Em Alijó, trocam o Património da Humanidade por um monte de betão, mas não gostam de ser acusados disso. Por isso, censuram todos os comentários desagradáveis no Facebook!


No concelho de Alijó, porque o caciquismo caceteiro de alguns autarcas começa a fazer escola, a ordem é calar todas as vozes contrárias à construção da ignóbil Barragem que vai destruir o Douro Património da Humanidade.
No Facebook, a censura está a actuar pela noite fora. Os lacaios de Mexia, Viegas e quejandos estão atentos e, ao mais pequeno comentário contra a Barragem, censuram. Apagam o comentário, impedem novos comentários daquela pessoa e, em última instância, apagam a página, como aconteceu com aquela que o Dario abordou no post anterior.
Os Vereadores do PSD no concelho de Alijó, por razões que se percebem facilmente, também têm andado, pela noite fora, com o lápis azul bem afiado. Tentei comentar algumas vezes, mas os comentários não duraram mais do que meia dúzia de segundos. Desapareceram imediatamente. O mesmo aconteceu na página do Teatro Municipal de Alijó, em que a censura é ainda mais rápida.
O que se passa em Alijó para que, de repente, todos se tenham unido em torno de algo que vai destruir o que de mais belo o concelho tem? Não precisam de responder, todos já percebemos o que está em causa…

