Como sair do ciclo recessivo? Tivémos o engenheiro a despejar dinheiro na Parque Escolar, nas estradas, nos moinhos eléctricos, nas barragens, nas… A lista é considerável. Se o tivessem deixado ainda faria o mesmo num aeroporto e no TGV. Ficámos melhor? Obviamente que não, basta ver que perdemos a independência legislativa! Nem a porcaria de um orçamento de estado agora podemos aprovar sem a bênção de um trio não eleito.
Fala-se muito que se estão a fazer políticas recessivas mas eu gostava é que me dissessem que alternativa há e com que dinheiro se implementaria. Está última parte é particularmente importante.
A partir do momento em que a Europa acabou com as barreiras alfandegárias face às “chinas”, nomeadamente pela possibilidade de se importarem produtos feitos sem as condicionantes salariais, ecológicas e de segurança que os europeus exigem – e bem – às suas empresas, a Europa assinou o seu declínio. Este, associado à negação da sua existência e ainda com uma enorme dose de irresponsabilidade, levou empresas, pessoas, bancos, Estado a gastarem muito para além do que tinham. Mas a factura era real. É real.
Estamos no buraco e dele não sairemos sem uma radical alteração da ordem mundial. E político que prometa algo diferente não passa de vendedor de banha da cobra.

Penia, Poros e Eros










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