Edição 2013.
A Erecção
11/08/2013 by
de uma estátua é sempre um momento significativo da vida colectiva das cidades e sociedades.
© Henrique Botelho
A Estátua do Cónego Melo
10/08/2013 by
Já está no pedestal.
A inauguração foi (novamente) adiada para depois das eleições autárquicas.
© Jorge Vilela.
“Com Papas e Bolos”
08/08/2013 by
O candidato à Câmara Municipal de Braga Vítor Sousa, imbuído de espírito natalício e democrático, propõe-se agora, como acto de campanha eleitoral, visitar a casa de uma família bracarense para lá, “sem grandes confusões de campanha“, dar a conhecer “as suas ideias, as suas propostas”.
A iniciativa seria notável e admirável caso Vítor Sousa, negando o espírito democrático e de cidadania que agora apregoa, não tivesse censurado e removido comentários e perguntas da sua página de campanha no facebook. Não o fez nem uma nem duas vezes.
Resta saber se mais alguém que não eu – um potencial eleitor que Vítor Sousa não quer como tal – foi bloqueado na sua página “democrática”.
Vitor Sousa Censura Comentários no Facebook
01/08/2013 by
O actual número dois do executivo bracarense, Vitor Sousa, tem por hábito frequente censurar comentários e perguntas que os seus potenciais eleitores lhe colocam na página de facebook, que utiliza de forma entusiasmada para dialogar com os cidadãos.
Dialogar não, que o diálogo pressupõe sempre que há o outro, a outra parte; no caso de Vitor Sousa, a sua página de campanha é um monólogo, um entediante e repetitivo monólogo de Vitor Sousa com Vitor Sousa.
Hoje Vitor Sousa brindou o seu povo com a divulgação de um vídeo – pago com dinheiros públicos e também publicado na páginda de facebook do próprio município! – onde dá conta de “Projetos de Regeneração Urbana, desenvolvidos entre 2009 e 2013“.
Na verdade, 90% dos ditos projectos 2009-2013 estão ilustrados com imagens… virtuais, como pode ser comprovado aqui. Ora, para final de 2013 faltam alguns meses: resta saber, por exemplo, se há ainda tempo para implantar o famigerado parque das Sete Fontes – 20 mil hectares! -, num local que até data recente este mesmo executivo – e Vitor Sousa – tinham viabilizado como zona de construção…
E os 45 hectares do chamado Parque Norte? E a pista ciclável no rio Este, em leito de cheia: aguentará as chuvas de Novembro? E os quase 29 km de ciclovias na cidade: onde estão?
E os 35 hectares do Parque Oeste? Onde? Crível só mesmo a informação de que a Câmara Municipal de Braga já plantou 8.979 árvores e arbustos.
Vitor Sousa faz-me lembrar a EDP e a sua relação imatura com os meios de comunicação franca.
É este o homem que quer governar a dita terceira cidade de Portugal?
Descarrilamento na Galiza
24/07/2013 by
Hoje descarrilou um comboio perto de Santiago de Compostela. Um dia mau.
Europa é Isto
11/07/2013 by
Só na Europa é possível viajar em três países soberanos, por entre três universos linguísticos, em comboios de três companhias ferroviárias, com um único bilhete e sem marcação obrigatória de lugar. A Europa é isto. E se a Europa é isto também, posso suspeitar que Portugal não é Europa mas antes o Norte de África?
Praia Fluvial com Estacionamento Pago?
30/06/2013 by
O impensável acontece nas margens do Cávado, na periferia da propalada “terceira cidade de Portugal”.
Sem factura, que o lucro é para causas nobres, dizem.
A Junta de Freguesia de Tadim Censura Comentários
21/06/2013 by
A página de facebook da Junta de Freguesia de Tadim (Braga) tem problemas em digerir comentários.
Talvez lhes fosse melhor fazer como a EDP e abandonar uma plataforma de comunicação que vive, essencialmente, de… comentários e partilhas…
É só uma ideia.
Confiança em Quem?
17/06/2013 by

Eu confiaria a minha vida e todo o meu património nas mãos da imensa maioria daqueles que foram meus professores.
A uma imensa maioria dos deputados e ministros, eu não emprestaria sequer a minha cafeteira, quanto mais a minha bicicleta.
Os Contribuintes São Bastante Burros
12/06/2013 by
Depois de uma incursão no Serviço de Finanças de Braga e de uma reclamação, eis que chega hoje a obrigatória resposta à mesma. Mas valera que não gastassem papel porque “desculpas” inventam-se, não se escrevem. A minha resposta à resposta fala assim…:
“Sr. Chefe de Divisão Manuel Joaquim Rodrigues,
No que concerne a minha anterior reclamação, em livro amarelo e presencialmente, entendo que o sr. Chefe de Divisão queira, de forma clara, encobrir a incompetência e insensibilidade de alguns dos trabalhadores dessa repartição pública. Aliás, nem esperava outro comportamento.
No entanto, e para memória futura, quero reforçar tudo o que anteriormente disse e escrevi: a funcionária a quem eu e a minha esposa nos dirigimos foi claramente informada de que não havia senhas prioritárias disponíveis.
Essa reclamação – que a funcionária terá interpretado como desprovida de contexto – não aconteceu “porque sim”; antes, aconteceu porque não existiam… senhas prioritárias e elas eram obviamente necessárias. Ou porque outra razão seria feito o reparo?
Mais acresce que nos fazíamos acompanhar de um carrinho de bébé. Daí eu assumir que só um director equivocado na profissão e um funcionário incompetente não consigam associar um carrinho de bébé + falta de senhas prioritárias… à necessidade de alguém prioritário sendo prioritariamente atendido, tal como define a Lei.
Lei essa que essa repartição não cumpriu, nem ao segundo apelo.
Mais acresce que o senhor director, que poderá já não estar lembrado, foi chamado à sala por um outro funcionário, foi prontamente informado da falta de senhas e… recolheu aos seus aposentos, num comportamento cobarde, ineficaz, indesculpável e parolo.
Eu esperava algo mais dos funcionários mas, sobretudo, esperava algo mais do seu director.
Pese embora o amargo que a situação causou, estou certíssimo de que o sr. Director deste serviço de Finanças vai, a todo o custo, pugnar para que outra vergonhosa situação de incumprimento da Lei não ocorra à sua frente, com a sua cumplicidade, (…)”.
E porque na vida todos falhamos, criou-se a palavra “desculpa“. Não aparece uma única vez na resposta das Finanças.
Peço desculpa eu por ter incomodado…
Serviço de Finanças de Braga 2 – e a Lei?
18/05/2013 by
Hoje fui ao Serviço de Finanças de Braga 2!
A meu lado, e a tratar de assuntos próprios, a minha mulher, acompanhada ela pelo nosso segundo filho. Eu chegara uns minutos mais cedo, tirei a minha senha, aguardei a minha vez. A minha mulher chegou de seguida, tirou a senha dela. Alto, não tirou senha nenhuma!
Ao contrário do previsto, esta repartição pública não dispõe de senhas para cidadãos prioritários, os mesmos que se enquadram no artigo 3 da Carta do Utente, e que define que os (…) “acompanhados de crianças de colo têm direito a ser atendidos com prioridade sobre os demais“.
Ora, como adiante confirmaria a minha suspeita, não existindo senhas, o teor do artigo 3 mantem-se válido. Ou seja, o serviço DEVE atender quem se identificar como prioritário. Mas não, não! [Read more…]
Vem aí a edição 2013 do 

“Volta, estás perdoado”.

“Sou uma 








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