Comments

  1. Na semana passada o filósofo que se dedica essencialmente aos problemas do ambiente tem um curriculum extraordinário de trabalho dentro e fora do país, em instâncias nacionais e internacionais revelando em voz tranquila o seu grande saber, deu entevista à TVi24H onde afirmou, ao ser-lhe perguntado o que achava a destruição do Vale do Tua, quque era consequência da total a ignorância cognitiva dos secessivos governantes
    Aqui ficam algumas notas do seu curriculo que copiei, internet antes que seja apagado
    Não sei, assim, se com tal afirmação na semana passada, em que não poderia ter sido mais contundente
    Algumas notas sobre o seu currículo denotando o pareço em vários lugares do mundo, excepto em Portugal
    José Viriato Soromenho Marques nasceu em Setúbal, a 9 de Dezembro de 1957. Licenciado em Filosofia pela Universidade de Lisboa (1979). Grau de mestre em Filosofia Contemporânea pela Universidade Nova de Lisboa, obtido com a defesa de uma tese sobre A caracterização trágica do niilismo em Nietzsche (1985). Doutorado em Filosofia pela Universidade de Lisboa com a defesa de uma tese subordinada ao título Razão e progresso na filosofia de Kant.(1991).
    Foi bolseiro do Deutscher Akademischer Austauschdienst em Bremen (1986) e Berlim (1988). Em 1994 visitou os EUA, no âmbito do International Visitor Program. Regressou a esse país em 1997 no quadro de uma bolsa de pós-doutoramento. É membro de várias sociedades e organizações científicas em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente da Sociedade Portuguesa de Filosofia, da International Society for Ecological Economics, da American Political Science Association, da Associação Portuguesa de Ciência Política. É o correspondente em Portugal da organização alemã de estudos ambientais Ecologic.É actualmente professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa,regendo as cadeiras de Filosofia Social e Política e de História das Ideias na Europa Contemporânea (licenciatura). Coordena, igualmente, o mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente que teve início no ano lectivo de 1995-1996. Tem também colaboração na licenciatura de Estudos Europeus, onde tem leccionado as disciplinas de História das Ideias na Europa Contemporânea e o Ambiente na Europa. Presidiu à Comissão Executiva do Departamento de Filosofia entre Maio de 1999 e Junho de 2002.Desenvolve desde 1978 uma intensa actividade no movimento associativo ligado à defesa do ambiente, tendo sido — de 1992 a 1995 — presidente da mais importante associação ambientalista nacional, a QUERCUS- Associação Nacional de Conservação da Natureza.
    Entre 1985 e 1987 representou a opinião pública no Conselho de imprensa. Foi o coordenador nacional da campanha nacional de divulgação do papel e valor da imprensa: ‘Ler Jornais é Saber Mais’. Colabora, ou colaborou, assiduamente em diversos órgãos da comunicação social escrita e audiovisual, nomeadamente o JL, a RTP-2, a Rádio Renascença, e as secções portuguesa e brasileira da BBC. Dirigiu o semanário do Distrito de Setúbal SemMais Jornal (entre Abril de 1998 e Março de 2003), e o diário Correio de Setúbal (entre Fevereiro de 2002 e Março de 2003). Fundou a Revista electrónica O Sentido da Terra (endereço: http://www.terravista.pt/Nazare/1794/Revista-Index.html). Foi colaborador permanente da revista Ambiente 21. É membro do Conselho Científico da edição portuguesa da Revista National Geographic, da revista Philosophica, da Universidade de Lisboa, da revista O Mundo em Português, da revista O Mundo em Português, da revista Diacrítica, da Universidade do Minho e da revista Agora, da Universidade de Santiago de Compostela. É também membro da Comissão Científica da colecção filosófica Europea Memoria, editada pela casa editora Georg Olms (Hildesheim-Zürich-New York).Entre Setembro de 1992 e Julho de 1996 representou as associações de defesa do ambiente no Conselho Económico e Social, tendo sido o relator de três pareceres: Plano de Desenvolvimento Regional (1993), Livro Verde da U.E. sobre Política Social (1994), e Plano Nacional de Política de Ambiente (1995). Representou, igualmente, as organizações não governamentais da área ambiental na Comissão Nacional da UNESCO. Foi membro, entre 1993 e 1995, do Conselho do Plano Estratégico do município de Lisboa. Fez parte da delegação portuguesa à Cimeira Mundial para o Desenvolvimento Sustentável, em Joanesburgo (2002). Foi nomeado, em 21 de Maio de 1997, pelo Presidente da República, Grande-Oficial da Ordem de Mérito Civil, integrando, igualmente, o respectivo Conselho das Ordens. Foi cooptado em Maio de 1998 para integrar o Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável. Foi eleito Vice-Presidente da rede europeia de conselhos de ambiente (EEAC- European Environmental Advisory Councils) para o biénio 2001-2002, sendo, posteriormente, reeleito para os biénios seguintes (2003-2004 e 2005-2006). No primeiro semestre de 2004, por convite do então Primeiro-Ministro português, integrou uma equipa de trabalho encarregue de elaborar a Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável (ENDS) e o seu respectivo Plano de Implementação (PIENDS). Foi nomeado, em 5 de Março de 2006, pelo Presidente da República, Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique. Durante os anos de 2005 e 2006 colaborou com a Fundação Calouste Gulbenkian no domínio do Ambiente e da Saúde. Em Fevereiro de 2007 assumiu a coordenação científica do Programa Gulbenkian Ambiente. Em Março de 2007 aceitou o convite do Presidente da Comissão Europeia para integrar o High Level Group on Energy and Climate Change, composto por 12 personalidades, encarregues de aconselhar a Comissão na viragem estratégica em matéria de energia sustentável firmada no Conselho Europeu de 8 e 9 de Março 2007.
    Proferiu ou orientou mais de sete centenas de conferências e cursos breves em Portugal e dezanove outros países. Publicou cerca de três centenas de estudos, abordando temas filosóficos, político-estratégicos, e ambientais. De entre os quinze livros publicados merecem destaque: Europa: o risco do futuro (Lisboa, Dom Quixote, 1985); Direitos humanos e revolução (Lisboa, Colibri, 1991); Europa: labirinto ou casa comum (Lisboa, Publicações Europa-América, 1993); Regressar à Terra: Consciência ecológica e política de ambiente (Lisboa, Fim de Século, 1994); História e política no pensamento de Kant (Lisboa, Publicações Europa-América, 1995); A Era da Cidadania. De Maquiavel a Jefferson (Lisboa, Publicações Europa-América, 1996); Ambiente e futuro: O caso português (Matosinhos, C.M. de Matosinhos, 1996); O futuro frágil. Os desafios da crise global do ambiente (Lisboa, Publicações Europa-América, 1998); Razão e Progresso na Filosofia de Kant (Lisboa, Edições Colibri, 1998); Ecologia e Ideologia (em co-autoria, Livros e Leituras, 1999); A Revolução Federal: Filosofia Política e Debate Constitucional na Fundação dos E.U.A (Lisboa, Edições Colibri, 2002). O Federalista, de Hamilton, Madison e Jay, tradução, introdução e notas com a colaboração de João C. S. Duarte (Lisboa, Edições Colibri, 2003); O Desafio da Água no Século XXI. Entre o Conflito e a Cooperação (coordenação científica, Lisboa, Editorial Notícias, 2003). Reflexões sobre a Arte de Vencer, de Frederico II da Prússia («Estudo Introdutório», Lisboa, Edições Sílabo, 2005), Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável. Um projecto para Portugal (em co-autoria, Lisboa, Pandora, 2005), Metamorfoses. Entre o Colapso e o Desenvolvimento Sustentável (Mem Martins, Publicações Europa-América, 2005), Cidadania e Construção Europeia (coordenação, Lisboa, Museu da Presidência da República/Ideias e Rumos, 2005)
    Ambiente Soromenho Marques deu entrevista a canal da TVi24H – dezembro 2011- o que faz pensar que para os problemas do ambiente de Portugal bastaria este homem e o seu saber para desmultiplicar as empresas privadas e públicas para que nada se pudesse apontar quanto à sistemática destruição do ambiente e das paisagens, pra que pudessem perdurar e serem factores de desenvolvimento e beleza do país, mas como afirmou, a total ausêncai de conhecimento dos sucessivos governantes, o país tem, como consequência – a evolução da POBREZA já que tudo vem da paisagem e da terra, e das grandeza dos homens que sobre ela pensam e agem, como sempre foidesde o homo erectus,mas que por razões que a razão desconhece, a governação da terra está entregue ao “crime” doa ignorantes, adjectivo, igualmente usado por Soromaneo Marque-mocor

