Pudera, quem é que nega o ganha-pão?

 

Quanto é que a banca tem ganho mesmo por emprestar dinheiro ao estado? Ora bem, SCUT, PPP, cenas, troika, mercados e coiso… bom, é fazer as contas.

 

Imagem: colagem a partir do Expresso de amanhã.

Comments

  1. almari says:

    E são estas “coisas”, espécies de merceeirógestores, que passam a vida a falar da subsidiodependencia. Sim, que eles não são subsidiados… Viveram e vivem cada vez melhor à custa do Estado e deste estado de coisas.


  2. Bom! Começa, finalmente, a ficar claro quem são os verdadeiros responsáveis pelo estado actual das coisas.

  3. jorge fliscorno says:

    Sim. Mas pelo meio houve eleitos e eleitores.

  4. clara says:

    quem os elegeu?
    e… há quem se vanglorie,,, pelos vistos ganhavam novamente! e biba!


  5. Jorge, quem é que elegeu o Ricardo Salgado?

  6. jorge fliscorno says:

    A questão para mim, Helder, é quem é que elegeu os governos que prometeram fazer (e fizeram) obra usando o crédito do Ricardo Salgado.

  7. jorge fliscorno says:

    E quem diz obra, diz linhas de crédito bonificado (bonificado porque o estado suporta parte dos juros), injecções de dinheiro na economia (lembras-te de 2008 e 2009?) e incentivos a sector “estratégicos” (eólicas e barragens, por exemplo).

  8. Dora says:

    Sinceramente, não tenho conhecimentos suficientes em matéria de economia, finanças e desenvolvimento para comentar este assunto.

    No entanto, parece-me que é possível haver um desenvolvimento económico sustentado a nível de obras públicas que gere riqueza e emprego.

    O problema é a falta de visão, de fiscalização e de colocar a banca a fazer o que é suposto fazer – financiar projectos de forma a que o país ganhe com isso.

    Causa-me alguma perplexidade o boom de obras públicas em tempos bons e a estagnação total das mesmas em tempos de crise.

    Tem de haver alguma visão e planeamento porque não se pode funcionar assim.

    A estagnação total a nível da construção civil e de todas as áreas económicas que são arrastadas com esta estagnação é um problema enorme que acarreta um enorme número de desemprego diariamente.

    O que quero realçar é que o investimento público é bom desde que seja feito de modo sustentável a nível do desenvolvimento do país e não a nível dos negócios desonestos da banca, dos seus donos e accionistas.


  9. Não acredito que alguém tenha elegido os governos para desbaratarem desta forma o crédito do estado. O que na realidade se passa é que a maior parte das pessoas não tem dados suficientes para tomar uma decisão informada quanto ao partido em que vão votar, por isso tomam decisões erradas e até mesmo perniciosas para eles mesmo. Na realidade, até nem têm escolha, o chamado centrão trabalha para o mesmo patrão e a ditadura antes deles também. O George Carlin explicava este problema do voto melhor do que eu

    Como mudar o estado de coisa? Não sei, penso que o caminho envolve muito mais transparência e um tipo de democracia mais directa…


  10. >>Como mudar o estado de coisa
    facil. basta ter pessoas sérias.
    com politicos sérios, empresários serios, cidadãos sérios, não é preciso que uns policiem os outros para garantir que ninguém engana ninguém, isso acontece naturalmente porque as pessoas são sérias…

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