É que eu não votei neles!
Sugiro que os eleitores dessa gente paguem a minha parte.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
É que eu não votei neles!
Sugiro que os eleitores dessa gente paguem a minha parte.
A melhor Escola possível deve ser uma comunidade dotada de autonomia, um espaço suficientemente pequeno para que os alunos se sintam protegidos e suficientemente grande para que se sintam desafiados. Deve ser um espaço em que os alunos possam participar em várias actividades e clubes, em que possam contactar com várias artes, em que não sejam confrontados com invenções curriculares e legislativas constantes. [Read more…]
Onde é que foram feitas estas duas fotografias? A resposta está a seguir mas procure primeiro formar o seu palpite.
Era como o meu velho pai me chamava. Quando me portava mal, quando ficava a jogar futebol na Inatel até altas horas. Quando bebia a água que deveria servir para me lavar as mãos.
Era um Nuninho próprio de quem ralhava, mas com carinho. Tenho saudades de ser o Nuninho do meu pai. Nunca antes nem depois disso alguém me chamou assim.
Tenho saudades do meu velho pai, agora que sei que em breve ele nao saberá quem é o Nuninho nem sequer o Ricardo.
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Na próxima Quinta-feira não sei se poderei ir trabalhar. O Metro do Porto falhou-me na última Brincadeira Geral com o Fogo e eu dependo inteiramente dele-Metro para complementar as minhas deslocações a pé diárias, para lá e para cá: 10km são duas horas. [Read more…]
A gestão das escolas continua em cima da mesa porque o Governo se prepara para alterar (ou não!) a Legislação que a regula. No Clube de Matemática, Matias Alves declara algo que subscrevo integralmente:
“o movimento de agregação de escolas é uma má decisão política – é um erro crasso – que vai trazer graves problemas à organização do ensino e às aprendizagens dos alunos”
E o erro fundamental está na dimensão que se está a dar aos MEGA-Agrupamentos de Escola. Correcção: não são mega, são Giga, ou antes TERA – Agrupamentos. Ironicamente a palavra TERA, aqui usada como prefixo, significa monstro!
Para os menos atentos, lembro que o Ministério da Educação, antes alojado na 5 de Outubro, algures ali pela capital, tinha regionalmente, direcções agora num processo de extinção.
Ora, o que pretende fazer o Governo? [Read more…]
Subida de preço dos combustíveis pode intensificar-se, palavras sábias do visionário Passos Coelho. Quem mais teria capacidade intelectual de antecipar tal evolução. Passos, com a sua devoção ao Estado mínimo e inerte, excepto para o amigo Borges e outros que tais, argumenta: “É uma matéria que não depende da Intervenção do Governo”. E a flexibilização (redução) do ISP – Imposto sobre os Produtos Petrolíferos depende de quem? Do objectivo do défice, claro. O que, a cada dia, se consolida como utópica miragem, por insuficiência das receitas fiscais.
O decano dos autarcas portugueses foi parar a presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. É a pré-reforma, espera-se. Vai daí saiu-se com esta:
Jaime Soares referiu que o INEM vai ser uma “nova etapa” nas discussões da Liga e adiantou que as cerca de 280 ambulâncias que estão nas corporações “custam menos que as 60 que são geridas directamente pelo INEM”, adiantando que as tripulações “têm os mesmos conhecimentos e a mesma formação”.
Ora nada acontece por acaso e tudo tem uma razão de ser. Em 2004 já o comandante dos Bombeiros de Vila Nova de Poiares, tinha tido um percalço com o INEM:
Segundo um relatório ontem divulgado pelo INEM, Jaime Soares impediu a equipa “de aceder ao local, assim como conhecer o número real de vítimas”. O acidente de viação, registado na madrugada de sábado na estrada da Beira, Vila Nova de Poiares, causou um morto e cinco feridos. [Read more…]
Hoje pensamos, com redobrada atenção, nos pais do mundo inteiro. Mas, sobretudo,
naqueles que estão velhos e (muito) sós,
nos que morreram sem a despedida merecida, sem os filhos por perto e sem o aperto das mãos;
também naqueles que sobreviveram aos filhos e choram por eles todos os dias sem compreender – «Porquê?»;
nos que lutam pelo «pão nosso de cada dia»;
nos que já nem isso podem pôr na mesa e passam o dia deambulando de um lado para o outro, sobrecarregados sob o jugo do maldito desemprego;
nos que se viram obrigados a deixar mulher (mães coragem) e filhos para emigrar e não podem ver os pequenos crescer e, por isso, sofrem silenciosamente de outra doença, a saudade.
Ficamos felizes por todos os pais que sabem e querem aprender com os filhos, que os amam e por eles são loucos. Que os adoram a seu jeito, à sua maneira, talvez um pouco como os próprios pais o foram…
E, finalmente, a todos os que se esforçam por conseguir fazer o seu melhor, um abraço.
Um especial para o meu pai!
Cavaco Silva, o primeiro fruticultor do país, aduba rosalgarino os regos, viridente na proa do horto. As agências de rating reviram e corrigiram os seus indicadores avaliativos e agora são mais fiáveis. E ele, agrológo economista, embaralhado, sem água solvente da próxima bancarrota do país, percuciente amanda a papaia das agências de rating.
Ide provar, o Táxi Pluvioso confeccionou mais um Pratinho de Couratos, cozinha de pós-fusão.
adão cruz
Quando eu era criança, diziam-me os meus pais que eu tinha de fazer tudo para ser gente. Ser gente? Mas o que é ser gente? [Read more…]
Com uma intenção destas, deve ser por coisa séria. Por isso, fui à fonte ler sobre os motivos das próxima greve geral. São:


Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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