  2. 14 dezembro 2011-TV124H02:50H-entrevista com Manuel Maria Carrilho em que afirma que o número de dormidas passou de 20 mil para 40 mil na área UNESCO do Douro-pelo que seria de parar já com o Plano Nacional de Barragens no Tua e Sabor e sendo que os durientes como Durão Barroso e Pristas e o promeiro ministro têm mais uma ocasião para decidir e afirmação da posição do Governo quanto à perda da classificaçºao de àrea “delimitada” mais antiga do mundo – há 350 anos – e, assim sendo, o actual secretário de Estado da Cultura que não tendo merecido ser Ministério, nem ministro, parecendo assim, mais uma vez, que ou não se tem a menor noção do que é CULTURA, ou é pela primeira vez no tempo da decracia, rlegada para tal baixeza, tão mesmo humilhante que basta um “jornalista-livreiro” (e livresco). para que de tal riqueza secular e nacional (a cultura), dela tomar conta. O eis ministro afirma também que o Jardim Botânico da fc de Lisboa está ao total abandono, como se ninguém soubesse não apenas da sua importância e valor ecológica e científica, bem como urbanística, e mesmo histórico já que, em apenas 4 ha, abriga mais de 1500 espécies de todas as partes do mundo dos países que foram colónias portuguesas, organizadas taxonomicamente para compreensão de alunos e visitantes, da relação “familiar” entre elas, tendo ainda algumas espécies do Jardim botânico da Ajuda, do Jardim de Palnas de Paris e dos Jardins privados do Duqie de Palmela. O jardim tem ainda obras de arte como escadaria para resolver desníveis, riachos e cascatas, como qualquer jardim histórico, construído como apoio à faculdade de ciências, sendo considerado um importante Arboretum fazendo diálogo com a Feteira da Condessa de Sintra que, igualmente, foi considerado um dos melhores Arboretum da Europa, e tão importantes
    Construído em 1837 pelo Conde de Ficalho e João Andrade Corvo, tendo feito parte da cerca do Noviciado da Companhia de Jesus, da tradição do Horto-botânico – é da maior tristeza que quando mais antiga é qualquer obra dos homens de outrora, de cultura de nível e escala europeia, e dos seus legados, que tal Património, que pode ombrar com património europeu e mesmo mundial, caia nas mãos dos mais ignorantes e incapazer de valorizar o que fez este país grande, pelos seus saberes, sendo tais riquezas ou abandonadas ao tempo e destruição, ou, pior, desprezadas ou postas nas mãos de quem nada alcança, em vez de constantemente serem, admiradas como glórias da corôa e do passado, serem elementos de cultura só de olhar, pois que, sem passado, como se vê, um Povo entra em total degradação -PS-decorre agora na TV124H, coordenado por Constança Cunha e Sá, programa de debate ente 3 elementos de 3 partidos, sendo um deles (o que fla por todos e não se cala) eis primeiro ministro, e ministro da Cultura, que tão responsável foi pelo “pontapé que deu no Jardim Botânico, e na cultura global do país – Que triste é ver, dia a dia e velozmente, desmoronar pedra a pedra, o Edifìcio Cultural do meu país milenar que parece caminhar para um ocaso e em que a conversa diária da comunicação social se debruça cada vez mais agudamente, sobre a falta de “pão” pois que andando tanto para trás, já nem há para o alimento do corpo físico, em vez de caminhar, ao menos, pelo reabilitar do que já tinha sido erguido e, e construíu país e projectou Portugal no mundo. os governantes etstão traindo os seus habitantes e a sua hisória. – mcor

