
Durou pouco a página da CM Alijó no facebook…
Nem 60 minutos aguentou aberta a alguns comentários.…
Temos pena.…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Durou pouco a página da CM Alijó no facebook…
Nem 60 minutos aguentou aberta a alguns comentários.…
Temos pena.…
[…] comentário, impedem novos comentários daquela pessoa e, em última instância, apagam a página, como aconteceu com aquela que o Dario abordou no post anterior. Os Vereadores do PSD no concelho de Alijó, por razões que se percebem facilmente, também têm […]
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

A primeira parte foi dos Buzzcocks. Se desacelerarmos o Ever Fallen in Love (With Someone You Shouldn’t’ve, tocado em Cascais, obtemos o The Only One dos Gun. Efectivamente. Mais uma para a colecção.
um estádio com cobertura. Acabe-se com esta palhaçada, de uma forma ou outra e de uma vez por todas. Como sabemos, dinheiro não falta.
«O Benfica é o meu clube do coração, mas apaixonei-me pelo FC Porto»
—João Manuel Pinto
Cruzes. Credo. Canhoto. Que os deuses nos livrem.
Por esse motivo, Cristiano Ronaldo não jogou na *seleção. Despediu-se hoje da seleCção. Em português europeu. Efectivamente, ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
O mesmo Ministério Público que se “esqueceu” dos podres do ministro Luís Neves.
O PGR foi nomeado pelo actual primeiro-ministro.
Mas alguém acredita na separação de poderes?
Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Alijó é “ali-já” e se não sabes “fazer” corta e extingue – derruba e deixa desmoronar- a ignorância é uma infelicidade e a censura é a consciência da incapacidade de construir valores – é mêdo – é inferioridade mental e moral
Esta malta que anda por aqui, militantemente, a lutar contra a construção das barragens, é composta, penso eu, por dois grandes grupos. Um, o mais numeroso, é constituído por gente de boa-fé, amiga da natureza, que tem receio de que estejamos nós, a geração actual, a destruir irremediavelmente este planeta, a comprometer, de forma egoísta, a vida das gerações vindouras (a este grupo se aboletaram também alguns extremistas, daqueles que só matam uma pulga às escondidas, por que acham que tudo que é natural é bom e tudo que é pequenino tem graça…).Outro grupo, bem pequeno, é constituído por gente que anda a tirar proveito desta causa, em si nobre, quer para alcançar notoriedade, quer mesmo para obter privilégios e sinecuras, algumas bem rendosas, nomeadamente em viagens, ou, dito por outras palavras, anda muita gente a defender a “paisagem” como forma de alcançar o “poder”. A qualquer preço.
No caso da barragem do Tua, esta gente está-se nas tintas para que a dita barragem ocupe muito menos de 1% da área protegida do Douro e que o impacto na paisagem será pouco significativo, podendo, até, servir de atracção, como lembrou o Dr. Cadilhe; e que o abandono da obra só trará desvantagens, não sendo desprezível o valor já investido, pelo contrário: já está ali enterrado muito dinheiro e repor a paisagem custaria quase outro tanto.
Uma coisa tenho como certa, se gente desta tivesse poder ao logo dos tempos, nunca o “Douro Vinhateiro” existiria e, muito menos, poderia ser considerado património da humanidade, uma vez que todos aqueles montes foram rasgados pela mão do homem, umas vezes com ajuda de máquinas, outras a tiro e, em muitas outras, à força de braços. Já vivi o tempo suficiente para ouvir gente indignada contra a plantação de vinha no Douro, acusando os promotores de andarem a esventrar a natureza, como esta gente anda agora a fazer, uma parte, penso eu, de forma interesseira.
Concluindo: basta de nos andarem a atirar areia para os olhos!