A frase do dia

Portugal está a meio da ponte? Ou ainda não chegámos lá? Estamos a aproximar-nos do meio da ponte.

Vítor Gaspar, engenheiro, perdão, ministro das finanças.

Sim, também já vi esta ideia publicada hoje duas ou três vezes, mas o plágio atrai-me, qual abismo. Que diabo, tinha de ter alguma coisa em comum com o governo. Abyssus abyssum ínvocat.

Esta acertou no alvo, atravessou o governo e ficou espetada na banca

12.000.000.000,00 €

Este é o valor que o governo não quer transferir para as autarquias para que paguem as suas dívidas, o que fará com que micro/pequenas/médias empresas com viabilidade e facturação continuem a falir e despedir.
Este é o valor que o governo quer dar à banca privada e aos seus accionistas para que mantenham os seus rácios. Não se traduzirá directamente na criação de um único posto de trabalho e/ou dinamizará a economia.

Não há dinheiro… só para alguns.

Tiago Mota Saraiva

Carta Aberta ao Fóssil Arménio

Meu caro Arménio Fóssil Carlos, o meu caro não pense que este que lhe escreve está incondicionalmente do lado das políticas de direita deste Governo como muito menos esteve aquando do desgoverno UltraDireita patrulheiro-trauliteiro socialista. Não. O que nos separa é o facto de eu pensar pela minha cabeça e o camarada Fóssil pela do Comité Central Ortodoxo milenarista. Mas, nesta carta aberta, a minha mensagem é muito simples e resume-se nisto: ainda está a tempo de desconvocar a peregrina Paralisia PseudoGeral de Quinta-feira. [Read more…]

O País da Paz

Interessante e arejado o texto de José Vítor Malheiros, hoje no Público. Descortinou um segredo, um sonho, uma ideia política que há tempos circulava na sua cabeça. Escreveu ele que Portugal se devia dedicar à Paz.

Também eu quero que o nosso país continue a ser um país de paz como há poucos, dedicado a ela, especialista nesse domínio, como outros “se dedicam aos relógios”!
J.V.M. aponta mesmo para a ideia da criação de cursos, estudos e missões de paz! Portugal como o país especialista em promover a paz em todo o mundo.
Portugal já é acolhedor, mas seria mais que isso: tornar-se-ia “o país acolhedor por excelência”!
“Especializar-nos na paz, na arte do encontro, da conversa, da descoberta, da negociação, na alegria da diferença. (…) A paz sai mais barata que a guerra”!

E eu acrescento: Portugal seria o país da Paz como o Butão é do FIB (Felicidade Interna Bruta), os EUA da Coca-Cola, a Holanda das tulipas, o Brasil do Samba, etc.

Há coisa melhor que viver em paz?

A paz já é, por si, um cenário, uma música de fundo, um sabor e um perfume.

A Paz em Portugal, como já foi o Fado, a património mundial!! E porque não?

A parque escolar

em números, para que o investimento na Escola Pública não seja colocado ao nível do Isaltino. Já agora, será que agora ele vai preso?

Chegou a Primavera

Quiver Trees, Namibia (Foto da National Geographic)

Quiver Trees, Namibia (Foto da National Geographic)

A Primavera chegou. Neste dia recordo sempre aquelas pequenas árvores, quase sempre pinheiros, que a cada ano lectivo coloquei na terra. Não me consigo lembrar o que aconteceu a cada uma delas, mas palpita-me que não aconteceu nada de muito extraordinário, uma vez que não há árvore nenhuma no canteiro que todos os anos era usado – já agora, se a gente usava sempre o mesmo, onde estavam as árvores do ano anterior?

Se ainda continua por aqui, permita-me que lhe sugira que continue a ler o post porque não se vai arrepender. Não, não vamos ter mulheres nuas, mas uma fábula: [Read more…]

22 de março, greve geral (2)

Hoje dá na net: Conto de Primavera

Curta-metragem de animação em homenagem aos revolucionários sírios.

Um filme de Dani Abo Louh e Mohamad Omran

Sai uma rotunda ali para o canto, s.f.f.

Amadora

E quem diz uma rotunda, diz um um dos embelezamentos que agora começaram a brotar pelo país, um pavilhão multi-usos, uns semáforos, umas lombas e umas festas dos santos. O poder local é uma conquista e há que a manter. Haja dinheiro.