  3. Eu já irei a pagina do fb deixar lá os meus dois tostões, mas acho irónico que aqui no Aventar venham se queixar que lhes apagam comentários. Irónico porque já perdi a conta a quantas vezes foram os meus comentários apagados aqui. Comentários que não continham insultos, era apenas incómodos e irreverentes, por acaso, da única vez que perdi a cabeça e chamei mesmo uns quantos nomes (porque não gosto que publiquem os textos que vos envio como se fossem vossos), esses não apagaram, que era para eu ficar (merecidamente) mal na fotografia.

  4. Ricardo Santos Pinto says:

    Eu nunca apaguei qualquer comentário, seu ou seja de quem for.

    • Não me lembro de apagar comentário algum, nomeadamente os que são deixados nos meus posts;

      Alguns comentários caem na caixa de spam que nem sempre é vista; assim de repente, nem daí me lembro de ter apagado algum.

  5. António says:

    Que raio de tristeza, sempre a velha história. cultura ameaçado por meia dúzia de indivíduos que se dizem democratas e só facadas na nossa cultura. Já é tempo de acordarem… porra…

  6. bla bla bla …
    A verdade é que Alijó pouco evoluiu em trinta anos comparando com muitas outras terras de interior. Não deve ser culpa das pessoas de Castelo de Vide ou de qualquer outro lugar.

  7. Não interessa se são os dos PSD, ou do PS… Ambos se vendem aos mesmos DONOS…

    Só falta algo, para o DOURO ser mais uma maravilha da Humanidade

  8. E quanto a esta coisa de censura, moderação, etc… Deixem lá isso… Apagar um comentário, ou censurar, ou criar regras de comentários é o mesmo que na vida real quando alguém nos diz algo que não nos interessa ouvir, virarmos costa e desatar a andar! Na melhor das hipóteses…
    A outra é levar com um sopapo… 😎
    Ainda outra é tapar as orelhas e começar a gritar “Blá Blá Blá Blá”
    Eles querem censurar… Estão no direito deles…
    Quem não quer censurar… Está no seu direito…

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