
Durou pouco a página da CM Alijó no facebook…
Nem 60 minutos aguentou aberta a alguns comentários.…
Temos pena.…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Durou pouco a página da CM Alijó no facebook…
Nem 60 minutos aguentou aberta a alguns comentários.…
Temos pena.…
[…] comentário, impedem novos comentários daquela pessoa e, em última instância, apagam a página, como aconteceu com aquela que o Dario abordou no post anterior. Os Vereadores do PSD no concelho de Alijó, por razões que se percebem facilmente, também têm […]
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Onze inicial do Benfica no jogo de apresentação da época 1982/83, numa vitória por 4-2 frente ao Ferencvaros. Em cima, da esquerda para a direita: Nené, Filipovic, Humberto Coelho, António Bastos Lopes, Shéu e Bento. Em baixo: Veloso, Chalana, Carlos Manuel, Alves e Pietra.

“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
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Alijó é “ali-já” e se não sabes “fazer” corta e extingue – derruba e deixa desmoronar- a ignorância é uma infelicidade e a censura é a consciência da incapacidade de construir valores – é mêdo – é inferioridade mental e moral
Esta malta que anda por aqui, militantemente, a lutar contra a construção das barragens, é composta, penso eu, por dois grandes grupos. Um, o mais numeroso, é constituído por gente de boa-fé, amiga da natureza, que tem receio de que estejamos nós, a geração actual, a destruir irremediavelmente este planeta, a comprometer, de forma egoísta, a vida das gerações vindouras (a este grupo se aboletaram também alguns extremistas, daqueles que só matam uma pulga às escondidas, por que acham que tudo que é natural é bom e tudo que é pequenino tem graça…).Outro grupo, bem pequeno, é constituído por gente que anda a tirar proveito desta causa, em si nobre, quer para alcançar notoriedade, quer mesmo para obter privilégios e sinecuras, algumas bem rendosas, nomeadamente em viagens, ou, dito por outras palavras, anda muita gente a defender a “paisagem” como forma de alcançar o “poder”. A qualquer preço.
No caso da barragem do Tua, esta gente está-se nas tintas para que a dita barragem ocupe muito menos de 1% da área protegida do Douro e que o impacto na paisagem será pouco significativo, podendo, até, servir de atracção, como lembrou o Dr. Cadilhe; e que o abandono da obra só trará desvantagens, não sendo desprezível o valor já investido, pelo contrário: já está ali enterrado muito dinheiro e repor a paisagem custaria quase outro tanto.
Uma coisa tenho como certa, se gente desta tivesse poder ao logo dos tempos, nunca o “Douro Vinhateiro” existiria e, muito menos, poderia ser considerado património da humanidade, uma vez que todos aqueles montes foram rasgados pela mão do homem, umas vezes com ajuda de máquinas, outras a tiro e, em muitas outras, à força de braços. Já vivi o tempo suficiente para ouvir gente indignada contra a plantação de vinha no Douro, acusando os promotores de andarem a esventrar a natureza, como esta gente anda agora a fazer, uma parte, penso eu, de forma interesseira.
Concluindo: basta de nos andarem a atirar areia para os olhos!