Um país pobre! Os amigos ricos!

Este é o legado da governação socialista, ainda mais visivel que nas governações anteriores. Que pensar disto quando se assistiu à tomada pelo Partido Socialista da estrutura da Administração Pública, das Empresas Públicas, de uma rede alargada de Empresas Privadas, ditas do regime, e ainda, a uma parte importante do Sistema Financeiro?

Antes de mais é preciso que se conclua que o resultado foi péssimo para o país e maravilhoso para muitos boys socialistas. E isto é incontroverso! O aumento de impostos mil vezes negado, o empobrecimento da população, o desemprego por um lado, do outro, os milionários vencimentos dos amigos do primeiro ministro.

O que levou este homem tão mal preparado para exercer o lugar de primeiro ministro a ter a sobranceria de o desejar? Mil vezes negou o que entrava pelos olhos de qualquer observador atento e imparcial, e só perante a evidência e quando as instituições estrangeiras lhe barraram o caminho é que, enfim, se rendeu à realidade.

Como é possível que este político minta todos os dias, como agora em jogos de palavras negue que haja aumentos de impostos ? Como é que este homem não vê que o PEC é uma certidão de óbito para o país e para as nossas empresas, e atinge com estrondo a classe média, a eterna sacrificada, que paga todos os desmandos?

Onde está o Plano, a definição das actividades, os objectivos para o país para os próximos cinco anos? Que país queremos ser? O que vamos produzir? Onde vamos investir para ser melhor que os outros? Como vamos apoiar a inovação ? Como vamos melhorar a nossa produtividade que é metade da Alemanha?

A José Sócrates nada disto interessa.O verdadeiro poder é o discricionário, é o que permite tudo. Os planos, os programas, os objectivos fixados, “formatam” as decisões, encaminham os meios, apontam uma direcção. Não é isso que faz correr Sócrates e os seus amigos milionários!

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