Quando um jornalista, julgo que da SIC, perguntou a um grupo de pessoas que estavam na Régua a ver a cheia, o que pensavam, um deles foi rápido: “o rio está no lugar dele”.
Exactamente. Ano sim, ano não, o espaço a que resolveram chamar “Cais da Régua” é, literalmente, engolido pelo Douro. O defeito não é do Rio, que já por lá andava ainda as luminárias que construíram o bar e respectivas lojas adjacentes não tinham nascido. Ano sim, ano não o bar e as lojas ficam com água “até ao pescoço” como as fotos demonstram. Querem que eu tenha pena? Não, não tenho.








Não era melhor terem um bar flutuante? Não sei…
até que podiam ter…. quando foi da expo98 havia a zona dos bares flutuantes
pois é normalmente é assim so fala quem nao passa por elas… parece tudo muito linear mas nao é. so quem ve consegue sentir a angustia do que é ver “afundado” o esforço o trabalho e dedicaçao a um espaço como este.