas”, que na Alemanha constituíram a “juventude hitleriana”, tal como o emérito e “venériorado”. salazar, “fez” a “mocidade portuguesa” à imagem e semelhança dos italianos, e com os mesmos fins de “catequização”…tal como o dr. franco mandou organizar em Espanha,a “frente de juventudes”, com os mesmos objectivos, que o mesmo é izer que, “de pequenino, se aprende a ser fascista”…

            Cá estaremos então, “para malhar”, cada um à sua maneira !

      • POIS! says:

        Pois não estava á espera…

        Que um acérrimo defensor do fim das prescrições para os crimes de corrupção tenha agora lançado uma prescrição total sobre as “infrações contraordenacionais” durante a “ditadura light” (bastos dixit) do Oliveira de Santa Comba.

        Queriam melhor que uma ditadura de “um homem sério”? E de “um grande estadista”? Ainda por cima com ofertas de férias em África para toda a população masculina se divertir a catrapiscar umas nativas? Este povo é pobrezinho e mal agradecido, é o que é!

        • Filipe Bastos says:

          Pois já respondi ao Peralta, mas agora apenas para si: não se trata de branquear o Botas. Acho bem que o seu regime seja julgado, e quaisquer beneficiários ou torcionários ainda vivos devem ser punidos.

          Mas esse regime acabou há 47 anos. Salazar morreu há 51. E ainda é o bode expiatório deste regime podre.

          Sabe, nestes fóruns constatamos que a maior parte dos intervenientes tem um leitmotiv, uma ideia fixa a que volta sempre, geralmente contra alguma coisa.

          No meu caso, como se vê logo, é a partidocracia, a classe pulhítica, os mamões, etc. No caso de muitos no Aventar é ‘extrema-direita’ e o Estado Novo. Noutros fóruns é o comunismo e os comunas.

          Então, quando alguém não atira pedras com rapidez e em volume suficiente contra esse inimigo, é logo visto como simpatizante do inimigo. Puro tribalismo.

  6. Júlio Rolo Santos says:

    Insistir em falar no chega é dar-lhe a importância que ele não tem mas, se os partidos tradicionais não abrirem a Pestana e continuarem a meter a mão no pote, não sei não.

  7. JgMenos says:

    Logo acode a cretinagem que não pode largar o amparo do Estado Novo por duas principais razões
    – Apagarem toda a História que o procedeu, como se fosse algo que surgisse do nada, como se tivesse inventado as colónias e os portugueses que nelas havia, como se nada fosse devido ao passado: nem fidelidade nem honra. Assim se alheiam da grande traição que promoveram e de que se ufanam para exorcizar a vergonha.
    – Tudo pintam de negro para dar cor à mediocridade esmoler em que mergulharam o país.

    Sem história e sem memória dizem-se libertadores quando são carrascos, dizem-se idealistas quando são poltrões e venais.

    • POIS! says:

      Pois é de tomar em conta!

      A sinceridade desarmante desse Grande JgMenos.

      Quando acha que deve acudir, pois acode!

      Quando acha que não pode largar, pois não larga!

      Quando acha que deve apagar, pois apaga!

      Quando acha que deve pintar, pois pinta!

      Quando acha que deve assumir a sua dimensões carrascais, poltronas e venais, pois assume!

      É deveras impressionante. Um Vulto desta Enormidade deveria fazer parte, obrigatoriamente, do Novo Padrão dos Descobrimentos, que há de substituir o atual.

      Sim, pondo a história no seu devido lugar! JgMenos estará encostado logo abaixo do Infante, ajudando-o a amparar a Espada Sagrada que substituirá o cestinho de pastéis que o Cottinelli lhe atribuiu.

      • JgMenos says:

        Que toda a Grandeza te afronte é inevitável consequência do teu rasteiro ser.

        • POIS! says:

          Pois faltava isso mesmo!

          O lema de vida de V. Exa, agora mesmo dado a conhecer!

    • José Peralta says:

      Ó “menos ” !

      Como eu te dou razão ! A “esquerdalhada” a tentar apagar 500 anos de “História” de um Portugal, negreiro e esclavagista, que deu “novos mundos ao mundo, aquém e além-mar” destruindo e violando populações pacíficas, onde, até então, NÃO HAVIA PORTUGUESES NEM ESPANHÓIS,´(lembras-te “menos” ?- África», Brasil, México…) com a espada numa mão e a cruz na outra, para “pacíficamente”, à espadeirada, difundir a Fé e o Império…

      E, apesar disso, essa “esquerdalha”, esse povão ” iingrato ,inculto e esmoler” ainda tem o descaramento de se “encostar” à mesa do orçamento do “estado novo”, que sempre lhes deu fome, pé descalço, calças com fundilhos no cu, mulheres pobres, humildes, subservientes, e quanto mais parideiras, “melhor”,para povoar um país miserável, e dar-lhe, mais tarde, mão de obra analfabeta, servil e barata,escravizada, obediente,de joelho no chão, e sem quaisquer direitos, aos senhores e às suas “senhorecas” da “classe alta”, possidente e rica (“pessoas de bem” no linguajar desse “patriota” ventura) e à padralhada cúmplice, de sotaina “a cheirar a pecado”,de cujas jovens “governantas”, tinham,por sua vez, filhos, mas…de “pai incógnito”!

