Fazer política com uma greve geral

Onde é que foram feitas estas duas fotografias? A resposta está a seguir mas procure primeiro formar o seu palpite.

Mãe a dormir com a filha num apartamento sobrelotado
Havana, Cuba
imagem daqui

Mulher desalojada pelo furacão Katrina
Nova Orleães, EUA
imagem daqui

Dois países, dois sistemas políticos antagónicos, a mesma pobreza.

As propostas que a CGTP anuncia como justificativas da próxima greve geral correspondem, no fundo, à apologia de um sistema político em vez de outro. Porque é que devemos achar que isso vai significar melhores condições de vida para os trabalhadores?

Comments

  1. João Paulo says:

    Boas, se me permites o abuso de comentar, diria que estamos na presença de um post com alguma demagogia. Não vi em lado algum a CGTP a sugerir Cuba como modelo social, tal como não me parece que se possa comparar o estado Cubano com o Americano, em função de uma desgraça trágica como o Katrina. Poderíamos comparar o sistema educativo de cada um dos países ou até o de saúde, mas não me parece que isso seja sequer questionável.
    Agora, associar uma GREVE GERAL a política?
    Claro!
    Uma GREVE GERAL é o quê?

    Mas se me permites, questiono:
    – para quem não está de acordo com o rumo que o país está a seguir, o que resta? Esperar por eleições daqui a 3 anos? Resume-se a Democracia a isso?
    – quem está convencido que estas medidas nos vão colocar em situação pior que a actual, faz o quê? Abana com a cabeça?

    E, repara, em ponto algum estou a dizer que a GREVE faz ou não sentido – o que questiono é a argumentação “anti-greve” que parece começar a generalizar-se.
    Se faz ou não faz sentido, isso é uma responsabilidade que a CGTP avalia e depois convoca: quem trabalha, decide: sim ou não? Tão simples como isso.
    Pelo menos em Democracia…

    Abraços,
    JP


  2. Exactamente, exactamente! É uma questão muito pertinente sobre a qual se deveria reflectir!


  3. O meu comentário refere-se ao post do Jorge Fliscorno.


  4. Oh Jorge fliscorno, que demagogia fácil! Portugal está em 41º no indice de desenvolvimento humano. E Cuba, que sofre à decadas um fortissimo embargo internacional, que lugar ocupa? O 51º, apenas a 10 lugares de distância do nosso país! Foram além da troika, mas no outro sentido…
    http://hdrstats.undp.org/en/countries/profiles/PRT.html
    http://hdrstats.undp.org/en/countries/profiles/CUB.html


  5. É uma pena, Isabel G, porque o comentário do João Paulo tem bem mais matéria para reflexão…

  6. Isabel G says:

    Opiniões, caro Mário, opiniões! E eu gosto de deixar as minhas bem claras! 🙂


  7. Que post mais estupido.


  8. Peço desculpa, “à décadas” escreve-se “há décadas”.

  9. João Paulo says:

    Isabel e Jorge, se me permitem: na vossa moderna e vanguardista posição, quem, nas sociedades actuais tem procurado construir melhores condições de vida para as pessoas? Os partidos? A troika? Quem, a não ser os sindicatos, tem a CORAGEM de falar em férias, em ordenados, em apoio na doença, na maternidade… Quem???

    Ou seja, política!
    Uns, puxam para trás! Há quem puxe para a frente.
    Parece-me é que há alguma confusão entre frente e traseiras.

    Este sentimento ANTI-sindical é estranho porque até parece que quem corta ordenados e obriga a trabalhar mais horas, que rouba trabalhadores e leva milhões para os bancos é o Arménio Carlos…

    JP

  10. Nightwish says:

    Correndo o risco de correr no mesmo tipo de generalização exdrúxula do post, eu no tempo que leio o Aventar não vejo o fliscorno a defender coisa nenhuma que não acabe no mesmo, por isso não percebo porque é que acha que está num pedestal tão diferente da “esquerdalha”.

