NÃO HAVERÁ TOLERÂNCIA DE PONTO NO CARNAVAL, CUSTE O QUE CUSTAR
Ne me quitte pas
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
NÃO HAVERÁ TOLERÂNCIA DE PONTO NO CARNAVAL, CUSTE O QUE CUSTAR
Ne me quitte pas
…pelos assessores presidenciais que tão bons conselhos e sapiência prodigalizam ao Prof. Cavaco Silva.
O Kuwait foi parte de uma República nos saudosos tempos do Senhor Saddam Hussein, mas tal felicidade foi sol de pouca dura, pois o emir regressou. Mesmo assim, pretendendo nomear um Leitão como embaixador português naquela Monarquia muçulmana, o Palácio de Belém tomou um lugar numa máquina do tempo e decretou um posto naquela “antiga parte de República”.
Um simples fait-divers que passou despercebido a PPC e a PP. É a República Portuguesa no seu melhor. Viva…
José Manuel Fernandes está muito indignado porque é direito, aliás dever, de um funcionário público quando lhe é dada uma ordem ilegal exigir que tal seja feito por escrito (não é bem isto que ele cita, mas é isto que diz a lei). E pode cumpri-la sob protesto, ou mesmo recusar-se a fazê-lo, como manda o direito e os bons costumes.
A superioridade do privado em relação à função pública será então, na opinião do ilustre liberal, que um trabalhador (o que ele chamaria um “colaborador”) se lhe for dada uma ordem que infrinja a a lei a cumpra, atento, venerando e porque a tal é obrigado.
Não devo estar a ver bem a coisa, mas se isto não é uma aceitação tácita da criminalidade (que tanto pode ser fiscal como muito pior, imaginem uma empresa de segurança) é pelo menos muito parecido.

(Foto:blog A Devida Comédia)
Malraux dizia que “a Cultura é a soma de todas as formas de arte, amor e pensamento que, ao longo dos séculos, permitiram ao homem ser menos escravizado”.
Fico a pensar no meu país, evidentemente, que já nem Ministério da Cultura tem… -conforme a promessa eleitoral do PSD.
Dei-me ao trabalho de ler o Programa deste que é o XIX Governo Constitucional. A Cultura aparece como o último item, ocupando seis das 129 páginas. Segundo o governo, ela “constitui, hoje, um universo gerador de riqueza, de emprego e de qualidade de vida”. Balelas eleitorais. [Read more…]
Vasco Graça Moura, novo presidente do Centro Cultural de Belém, mandou retirar todos os conversores ortográficos dos computadores do CCB e determinou que fosse utilizada a antiga ortografia. Se Graça Moura, o poeta e escritor, pode ter uma posição pessoal sobre o assunto, é duvidoso que Graça Moura, o funcionário, possa impor essa visão aos trabalhadores subordinados apostados em cumprir a lei.
Este aspecto, assim comentado, ignora no entanto a fundamentação exposta por VGM:
“o Acordo Ortográfico não está nem pode estar em vigor”, já que, diz, na ordem jurídica portuguesa, “a vigência de uma convenção internacional depende, antes de mais, da sua entrada em vigor na ordem jurídica internacional”. Refere-se ao facto de Angola e Moçambique ainda não terem ratificado o AO, de que são subscritores, recusando os efeitos do “segundo protocolo modificativo”, assinado em 2004, que prevê que o AO entre em vigor desde que três países o ratifiquem. O ex-eurodeputado do PSD lembra ainda que o próprio AO exige que, antes da sua entrada em vigor, os Estados signatários assegurem a elaboração de “um vocabulário ortográfico comum da língua portuguesa”, algo que, alega, nunca foi feito. E defende que o acordo “viola os artigos da Constituição que protegem a língua portuguesa, não apenas como factor de identidade nacional mas também enquanto valor cultural em si mesmo”.
Não sei se, à luz do direito, assim é, mas, segundo o mesmo artigo do jornal Público, esta discussão surge “num momento em que crescem, dentro do próprio PSD, as vozes que se opõem ao acordo”.
Ora, aqui é que a porca torce o rabo: [Read more…]
A luz do sol era azul…lembro-me como se fosse hoje a luz azul azulava os claustros as caras e o sentir.
Imaterial pálida e fria.
As grandes janelas filtravam a luz azul que entrava dentro de nós como chuva miudinha. [Read more…]
Com um pretexto cinéfilo, abrimos o Aventar às Orquídeas. Continuamos nas Cattleyas.
A Wikipédia tem informação significativa e de qualidade sobre esta Orquídea.
De forma simplista corresponde a uma das orquídeas mais familiares aos nossos olhos, nomeadamente pela forma e até pelas cores, mas esta flor representa algo que é marcante no universo das orquídeas nos dias que correm – é um híbrido.
A origem da palavra leva-nos a algo menos simpático (latim: contrário às leis da natureza), mas numa lógica mais otimista podemos pensar neste conceito como algo que resulta do cruzamento de duas espécies ou de dois géneros.
Na cattleya hoje apresentada podemos ver um híbrido que resulta do cruzamento de três géneros: Brassavola x Cattleya x Laelia.
Atreva-se! Este fim-de-semana vá conhecer melhor as Orquídeas.
Parece-me não conhecer homem nenhum que não tenha uma fada madrinha. Fada madrinha milagreira, que toma conta de nós nos piores minutos da nossa vida, trata de nós e tem a forma de uma fada, apesar de não encantar porque sim, mas por excelentes motivos.

Libertação Animal, livro do filósofo e professor australiano Peter Singer. O seguimento natural dos filmes apresentados anteriormente nesta rubrica, Earthlings: Terráqueos e Food, inc..
«Libertação Animal» é considerada a Bíblia dos Vegetarianos. Neste livro, a que se seguiram muitos outros, Peter Singer desenvolve o conceito do Especismo, equivalente ao Racismo mas direccionado para as Espécies. Ou seja, a discriminação contra determinados seres por causa da sua espécie é intolerável. Assim, considera, a dieta vegetariana é a única aceitável e a única que não implica sofrimento para os animais.
Para os interessados, aconselho a leitura de dois textos, «Vegeterianismo Ético», publicados no Aventar por Maria Pinto Teixeira.
O livro completo de Peter Singer, Libertação Animal, Edição Portuguesa, pode ser lido aqui.


A equipa do Ministro Paulo Macedo está a desenvolver soluções muito inovadoras. A colaboração entre doentes e profissionais de saúde é um dos pilares essenciais, como a imagem comprova. Há partilha do trabalho, mas não da doença.
O Partido Popular Monárquico promove esta sexta-feira um debate sobre o regime actual através de um confronto de ideias pouco usual com republicanos. A iniciativa «Tenha calma: beba um copo com o regime» tem lugar no bar Frágil, em Lisboa, pelas 22:30, e junta várias personalidades políticas pró e contra a monarquia.
Os protagonistas serão pela república o deputado socialista João Soares, o deputado do PSD Carlos Abreu Amorim, o ex-vereador da Câmara Municipal de Lisboa Tomás Vasques e o candidato do Bloco de Esquerda à Câmara Municipal de Oeiras, Francisco Silva. Pela monarquia estarão presentes o
ex-deputado e membro do Conselho Monárquico da Causa Real Luís Coimbra, a dirigente do PPM Aline Gallasch-Hall, o publicitário João Gomes de Almeida e o bloguer do 31 da armada Miguel Castelo Branco.
A moderação ficará a cargo do jornalista da TVI24 Filipe Caetano.
Texto palmado AQUI

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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