      Tudo isto, junto com exponencial mortalidade (infantil e não só – crianças…era “uma coisa” que morria muito…) sem cidadania, mas com sífilis e tuberculose à “fartazana”, sem assistência nem cura…

      Pois é este Povo ingrato e ignorante, vê lá tu, ó “menos”, que quer “apagar” a “luminosa “história” deste País, extinguindo-lhe, com um `^sôpro” cobarde, a pequena, indefesa e débil velinha que a “ilumina” !

      Felizmente que “nós dois” (eu e tu, ó “menos” !), cidadãos de rija têmpera, lutaremos até à Victória (é uma “amiga” minha, que presta uns úteis “serviços sociais”…) contra os direitos que a “populaça vil” vem conseguindo : o direito à greve, à Saúde, à IVG, à Educação, à Justiça justa, aos sindicatos, ao trabalho com salários justos, à habitação condigna, em suma, o direito à CIDADANIA com dignidade ! Mas quem esta “gentalha” de “inúteis, paspalhos, mandriôes”, etc. pensa que é ?

      De vez em quando, estou algum tempo (pouco) sem aqui vir !
      Mas quando “visito de novo o Aventar, e tu não estás, ó menos” sinto a tua falta…

      …e “dá-me cá uma “soidade” !!!!

      • JgMenos says:

        Além de não teres de português mais que um número de série, tens da História a visão do grunho esquerdalho que és, e muito convenientemente, tens a memória curta.
        Na Trofa, que significa ser o limite da terra dos coitadinhos de Maomé, está agora lá o Mendes, e daí até ao Algarve só dá infiéis, que tudo foi varrido à espada em luminosos fossados e outros desmandos de que tu muito te deves envergonhar, grunho!

        • José Peralta says:

          Ó “menos”

          Não sejas tão “antipático”…PORRA !

          Ah ! E o meu n.º de série é O115++++ E o e teu ?

  8. Elvimonte says:

    Do que gosto mais é do bar do Arquipélago de Gulag. Também gosto do restaurante do Holodomor e do grill de Auschwitz. Tudo grandes exemplos democráticos permeados pela aliança entre a Alemanha nazi e a comunista URSS até 1941.

    Democracias por excelência, tão democráticas que partilharam fraternalmente entre si a Polónia – metade para os nazis, metade para os comunistas.

    No lado nazi construiram-se ghettos e grills, como o de Auschwitz, enquanto do lado comunista se cuidava de florestas, como a de Katyn, adubando-a com os restos mortais de cerca de 22 000 militares polacos aí massacrados.

    Nada como os restaurantes e os bares nazis e comunistas, sempre a transbordar de princípios humanistas e democráticos.

    • POIS! says:

      Pois, ou seja…

      Desde que haja trotil V. Exa. está á vontade! Não é esquisito.

    • Paulo Marques says:

      É uma chatice não haver alternativa, já alguém fazia um slogan, talvez com nome de mulher, tipo Catarina… Ou, ou, Cristina.

    • José Peralta says:

      Evimonte

      O seu comentário, é para responder a quê ou a quem ?

      É que o “humor negro e de mau gosto”. está completamente fora do contexto…

      Se é para atacar a Esquerda, pela minha parte, não desconheço nem renego os factos (sim são factos) ! Sei perfeitamente a hecatombe provocada, (que não pela Natureza) ,conheço perfeitamente o “Pacto de não agressão Germano Soviético” traído pelo Hitler com a invasão da URSS, a heroica batalha de Leninegrado, hoje S. Petersburgo (2 milhões de mortos, onde as tropas nazis e o Hitler, começaram a perder a guerra, vencidos pelo Exército Vermelho a cavalo, e pelo mortal Inverno Russo,a que não estavam equipados nem preparados.

      Não estou preso a nenhum “dogma indiscutível” porque não estou sujeito a qualquer disciplina partidária, seja para falar dos crimes do Estaline, dos gulags, das invasões soviéticas do Pacto de Varsóvia” à Polónia, Hungria e Checo-eslováquia !

      Portanto, presumo não ser a mim que quer, ou vai atingir ! Não quero desiludi-lo, mas a minha, é a porta errada ! Portanto, não vá tomar isto como uma resposta…A SI, pela simples razão que, mesmo que quisesse, não me atingiria! !

      É tão sómente ESTRANHEZA, porque, no caso em apreço, me parece completamente extemporâneo o seu comentário que pretende, sem qualquer êxito, ser “jocoso” !

      E o que me intriga, é essa “atracção” antropofágica, de supremo e demencial mau gosto e “humor” pelo “grill de Auschwitz ”

      Se é “p´rá gente se rir”, espero que não tenha “quórum” por aqui…

      Mas posso estar enganado !