  11. jorge fliscorno says:

    Ora, JP, abusa à vontade que estamos cá é para falar, salvo seja 🙂

    Claro que é um post com alguma, muita até, demagogia. Por isso mesmo é um post e nada mais. Mas o que dizer, por exemplo, disto

    «Pela criação de emprego seguro e com direitos»

    que é um dos objectivos da greve. Como se sabe, não é o estado quem cria emprego, portanto não será isto demagogia?

    Quanto ao que a CGTP sugere ou não, vamos lá ver:

    «Contra as políticas recessivas que provocam mais retrocesso económico e social»
    «Contra as privatizações»
    «Pela renegociação da dívida»
    «Pela adopção de uma nova Política»

    é ou não isto a apologia de um modelo social onde o Estado tem mais peso? A questão que coloco é precisamente se esta política significará melhores condições para os trabalhadores. Significa?

    Estas duas fotos foram escolhidas propositadamente para serem confundíveis. Basta procurar um pouco mais e encontrarei outras situações de grande pobreza nos states. E Cuba é um mau exemplo? Vamos escolher outro? Que tal uma ex-república socialista?

    Claro que uma greve geral é política. Mas, novamente, é política que serve quem trabalha?

    Eu cá não estou de acordo com o rumo que o país está a levar, nem com o deste governo nem com o dos anteriores. Acho que termos a justiça a funcionar deveria ser a maior das prioridades do país. Mais do que qualquer outra. Há alguma greve geral quanto a isso? Acho que os monopólios como a electricidade e a escandaleira do BPN estão a causar mais estragos ao país do que qualquer corte de salários (porque os primeiros conduzem aos segundos). Onde é que está a greve geral por causa disto? É que se é para fazer política, faça-se então política!

    Finalmente, mas que greve geral é esta que é «contra a espoliação em 2012 e 2013, dos subsídios de férias e de natal aos trabalhadores da Administração Pública e do Sector Empresarial do Estado»? Mas são os restantes, como eu, filhos de um deus menor?

  12. jorge fliscorno says:

    JV, como referi no anterior comentário, posso escolher outras avançadas ex-repúblicas socialistas para chegar ao mesmo ponto. Comecemos pela DDR?

  13. jorge fliscorno says:

    «na vossa moderna e vanguardista posição, quem, nas sociedades actuais tem procurado construir melhores condições de vida para as pessoas?»

    Eu acho que os sindicatos têm defendido os direitos dos trabalhadores. E trabalhadores são os que têm trabalho. E os outros? Acho que neste ponto entra a falácia: é que o sindicato é o lobby dos que têm trabalho.

  14. jorge fliscorno says:

    «por isso não percebo porque é que acha que está num pedestal tão diferente da “esquerdalha”.»

    Eu não me coloco em pedestal algum. Colocar-me-á o Nightwish num pedestal? Ora, não mereço 🙂

    Lamento que o incomode eu escrever sobre os meus pontos de vista. Se me deixar aqui umas linhas de orientação prometo escrever também sobre os seus pontos de vista.

  15. patriotaeliberal says:

    jorge,

    cá em casa há um filho de um deus menor com 5 meses de salários em atraso e mais outro à beira do despedimento, quiçá sem indemnização alguma….

  16. patriotaeliberal says:

    Li no seu perfil que “Vê a política como um permanente cartaz de campanha”

    Assim sendo, não vale muito a pena o pessoal elaborar muito.

  17. jorge fliscorno says:

    patriotaeliberal, lamento que esteja a passar por dificuldades.

    Sim, de cada vez que ouço declarações políticas num qualquer telejornal, vejo a política assim, com efeito. Nem importa qual o partido em causa, o objectivo é sempre agradar a esse ditador monstro das sondagens. Defeito meu, naturalmente.

  18. patriotaeliberal says:

    Deixe de ouvir declarações políticas num qualquer telejornal que é deprimente.

    Mas há mais Política para além dessa política.

  19. patriotaeliberal says:

    Mais vale reler e reler os Lusíadas.

