El caso Urdangarin.

La monarquía en España, como cualquier otra ideología, es un problema de nacionalismos. Sin monarquía, España no existe y eso, por supuesto, atrae a una gran mayoría que quiere dividir para gobernar. El caso Urdangarin es un excelente ejemplo de chivo expiatorio. No tiene implicaciones directas para el rey que es el jefe de Estado y que representa el país, pero este fue el fusible para quien en la actualidad prepara el asalto a la corona.
Varios cientos de manifestantes, según los medios de comunicación, se indignaron ante el tribunal donde el duque de Palma fué escuchado. Los manifestantes «foran convocados por la Organización de independencia Maulets, los Joves d’Esquerra Unida, Unidad Cívica Por la República (UCxR) y la Asamblea de Estudiantes de La UIB». ¿Es justo, todos los países tienen contristas – en una república son los monárquicos, en monarquía los republicanos. Pero es curioso que muchos de los carteles filmados por la televisión muestran frases que iban más allá de la simple manifestación: los protestantes son más que republicanos, son antimonárquicos. Esto demuestra claramente la incapacidad de estos grupos para el diálogo con la mainstream política y ideológica. Dudo que, para ellos, la propia idea de sistema republicano les sirva.
Y no hay ninguna cuestión si el yerno del rey es culpable o no. Si la esposa o la hija de un presidente de una republica está envuelta en negocios ilegales debería, por eso, terminarse el régimen?
Después de las acampadas, que eran particularmente expresivas y de la moda en España, se creó la ilusión de que a partir de ahora es más fácil para derrocar personas y regímenes. ¿Es coincidencia que esto ocurra en el país que ensayó la devastación de Europa en los años 30 y 40 del siglo pasado?

Creo que no.

Comments

  1. marai celeste ramos says:

    De Espanha nem bom vento nem bom casamento e a primeira vez que atravessei espanha, ainda no fim dos anos sessenta se sentia ainda que 1936 só havia trazido um vento demolidor – para lá – que chegou até cá – como se nunca soubessem tratar deles sem lixar mais alguém – ai que até os rios que nos atravessam e aqui desaguam, mas que lá “nascem” , vêm contaminados – ai que má vizinhança que sempre foram e assim serão pois que nunca se contentam com o que têm – o sr D. Afonso Henriques marcou tão mal as fronteiras e que bem sabia que por muito mau que fosse, melhor seria marcar um risco e apartar-se de tal gente mas que, afinal, até era aqui que suas senhorias vinham ter “alguma paz” – Mas não nos deixam, ainda, e hoje também, vêem em romaria visitar no Monte Estoril, a “casa” onde se refugiaram e que está de pé, na Rua imagine-se, Afonso de Albuquerque, para não esquecermos que sempre lhes demos guarida e que mal agradecidos que sempre foram, pois não sabem nem querem, ser sozinhos marcando sempre “o território” tendo deixado os “bois de Barrancos” para não esquecermos também nem Valença e que são donos e senhores de uma fronteira que nos fecham sempre que querem, não para os demandarmos como seria normal, mas para impedirem que vamos mais longe europa fora, sempre com a sua marca de que, ali, mandam eles, e que se lixem os de cá se precisarmos de enviar couves a outros lugares – Que raio de gente aqui pegados como lapas de urdagarin, mas também que simpáticos que na fronteira têm gasolina mais baratinha para portugueses que não percebo e s~ºao mal amanhados, porque nem vão para lá em definitivo limpar o crude do Prestige que também nos afereceram, porque não sabem ficar, sozinhos, com as suas nódoas e nunca perdem oportunidade de nos conspurcarem – ai Unamuno porque haveis dito que da Ibéria castella é a Quinta e Portugal o Jardim, descanso de reis que não sabem conter o seu povo, mas que para aqui trazem tomates de Almeria de que não precisamos, obrigada – mas cada um nasce com o genoma com que nasce – e o nosso parece de fado e maldição – Não, não não gosto e não quero as vossas “amantes” espanholas que os habitantes de cá tanto apreciaram em tempos de marialvilmo, que ainda muito gostam dos caramelos de Badajoz e dos olivais das Quintas do Machado e dos pata preta para jambón – mas que amor fronteiriço e frontal – passem bem com as vossas porcarias porque não gosto de gente assim

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