14 de fevereiro, dia europeu da disfunção eréctil

Grécia

Conjugar o dia dos namorados

Eu namoro, tu namoras…

Avanços nas ciências médicas, recuos nas políticas de saúde

Mortalidade das Doenças Cardiovasculares

Em Portugal, à semelhança da Europa em geral, as doenças cardiovasculares (Enfartes do Miocárdio e Acidentes Cardiovasculares Cerebrais-AVC’s) constituem a primeira causa de morte – cerca de 40% do total de óbitos é o número estimado pelo Ministério da Saúde. Os factores determinantes para esse tipo de doenças estão relacionados com hábitos de vida, tendências patológicas  e seus efeitos, nomeadamente:

  • Tabagismo;
  • Sedentarismo;
  • Diabetes Mellitus obesidade;
  • Maus hábitos alimentares;
  • Hipercolesterolemia;
  • Hipertensão Arterial;
  • Stress’ excessivo;

Sublinhe-se que o contributo dos ACV’s para os óbitos, com percentagens entre 65 e 68%, supera a incidência dos Enfartes de Miocárdio.

Progresso científico anunciado pela Lancet

O ‘Público’ divulgou o estudo revelado pela conceituada publicação científica Lancet de uma experiência de regeneração de células cardíacas alvo de necrose após episódios de enfarte.

O trabalho de investigação e estudo, realizado por uma equipa do Cesars-Sinai Heart Institute, de Los Angeles, incidiu sobre 17 doentes. Teve como resultado a regeneração de cerca de 50% das células afectadas por lesão cardíaca, lesão até então irreversível – experiências anteriores de regeneração com células da medula óssea tinham sido muito insatisfatórias quanto a resultados.

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A incompetência é a imagem de marca de Elísio Summavielle, o novo Director-Geral do Património


Informa o Público que Elísio Summavielle, Secretário de Estado do último Governo Sócrates, será o novo Director-Geral do Património.
Uma notícia que, «por acaso», o Aventar já deu em primeira mão no dia 5 de Janeiro, ou seja, há cerca de mês e meio.
É por isso que esta nomeação não me espanta. O facto de ser incompetente nunca foi obstáculo para que Elísio Summavielle ocupasse os mais altos cargos na área da Cultura. Foi técnico do IPPC, onde não se lhe conhece trabalho. Partiu então para a Câmara Municipal de Lisboa – Lisboa/1994, naquele que terá sido o primeiro cargo que ocupou graças a ligações políticas.
Chegou então rapidamente a Vice da DGEMN, uma prateleira dourada onde se passeou até ir para o Ministério da Cultura. Aqui, foi Assessor da Ministra Isabel Pires de Lima antes de se tornar Presidente do então IPPAR até 2007. Nesse período, desmantelou o que funcionava no Palácio da Ajuda (com a colaboração de Henrique Parente, recentemente reconduzido por Francisco José Viegas) e conduziu uma política errática que incluíu até a perda de fundos comunitários por inércia. [Read more…]

ah!… o amor, o amor… sempre o amor…

BiTri e Artur Jorge

O que faz esta fotografia de Artur Jorge num blogue portista como o BiTri que arrancou hoje ao meio-dia?

Faz parte do meu primeiro artigo numa casa de dragões. E do Aventar nem fui o primeiro a estrear-me, ainda faltam dois.

OCDE; ROTF

A piada do gráfico da semana está na previsão que o acompanha:

A OCDE aponta, no entanto, para uma viragem pela positiva na atividade económica nos países que compõem a organização, com a zona euro a apresentar sinais de que a deterioração da atividade se está a moderar.

Para memória futura aqui fica esta demonstração da OCDE enquanto vidente do capitalismo no seu pior, a tendência para acreditar em si própria sempre a subir até chegar ao sol. Arqueologia, como o esquecido ROTF, no fundo um LOL que se rebola pelo chão. Mas ainda arranjam uma desculpa em Ormuz para explicar o falhanço, há sempre uma saída airosa para a imbecilidade, incluindo a crónica e irreversível.

E a Culpa é de Pinto da Costa, Claro!

Só faltava mais esta. 
Chicote em punho, Paciência esgotada
A equipa de futebol profissional joga mal, sem garra e sem ânimo.
A equipa de futebol profissional tem desanove elementos novos neste ano.
O Presidente do Clube, não tem força nem manda, conclusão única a tirar depois de no dia anterior ao despedimento do treinador, ter afirmado e reafirmado que não passava pela cabeça de ninguém acabar com o projecto em que estavam empenhados e no dia seguinte ter feito o seu contrário.
A equipa dirigente não se entende e opta por uma chicotada.
O treinador, reconhecidamente bom, teceu críticas há algum tempo, dirigindo-as para dentro do clube.
O treinador ter-se-há encontrado com amigos de sempre, o que é um crime de “lesa magestade”.
Os amigos são portistas e dirigentes do FCP.
E a culpa dos maus resultados, do mau ambiente no balneário, da enormidade de jogadores novos, dos maus jogos efectuados, dos dirigentes não se entenderem e de tudo o mais que de mau acontece ciclicamente ao SCP, é do senhor Pinto da Costa.
Ora batatinhas, senhores dirigentes do Sporting. Esperemos que o senhor Pinto, novo treinador, esteja mais calmo do que sempre o conhecemos, e vos traga muitas alegrias.

O que as pessoas querem

Na Pública de Domingo vem um artigo sobre a necessidade de figuras públicas terem “public relations digitais” – davam como exemplos jogadores de bola e pessoas do género. Não me vou pronunciar sobre a bondade dos PRs digitais, nem sobre de quem deles tem necessidade, mas a seguinte pérola no fim do artigo fez-me sorrir:

“Henry Ford agora não
conseguiria vender um único
Ford T, pois as pessoas agora
querem carros de outras cores
e feitios e não um produto
que lhes é imposto”, conclui
Fernando Batista
[Pública de 2012-02-12]

Lembrei-me logo dos computadores da Apple, que podem ser de qualquer cor, desde que sejam da cor do alumínio! Ou da grande variedade de configurações que temos para os iphones, ipods e ipads…

Hoje o comboio do meio-dia vai apitar 2 vezes 3 vezes

Contra o Acordo Ortográfico: não há uniformização ortográfica

A tese deste texto é a de que o AO90 não produz uniformização ortográfica, e isso, de certo modo, já ficou demonstrado no texto anterior e é reconhecido, aliás, na Nota Explicativa do Acordo Ortográfico, 4.4. (acerca dos casos de dupla grafia). Ora, a verdade é que um dos objectivos do AO90 consistia em criar uma ortografia comum, para que todos os falantes lusófonos pudessem escrever a uma só ortografia.

Em primeiro lugar, é curioso notar que o próprio texto do AO90 contém a demonstração cabal desse falhanço, quando se verifica que são utilizadas duplas grafias como “antropónimos/antropônimos” ou “fónico/fônico”, de modo a respeitar ortografias que continuarão a ser diferentes. Leia-se o seguinte exemplo retirado da Base I:

2.º As letras k, w e y usam-se nos seguintes casos especiais:

a) Em antropónimos/antropônimos [sic] originários de outras línguas e seus derivados: Franklin, frankliniano; Kant, kantismo, Darwin, darwinismo; Wagner, wagneriano; Byron, byroniano; Taylor, taylorista;

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Hoje dá na net: Estado de Sítio

Ficha IMBD. Em castelhano.

Dia dos namorados

– “Príncipe, queres casar comigo?”, pergunta a Princesa.

– “Não!”

E viveram felizes para sempre.

(um abraço ao autor JC)