    Aqui vai um bocadinho para si, jorge:

    AS armas e os Barões assinalados
    Que da Ocidental praia Lusitana
    Por mares nunca de antes navegados
    Passaram ainda além da Taprobana,
    Em perigos e guerras esforçados
    Mais do que prometia a força humana,
    E entre gente remota edificaram
    Novo Reino, que tanto sublimaram;

    E também as memórias gloriosas
    Daqueles Reis que foram dilatando
    A Fé, o Império, e as terras viciosas
    De África e de Ásia andaram devastando,
    E aqueles que por obras valerosas
    Se vão da lei da Morte libertando,
    Cantando espalharei por toda parte,
    Se a tanto me ajudar o engenho e arte.

    (…)

  20. João Paulo says:

    #11 Vou continuar a abusar.
    Começo com um ponto prévio – não estou a discutir ESTA GREVE em concreto, estou antes a tentar pensar sobre a GREVE enquanto acto político.

    a) «Pela criação de emprego seguro e com direitos»
    – que é um dos objectivos da greve. Como se sabe, não é o estado quem cria emprego, portanto não será isto demagogia?

    Mas, quem é que diz que é o estado a criar empregos? Parece-me uma coisa até do senso comum: Portugal precisa de mais empregos e de mais empregos com direitos. Qual é a dúvida de uma GREVE o exigir?

    b) Quanto ao que a CGTP sugere ou não, vamos lá ver:
    «Contra as políticas recessivas que provocam mais retrocesso económico e social»
    «Contra as privatizações»
    «Pela renegociação da dívida»
    «Pela adopção de uma nova Política»
    é ou não isto a apologia de um modelo social onde o Estado tem mais peso? A questão que coloco é precisamente se esta política significará melhores condições para os trabalhadores. Significa?

    Contra as politicas recessivas é sinónimo de mais estado? Não entendo!
    Contra as privatização é defender uma linha estratégica diferente, sim – mas, não é suposto que uma organização de trabalhadores tenha um pensamento diferente de uma organização de banqueiros, como são o Governo?

    Estou convencido que a política do governo, como prova a realidade, trás mais desemprego! Isso está mais que provado!

    c)Estas duas fotos foram escolhidas propositadamente para serem confundíveis. Basta procurar um pouco mais e encontrarei outras situações de grande pobreza nos states. E Cuba é um mau exemplo? Vamos escolher outro? Que tal uma ex-república socialista?

    Outra vez demagogia – o que pergunto é porque foste buscar Cuba e não Lisboa ou Madrid?

    c) Claro que uma greve geral é política. Mas, novamente, é política que serve quem trabalha?

    Quem a faz acha que sim! Quem não faz acha que não ou tem medo!

    d) Eu cá não estou de acordo com o rumo que o país está a levar, nem com o deste governo nem com o dos anteriores. Acho que termos a justiça a funcionar deveria ser a maior das prioridades do país. Mais do que qualquer outra. Há alguma greve geral quanto a isso?

    Diz.-me tu. O que vais fazer? comer e calar? Quer dizer, não concordas, mas ficas a olhar de braços cruzados e ainda por cima a criticar quem, pelo menos diz não!

    e) Acho que os monopólios como a electricidade e a escandaleira do BPN estão a causar mais estragos ao país do que qualquer corte de salários (porque os primeiros conduzem aos segundos). Onde é que está a greve geral por causa disto? É que se é para fazer política, faça-se então política!

    Mas, a greve fala disso, claro que fala!

    f) Finalmente, mas que greve geral é esta que é «contra a espoliação em 2012 e 2013, dos subsídios de férias e de natal aos trabalhadores da Administração Pública e do Sector Empresarial do Estado»?

    Mas são os restantes, como eu, filhos de um deus menor?

    A GReVE é de TODOS E para TODOS como tu próprio viste nos pontos que aqui colocaste.

    JP

  21. João Paulo says:

    #13 – Mas, quando se defende mais emprego, defende-se quem e o q? Eu continuo a não entender onde queres chegar. Queres fazer uma greve de desempregados?

