Lembrar Fukushima um ano depois

fukushima

Fonte: Jornal “Folha de São Paulo”

Completou-se hoje um ano de uma das mais horrendas tragédias humanitárias. Tudo se passou, no nordeste do Japão, com devastadora celeridade: um terramoto, um tsunami e o desastre na ‘central nuclear’ da Tepco – Tokyo Electric Power Company, em Fukushima.

Os mortos e desaparecidos imediatos, estimados em cerca de 19.000, foram hoje lembrados e lamentados por familiares e amigos. Com a solenidade e o estoicismo próprios da cultura japonesa.

Há anos, um cidadão japonês afiançava-me, em Paris, que o conceito ocidental do bem e do mal era estranho à filosofia de vida do seu povo. O lema, para as gentes do seu país, consistia em reagir perante os factos da vida, adversos ou favoráveis, com determinação, coragem e espírito de conquista. Hoje lembrei-me do seu discurso, justamente pelo tipo de resposta das populações atingidas perante a tragédia de Fukushima e outras cidades da região – Rikuzentakata foi a cidade com maior número de vítimas.

Mas atenção!, as contas de mortos e vitimados pelo trágico acontecimento ainda estão longe do fecho. Na opinião de alguns cientistas, a maior radiação recebida por centenas de milhares de cidadãos, a partir de Fukushima, irá causar um aumento na  taxa de cancros, durante as próximas décadas. Serão muitos os atingidos, sendo impossível prever números.

Nuclear? Não obrigado, Srs. Patrick de Barros e Mira Amaral!

Tantas vezes foi o Vilar à fonte que um ficou lá a asa

Tribunal Constitucional confirma condenação por financiamento ilegal ao PS

Actualização, onde estava ©arguido Vilar, passa a ser condenado Vilar.

Memória histórica, hoje é 11 de março

As nacionalizações são saudadas à esquerda e não são contrariadas à direita. O PPD apoio-as, aliás, embora previna que “substituir um capitalismo liberal por um capitalismo de Estado não resolve as contradições com que se debate hoje a sociedade portuguesa

Leia a memória do 11 de março da Joana Lopes

A Nextpower Norte é um bocadinho nossa…

Lembro-me como se fosse hoje do dia em que conheci o Fernando Moreira de Sá. Foi no primeiro convívio do Aventar, no Machado, um restaurante onde se come e bebe como se não houvesse amanhã e onde ressalta, no menu das sobremesas, a «Cabeça do sr. Pinto da Costa».
Eu e os outros – o Vítor Silva, o Isac Caetano e o Miguel Dias – esperávamos à porta pelo Fernando, que nunca tínhamos visto na vida. Cada homem que entrava era alvo dos nossos comentários. Seria aquele? «Não», disse eu a certa altura, «este não tem cara de blogger». Afinal, era mesmo ele, que ouviu o comentário e veio ter connosco.
Os tempos foram-se passando e o Fernando Moreira de Sá assumiu-se como a alma do Aventar. Aquele que começara por ser apenas um Sinaleiro da Areosa tornara-se numa figura fulcral do blogue, muito mais do que um simples autor de posts. Prova disso mesmo foi o convite que endereçou a todos os autores, em Maio de 2010, para um fim-de-semana na sua casa do Douro, acabadinha de construir. O Aventar esteve lá antes da sua própria família!
Tudo isto para dizer que nunca poderia faltar, ontem, à festa do primeiro aniversário da Nextpower Norte, um spin-off da Nextpower, fundada pelo Rodrigo Moita de Deus em 2010. [Read more…]

O futuro está lá trás

Boas notícias?

Boas notícias seria este governo ter a lucidez de perceber que a escola pública cresceu e ganhou qualidade com um outro modelo de gestão. Não foi com esta coisa estranha, que nem é carne, nem é peixe.

A Escola Pública não precisa de gestores. Precisa, com urgência, de mais pedagogia, de autonomia (que nunca existiu, apesar de ter sido decretada vezes sem conta) e de Democracia!

O Que Fracciona a Deputação Socratesiana

Sabe-se que o grupo parlamentar do PS está apostado na defesa da herança Sócrates a propósito da vergonhosa-insultuosa derrapagem da Parque Escolar, EPE. Mas está dividido no grau e extensão dessa defesa tribal. Como defender um sinal, entre muitos outros, do despesismo e do descontrolo, ainda por cima em contra-ciclo, dos anos socratesianos? Como defender o lastro socratesiano que representa ainda mais dívida, ainda mais derrapagem e infinita insensibilidade objectiva com os contribuintes portugueses, insensibilidade engendrada no mundo à parte, optimístico e fantasista, que o Primadonna Playboy Parisiense criou para si?! Os deputados socialistas, entre os quais o zeloso deputado Paulo Campos e o deputado leal Zorrinho, podem dourar como quiserem a pílula amargosa do Partido Socratesiano, partido descarado, desastrado, trágico, de evidente Desgoverno e Favoritismo: o Primadonna Playboy Parisiense que falte explicar aos portugueses será a seu tempo explicado em teses de vários tomos. Sugere-se-lhes que se poupem à canseira.

Jardins de Portugal

Jardins de portugal

fotografia via a funda são e explicação toponímica

Hoje dá na net: Steamboat Bill, Jr.

Steamboat Bill, Jr. é um clássico mudo de 1928. A estrela é Buster Keaton. O filho frágil de um comandante de um barco a vapor junta-se à tripulação.