Luís «porque não precisamos» Montenegro

Luís Montenegro teve um momento de festejo precoce, indo colar-se ridiculamente à perda da maioria absoluta de uma aliança entre PSD e CDS na Madeira, tentando reclamar para si um golo que Miguel Albuquerque quase falhou.

Acontece, mesmo aos mais experientes: uma pessoa entusiasma-se, o ambiente aquece, a excitação descontrola-se e o clímax surge sem se contar. Que atire a primeira pedra aquele que nunca se descontrolou.

Entre as declarações de Luís Montenegro, no entanto, avulta a frase: «Não iremos fazer alianças com o Chega, porque não precisamos.»

Montenegro é um marxista da facção Groucho e poderia dizer «Estes são os meus princípios. Se não gostar deles… tenho outros.» Não será por uma questão de princípios que Montenegro não se aliará ao Chega – quando precisar, isso acontecerá, mesmo que tenha de recorrer a falsas equivalências. O que esperar do autor da frase «A vida das pessoas não está melhor mas o país está muito melhor.»?

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Vídeo encontrado no canal EnsinoTV

Doutrinação

A estratégia dos grupos de pressão LGBT mais qualquer coisa, é óbvia: doutrinação. À boa maneira da que foi feita por todos os regimes ditatoriais, nomeadamente pelo regime nazi e principalmente (porque durou muito mais tempo) pelo regime soviético.

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Montenegro não acerta uma

Luís Montenegro precisava desesperadamente de uma vitória.

Por isso, decidiu quebrar com décadas de protocolo implícito e ir à Madeira na noite eleitoral, para aparecer ao lado de um vencedor anunciado.

Azar do líder do PSD, escolheu a eleição em que o partido, coligado com o CDS, falhou o objectivo de revalidar a maioria absoluta, abrindo caminho a uma crise que resultou exclusivamente de uma promessa arrogante de Miguel Albuquerque, que garantiu que se demitiria, caso tal cenário se verificasse. [Read more…]