    Quando eu luto por mais profs na escola, estou a fazer isso por mim? Não. Pelos alunos e pelos meus colegas desempregados, claro.

  22. patriotaeliberal says:

    Dedico-lhe também este poema que é óptimo para a gente se ir deitar aliviado por não ver telejornais. E porque, afinal, ísto é política (heheeee…)

    O colchão dentro do toucado

    Chaves na mão, melena desgrenhada,
    Batendo o pé na casa, a Mãe ordena
    Que o furtado colchão, fofo e de pena,
    A filha o ponha ali ou a criada.

    A filha, moça esbelta e aperaltada
    Lhe diz co´a doce voz que o ar serena:
    “Sumiu-se-lhe um colchão, é forte pena!
    Olhe não fique a casa arruinada …”

    “Tu respondes assim? Tu zombas disto?
    Tu cuidas que, por ter pai embarcado,
    Já a mãe não tem mãos?” E dizendo isto,

    Arremete-lhe á cara e ao penteado.
    Eis senão quando (caso nunca visto)
    Sai-lhe o colchão de dentro do toucado.

    Nicolau Tolentino

  23. jorge fliscorno says:

    Eh pá, JP, ganhaste-me por exaustão.

    Re-comento apenas dois aspectos:

    1) qual é o objectivo em se pedir algo a alguém que não o tem para dar? Refiro-me a esse objectivo da greve exigir mais emprego. Se não é o estado que cria emprego…

    e

    2) para que me hei-de juntar a uma manifestação que eu acho que em nada vai contribuir para resolver os problemas do país? Em contrapartida, enumerei outras às quais me poderia juntar.

  24. patriotaeliberal says:

    Desculpem meter-me na conversa, mas esta dava pano para mangas:

    “Se não é o estado que cria emprego…”

    Vamos pensar……

  25. pretugues says:

    Tenho muita dificuldade em perceber o pessoal reaccionário. Décadas para terem um “25 de Abril”, agora tem o direito a greve e livre associação e a pergunta que fazem é porquê fazer greve ou “não vai resolver nada”. Agora fazia-nos bem era uma ditadura, mas mais descarada, já temos a dos mercados e dos números, mas era bom uma ditadura para este pessoal da esquerda-humanista-caviar-“greves não adianta”, servia para darem valor a tanta coisa que agora desdenham ou não vêm utilidade. Desta vez seria uma revolução a sério, corrida a sangue aonde não haveria espaço para esta gente que quer ficar no meio, uma “Suíça “ a acenar para esquerda, de “compromissos” e pouca de extremismo.
    Esta gente infelizmente é a razão porque ainda existem imagens como as que demagogicamente postou. Aqueles que não vão a greves e criticam quem vai, que acha “normal” mais sacrifícios enquanto “bpns” e “lusopontes” multiplicam, aqueles que se indignam mas só no teclado e em dias ímpares mas com conta e medida porque não são extremistas, são a nova versão de colaboracionistas.
    Continua a pensar que Estado não cria emprego e que greves não resolvem nada, continua a achar que é uma manobra de “comunas” do CGTP e a história repete-se.
    When the Nazis came for the communists,
    I remained silent;
    I was not a communist.
    When they locked up the social democrats,
    I remained silent;
    I was not a social democrat.
    When they came for the trade unionists,
    I did not speak out;
    I was not a trade unionist.
    When they came for the Jews,
    I remained silent;
    I wasn’t a Jew.
    When they came for me,
    there was no one left to speak out.
    Pastor Martin Niemöller

  26. jorge fliscorno says:

    Acho que sim, estes reaccionários deviam era ir todos para o Campo Pequeno e ser despachados.

