É possível uma “música” cheirar mal? não tomar banho? não respeitar quem trabalha?
É. Tapem o nariz antes de escutar.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É possível uma “música” cheirar mal? não tomar banho? não respeitar quem trabalha?
É. Tapem o nariz antes de escutar.
Onde é que assino?
Um tipo fica sem palavras. Mesmo. Ver até ao fim para entender e ouvir os comentários dos jornalistas espanhóis:
Agora sim, a selecção tem hino. Grande, brilhante, único e genial sobretudo comparando com todas as tretas cantadas em campeonatos anteriores:
Vai Portugal, avança sem medo
Contra alemães, contra os holandeses
Contra o desemprego, contra tudo o que se diz
Não há crise nenhuma que valha mais que um país
Vai Portugal!
Vai Portugal, acredita em ti mesmo
Finta, chuta, vence a Dinamarca nesta luta
Sonha, dá tudo o que tens
Não fiques à espera de uma ajuda que não vem…
Vai Portugal!
Os Anaquim já fizeram a sua parte. Se jogarmos assim até à final, a Europa é nossa. Só temos de jogar todos.
Esta versão do hino do PSD, ou a rigor, uma elegia a Pedro Miguel Passos de Vasconcelos Coelho*, o ainda não defenestrado.
Acabo de saber pelo telediário do Porto Canal numa reportagem em pleno Congresso do PS, que parece formoso e Seguro, que os militantes do PS andam muito esquecidos do seu hino: “A Internacional”.
Pois é, afinal não é só o queijo que faz mal à memória, o caviar também.
Assim sendo, ó “camarigueiros” – mistura de camarada, amigo e companheiro – aqui vai o vosso hino para mais tarde recordar, de preferência quando estiverem de novo no poder. É que vocês são muito Esquerda antes do poder, mas depois tendem a guinar à Direita.
Acredito que um dia ainda se vai fazer história sobre como se fazem os hinos sociais. Não aqueles que dão colorido a uma qualquer nação, sem dúvida significativos mas que perdem importância perante aquelas canções que, num dado momento, num certo contexto, são sentidas por toda uma comunidade. Não por todos, claro, porque há, em todo o lado, uns palermas que fazem gala em não querer gostar do que os outros gostam.
Voltemos ao hino social. Aquele que é nosso, que fala para nós. Mais: somos nós que estamos ali retratados, um pedaço da nossa vida que ganhou relevância naquele instante. São assim os hinos. Há aqueles que o são por fruto do acaso. Paulo de Carvalho ganhou um lugar na história de Portugal porque interpretou a canção que serviu de senha para a revolução de 1974. Outros resultam do momento e ajudam a transformar-lo, como alguns dos temas dos Beatles, autores de diversos hinos ao longo da agitada década de 60 do século passado. Há uns dois anos houve quem visse em Movimento Perpétuo Associativo (MPA), dos Deolinda, o tema adequado para ilustrar o verdadeiro espírito português. O hino nacional a sério. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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