As cheias e a Régua

Quando um jornalista, julgo que da SIC, perguntou a um grupo de pessoas que estavam na Régua a ver a cheia, o que pensavam, um deles foi rápido: “o rio está no lugar dele”.

Exactamente. Ano sim, ano não, o espaço a que resolveram chamar “Cais da Régua” é, literalmente, engolido pelo Douro. O defeito não é do Rio, que já por lá andava ainda as luminárias que construíram o bar e respectivas lojas adjacentes não tinham nascido. Ano sim, ano não o bar e as lojas ficam com água “até ao pescoço” como as fotos demonstram. Querem que eu tenha pena? Não, não tenho.

Comments

  1. Iscas says:

    Não era melhor terem um bar flutuante? Não sei…

  2. maria monteiro says:

    até que podiam ter…. quando foi da expo98 havia a zona dos bares flutuantes

  3. carla says:

    pois é normalmente é assim so fala quem nao passa por elas… parece tudo muito linear mas nao é. so quem ve consegue sentir a angustia do que é ver “afundado” o esforço o trabalho e dedicaçao a um espaço como este.

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