  27. Abel Barreto says:

    Não sou a favor da greve, mas quem a faz tem todo o direito de se manifestar e mostrar o seu descontentamento com as políticas seguidas.
    Mas a pergunta que faço é: e que efeitos práticos terá essa greve?
    Na noite do dia 22 estará metade do país a comentar para a outra metade as taxas de adesão, o nº de combóios que circularam, etc. E os objectivos a que se propunham os organizadores da greve? Vislumbra-se algum indício de que algum daqueles objectivos poderá vir a ser alcançado, sabendo de antemão que alguns são pura e simplesmente fantasiosos, como é o caso da “criação de emprego seguro”?
    A greve só contribuirá para causar prejuízos ao país e transtorno aos cidadãos e não causará mossa no governo.
    Mas devemos estar de braços caídos? Claro que não. A questão é como deveremos agir para incomodar quem diz que nos governa e aqueles que, não sendo governo, de facto controlam a economia do país. Às vezes penso que isto só se resolverá indo ao fundo de vez e renascendo das cinzas tendo por líders homens que realmente se interessem pela causa comum e não os politios-ladões que temos.


  28. Mas será possível que ninguém se dê conta? Para além do facto citado pelo Ricardo do Gato Fedorento de que “isto vai mal desde 1143”, facto este que não comentarei aqui, parece-me contudo assaz intrigante que, desde a década de 70, este pedaço de terra a que alguns chamam Portugal, tenha sido governado, “democraticamente” e por “vontade do povo”, a um ritmo constante de PS – PSD – PS – PSD – PS – PSD, etc., etc.. Este ziguezagueante e repetitivo padrão de política é o que define a taxa de imbecilidade deste povo. Dizem-se livres, dizem-se democratas, dizem-se cheios de direitos, dizem-se entendidos em política, e não obstante, não só têm uma preocupante ausência de memória, como teimam, mais até do que mula empancada, em cometer uma vez e outra e outra os erros do passado, ao mesmo tempo que elevam o cartaz do velho e egoísta slogan “Doa a quem doer”. Será que alguém lhes aponta uma pistola à cabeça quando vão votar? Francamente, já não há paciência para estas palhaçadas!

    E para quem goste de poesia, talvez esta traga uma nova luz num velho dia:

    Caro povo, se sois tão sábio e tão ciente da vossa democracia,
    porque não mudais o disco e tocais outra melodia?

    Quereis mudar as coisas? Pois fazei-o, mas escolhei outro caminho,
    que os que até agora escolhestes estão podres, viciados,
    e não vos valerão nem os sindicatos!

    Quereis uma vida melhor? Pois construi-a vós mesmo, de raiz,
    em vez de fazerdes remendos em políticas passadas
    que a própria História mil vezes provou serem vis e inadequadas!

    Deixai de viver no passado, não tomeis feitos d’outrora
    como estandartes do presente,
    não vos deixeis encantar com glórias alheias,
    teorias ocas de outra gente!

    Quereis um modesto conselho, caro e ingénuo povo?
    Abandonai o que está gasto, o que já não tem serventia,
    deixai-vos de reformas, d’emaranhados, de teias!
    Acaso haveis visto algures que do velho nasça novo?
    Pois começai do nada e ponde pedra sobre pedra, dia após dia!

  29. jorge fliscorno says:

    Havia aqui um comentário de um tal José Cruz. Apaguei-o e informei-o disso. Que vá ser mal educado para outro lado.


  30. Boa noite Sr. Jorge.
    Peco desde ja desculpa, a si em particular, e todos em geral, se ofendi alguem com o meu comentario. A intencao nao era ofender ninguem, mas tao somente ser sarcastico, na forma como expuz a ideia…
    Mal educados e ate “ordinarios” foram alguns comentarios a um post do “palavrossavrvs”, intitulado “Sinto-me Tenso com a CGTP e com a EDP”…, em defesa de uma ideia, mas bastante rudes.
    Com o meu comentario eu nao quis ofender ninguem deliberadamente…
    Mais uma vez peco desculpa a todos…

  31. jorge fliscorno says:

    Esses comentários no palavrossavrvs não foram meus e cada autor trata dos seus comentários.

    Aceito perfeitamente que discordem do que digo, até não me incomoda “ligeireza” no comentário mas há uma linha, subjectiva, a partir da qual é mau gosto.
    Assunto encerrado, não se fala mais nisso.

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.