Sócrates, o hino

É possível uma “música” cheirar mal? não tomar banho? não respeitar quem trabalha?

É. Tapem o nariz antes de escutar.

Um Novo Hino


Onde é que assino?

Que grande momento!

Um tipo fica sem palavras. Mesmo. Ver até ao fim para entender e ouvir os comentários dos jornalistas espanhóis:

 

A selecção já tem um hino: “Vai Portugal”

Agora sim, a selecção tem hino. Grande, brilhante, único e genial sobretudo comparando com todas as tretas cantadas em campeonatos anteriores:

Vai Portugal, avança sem medo
Contra alemães, contra os holandeses
Contra o desemprego, contra tudo o que se diz
Não há crise nenhuma que valha mais que um país
Vai Portugal!
Vai Portugal, acredita em ti mesmo
Finta, chuta, vence a Dinamarca nesta luta
Sonha, dá tudo o que tens
Não fiques à espera de uma ajuda que não vem…
Vai Portugal!

Os Anaquim já fizeram a sua parte. Se jogarmos assim até à final, a Europa é nossa. Só temos de jogar todos.

Acordar – Hino da acção “Zero Desperdício”

Diz que foi apagado do youtube

Esta versão do hino do PSD, ou a rigor, uma elegia a Pedro Miguel Passos de Vasconcelos Coelho*, o ainda não defenestrado.

*uma descoberta antroponímica do Samuel, que vai dar que falar.

Tomai e lembrai

Acabo de saber pelo telediário do Porto Canal numa reportagem em pleno Congresso do PS, que parece formoso e Seguro, que os militantes do PS andam muito esquecidos do seu hino: “A Internacional”.

Pois é, afinal não é só o queijo que faz mal à memória, o caviar também.

Assim sendo, ó “camarigueiros” – mistura de camarada, amigo e companheiro – aqui vai o vosso hino para mais tarde recordar, de preferência quando estiverem de novo no poder. É que  vocês são muito Esquerda antes do poder, mas depois tendem a guinar à Direita.

"Que parva que sou" de Deolinda, ou como nascem os hinos sociais

Acredito que um dia ainda se vai fazer história sobre como se fazem os hinos sociais. Não aqueles que dão colorido a uma qualquer nação, sem dúvida significativos mas que perdem importância perante aquelas canções que, num dado momento, num certo contexto, são sentidas por toda uma comunidade. Não por todos, claro, porque há, em todo o lado, uns palermas que fazem gala em não querer gostar do que os outros gostam.

deolinda_coliseus

Voltemos ao hino social. Aquele que é nosso, que fala para nós. Mais: somos nós que estamos ali retratados, um pedaço da nossa vida que ganhou relevância naquele instante. São assim os hinos. Há aqueles que o são por fruto do acaso. Paulo de Carvalho ganhou um lugar na história de Portugal porque interpretou a canção que serviu de senha para a revolução de 1974. Outros resultam do momento e ajudam a transformar-lo, como alguns dos temas dos Beatles, autores de diversos hinos ao longo da agitada década de 60 do século passado. Há uns dois anos houve quem visse em Movimento Perpétuo Associativo (MPA), dos Deolinda, o tema adequado para ilustrar o verdadeiro espírito português. O hino nacional a sério. [Read more…]