Nas eleições da Ordem dos Advogados que se avizinham, concorrem seis candidatos ao lugar de Bastonário.
Um deles, tem todo o meu apoio e confiança.
Chama-se Jerónimo Martins.
Mas, quem é Jerónimo Martins? [Read more…]
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Nas eleições da Ordem dos Advogados que se avizinham, concorrem seis candidatos ao lugar de Bastonário.
Um deles, tem todo o meu apoio e confiança.
Chama-se Jerónimo Martins.
Mas, quem é Jerónimo Martins? [Read more…]
O senhor Bastonárioda Ordem dos senhores doutores médicos ao ver que o senhor ministro queria tocar nas intocáveis despesas do SNS, veio muito depressa a terreiro defender mais um imposto, este numa área que lhe é muito grata.
Assim, defende o senhor Bastonário da Ordem do senhores doutores médicos, que com mais este impostozito, já não seria preciso fazer cortes nos serviços, já que quem come comida de plástico iria pagar o que os senhores doutores médicos não entendem dever poupar.
E até parece que há por aí paises que já implementaram sem sucesso uma medida semelhante e outro que a vai concretizar agora.
Manuel António Pina, que por acaso é um dos maiores portugueses vivos, acusou o Bastonário da Ordem dos Advogados , na sua habitual coluna de opinião do JN, de ter sede de protagonismo, ainda a propósito da «greve» às eleições de 5 de Junho.
Marinho e Pinto, respondendo ao nível a que nos habituou, chamou-lhe cretino (8 vezes), medíocre, megalómano, desonesto, canino (mais as variantes caniche e mastim), ocioso, parolo, frustrado, desesperado, senil, rancoroso, complexado e cobarde. Termina por dizer que ele precisa é de uma boa dose de iodo, recorrendo a um trocadilho especialmente inspirado: «Vá para uma boa praia e… ioda-se!». Calcula-se que o imperativo do verbo ioder.
Com a sua habitual fleuma, Manuel António Pina lá teve de responder à caricata personagem que «tenho um princípio de sobrevivência na estrada que consiste em dar sempre prioridade a um camião destravado (ainda por cima, este vê-se bem que faltou a alguma inspecção). Meto, pois, travões e ele que passe. É certo que, na sua fúria em contramão, o camionista atropelou repetidamente, provocando-lhe traumatismos vários, a pobre gramática da língua portuguesa. Mas gramática e ele que se entendam. Eu não me queixo. Podia ser pior, sei lá se o homem tem tomado a medicação.»
Li algures que Marinho e Pinto desta vez ultrapassou todos os limites. Não, não concordo. O decoro e a educação de Marinho e Pinto não conhecem limites. Digo eu, que sou um cretino…
Mas como a crónica de Marinho Pinto no JN, «Um cretino é um cretino», é absolutamente imperdível, aqui fica na sua totalidade:
«Comecemos por onde estas coisas devem começar: o escriba que diariamente bolça sentenças nesta página e que dá pelo nome de Manuel António Pina é um refinado cretino. Posto isto, assim, que é a forma honesta de pôr este tipo de coisas, nada mais haveria a dizer. Citando um treinador de futebol dado a elucubrações epistemológicas, «um vintém é um vintém e um cretino é um cretino». E… Pronto! Estaria tudo dito. Além disso, só se MAP não fosse tão cretino é que valeria a pena mostrar-lhe por que é que ele é tão cretino.
Não costumo responder a cretinos. Mas, correndo o risco de este, como todos os outros, se tornar ainda mais agressivo, vou abrir uma excepção e descer ao seu terreno para lhe responder com as mesmas armas que ele tem usado contra mim, até porque este é um cretino especial, do tipo intelectual de esquerda. [Read more…]
Segundo informações que nos chegam, Marinho e Pinto, actual Bastonário da Ordem dos Advogados e candidato a novo mandato, lidera a contagem de votos no Porto, Coimbra e Açores com grande vantagem. Resultados até agora.
O Aventar estará atento e actualizará os resultados sempre que possível.
* Contagem de votos a decorrer, resultados provisórios.
Já foi tornado público, aquilo que há algum tempo eu esperava: A. Marinho e Pinto vai recandidatar-se ao lugar de Bastonário da Ordem dos Advogados. Embora a formalização da sua candidatura seja apenas em Junho.
Apoio a sua recandidatura, como apoiara já as suas candidaturas de 2006 e de 2008.
Não é fácil falar daqueles a que estamos ligados por laços de amizade.
Para evitar riscos maiores, direi que apoio a recandidatura do actual Bastonário por razões de convicação num audacioso programa que ainda falta cumprir, e porque a sua recondução no cargo poderá dar alento às transformações que são necessárias fazer quer dentro da Ordem dos Advogados – com especial relevo para o acesso à profissão e seu exercício – quer na sociedade portuguesa.
Seria bom que os principais contestários ao actual Bastonário se apresentassem em candidatura própria, que assumissem a frontalidade do combate de ideias, ao invés de se organizarem por trás de uma candidatura única que visa, exclusivamente, derrubar a actual Direcção.
As próximas eleições serão fundamentais para a escolha de um de dois caminhos: o da mudança ou o do retrocesso.
Relata a TVI24/IOL que Conceição Gomes, directora executiva do Observatório Permanente da Justiça, afirmou hoje que «A Justiça é cega para os problemas sociais. O que me preocupa é que não há aqui uma multiópticas que nos ajude. Não se vislumbra como tratar esta cegueira» e que «Em vários aspectos, é verdade que há uma Justiça para ricos e outra para pobres».
Nada de novo, pois, para quem ouve os constantes alertas do Bastonário da Ordem dos Advogados. Para quem quer ouvir, obviamente…

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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