Se o ME diz que é bom, então tem que chegar ao topo! SIMPLES!

Sem que os bons professores atinjam o topo da carreira NÃO HÁ ACORDO COM O M.E.

Peço, car@ leit@r, mais um segundo de atenção:
– crie agora aí, no sítio onde está sentada ou sentado, o mais delicado e apertado sistema de avaliação de professores. Ok… Eu espero… já está.
Agora avalie todos os professores.
Com o seu modelo, criado agora mesmo, 90% dos professores conseguiram provar que são bons.
Acha que todos devem progredir ou só meia dúzia…
A pergunta que se faz: para que serviu a avaliação? Que raio de motivação estamos a gerar?

Comments

  1. Miguel Dias says:

    Mas foda-se, João Paulo. Vocês querem o topo por decreto, para todos? Por mim era já. Desde que recebessem metade do salário.
    Puta que pariu o campismo.

  2. João Paulo says:

    Não é isso Miguel. Eu explico. O sistema de avaliação, avalia… É bom porque é o que o ME está a propor – não o vou discutir. Agora pergunto: se nesse tal sistema eu for avaliado com BOM (repito, SE for avaliado com BOM!) não devo progredir?
    JP

  3. Miguel Dias says:

    ó pá por mim podes progredir à vontade. desde que não seja eu pagar. eu e outros contribuintes que para “progredirem” é só se deus nosso senhor quiser, e se tu e os outros progredores deixarem algum para nós progredirmos.
    E também eu, os meus empregados (quando os tinha) a minha mulher, e a outra que é a dias, inclusive o meu cão precisa de muita “motivação”. Para progredir,e claro está, pagar a tua progressão.

  4. João Paulo says:

    Creio que a discussão por aí não leva a lado nenhum… só um detalhe. Eu trabalho e pago impostos. Como tu, pelos vistos!

  5. Miguel Dias says:

    pois jp, numa coisa estamos de acordo isto não leva a lado nenhum. o teu cai lá todos os meses certinho. o meu é quando faz sol. e no entanto, pago à cabeça, repito à cabeça, os impostos que te pagam os impostos que tens de pagar. não sei se já reparaste, mas o pilim tem de vir de algum lado, e que eu saiba não cresce nos recreios das c+s.

  6. João Paulo says:

    Mas eu também não disse que concordava com o pagamento antecipado de impostos, pois não?
    E segundo: não me fazes favor nenhum, porque repito, eu trabalho… e quem trabalha merece receber… o que estamos aqui a discutir é algo muito diferente: é se quem trabalha bem deve ou não ver reconhecido esse mérito. Só isso. O resto é pré-conceito!

  7. Miguel Dias says:

    JP, nem tu me fazes a mim. Trabalhas bem, pois muito obrigado , toma lá uma palmadinha nas costas, mas não fazes mais que a tua obrigação.Como cidadão e professor.
    Mas só um reparo.: o que o Ministério fez foi abrir o jogo e dizer que a cangalhada toda da outra avaliação, que só atrapalhava o vosso trabalho, resumia-se a uma coisa.: não vos queremos pagar o que vocês querem receber. Coisa que, meu caro , toda a gente percebe por muito que não goste da ministra. Inclusive todos os outros funcionários públicos. Podemos discutir se podem ou não pagar o que vocês querem, mas uma coisa te garanto, a malta que está cá fora acha que vcs até não estão muito mal.

  8. João Paulo says:

    Pronto, agora sim, estando em desacordo, estamos de acordo. Já ninguém colocar nada em causa, muito menos o profissionalismo de ninguém – e olha que essa foi a base do ataque da anterior. Muito bem – a questão é apenas e só saber se vamos ganhar mais ou menos… naturalmente, como quase toda a gente, penso que tenho o direito a ganhar mais se fizer o que me exigem.
    Obviamente, numa sociedade capitalista onde há dinheiro como, historicamente, nunca houve, o que temos que discutir é se 1 milhão e 300 mil euros que eu custo durante toda a minha vida é mais ou menos interessante.. que uma pedra de Alcochete ou do TGV ou…. Essa é que deve ser a discussão! Um abraço e obrigado pela paciência.

  9. Miguel Dias says:

    Então boa noite e numa outra oportunidade continuamos.

  10. Pisca says:

    Sempre que voltamos a discussões deste tipo nos comentários, seja onde for, encontramos o mesmo tipo de fulanos:

    – Eu é que trabalho e anda tudo a comer à conta dos meus impostos

    Ou seja em termos simples, o que o governo do presuntivo engenheiro quer:

    – Ataquem a cambada que não faz nenhum

  11. Ricardo Santos Pinto says:

    eh eh, dois lampioes a estalada. esqueçam rapazes, hoje e dia de festa

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