A II República Espanhola fez 81 anos.
Em Portugal, por enquanto, acabaram com o 5 de outubro.
Um dia a Ibéria terá as suas terceiras repúblicas.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A II República Espanhola fez 81 anos.
Em Portugal, por enquanto, acabaram com o 5 de outubro.
Um dia a Ibéria terá as suas terceiras repúblicas.
Limpinho. O BENFICA ganhou de forma justa uma competição que alguns – os que a perdem sempre – continuam a desvalorizar como se perder fizesse parte do seu Destino. Se calhar faz. Por mim, prefiro ganhar a Taça da Liga do que a perder.
Pela nossa parte fica a satisfação pela vitória numa competição que foi ganha em jogo e sem apitagens manhosas.
Foi muito bonita a forma como os jogadores do Gil aplaudiram o vencedor. Faz deles uns derrotados muito dignos.

Duas mascotes. Cada qual com os seus pés de barros.

SEGREDO
Lá, na última das celas
nódoa negra de açoites,
não há dias, não há noites
porque as as noites têm estrelas.
Lá, só na sombra que dói.
Sombra e brancura de um osso
que o preso remói, remói
no fundo do seu poço.
Lá, quando o vierem buscar
amanhã, depois ou logo,
terá na alma mais um fogo,
mais uma chama no olhar.
Luís Veiga Leitão
A política é a arte de criar rebanhos de bípedes implumes
JMF é dos mais prolíferos tudólogos da nossa praça. De sabedoria polivalente, é um mestre sem barreiras. Agora ficou motivado pelas perfurações de bexiga e cirurgias das grávidas da MAC. Como neo-liberal de vanguarda, está permanentemente mobilizado para a propaganda e campanha em defesa do actual governo.
A fim de evitar o afogamento em argumentos inconsistentes, agarra-se à boia chamada Prof. Pita Barros, para afirmar:
O Prof. Pita Barros escavou números e mostrou-os
Do que foi aqui escrito pelo referido professor, destaque-se o texto da ‘nota final’:
…estas informações e opinião poderão ser corrigidas se entretanto se obtiver informação mais actualizada ou mais completa. Agradeço aos leitores do blog que me enviaram sugestões, mesmo que a minha opinião não vá de encontro à sua. [Read more…]
A minha mania dos recortes de jornal (mais um).
Luis Jiminez (1940-2006) junto da escultura que o vitimou. No Público (16-6-2006) escrevia-se “trabalhava há quase dez anos na obra que viria acidentalmente a provocar-lhe a morte”.
A escultura e a política não têm nada a ver uma com a outra, pois não?… Pois eu acho que devia! O político é o artista da obra efémera. Começa, mas não acaba. A obra que produz tem curta duração e pouca ou nenhuma utilidade. O político tem projectos megalómanos como aquele cavalo para um homem só, mas Luis tencionava acabá-lo. [Read more…]
O rei Juan Carlos de Espanha foi submetido a uma intervenção cirúrgica, na última madrugada, em Madrid, depois de ter fracturado a anca numa queda durante uma expedição de caça no Botswana.
Roubo este texto ao Álvaro Vieira, perdido que ia ficar no Público edição Porto. Novidades destas são para toda a nação, direi mesmo mais, para todo o mundo:
A notícia já tem quase 15 dias e, lamentavelmente, continua a passar despercebida às secções de economia dos órgãos de comunicação social, apesar de significar a alvorada de uma nova era, muito mais feliz.
Tem a ver com o vereador do CDS na Câmara do Porto, que em 2009 se candidatou em situação de inelegibilidade, por ter sido declarado falido, e que suspendeu o mandato enquanto luta pela reabilitação.
A questão de saber como pode alguém manter um mandato que estava impedido de disputar é interessante. A discussão sobre a validade das deliberações em que participou também. A acção para perda de mandato que o Ministério Público lhe moveu há-de ser. Mas verdadeiramente empolgante é a notícia de que o vereador já viu o BES, que se dizia credor de mais de 78,3 mil euros, declarar ao tribunal que os 20 mil que recebeu de um amigo do autarca chegam para considerar este último “desonerado”. Também a Unicre, que pelos vistos gere os cartões de crédito com notável filantropia, declarou que “prescinde do seu crédito” avaliado em 7419 euros. Outros 102 mil euros da dívida do vereador já foram pagos por terceiros. Não ver o alcance disto é passar ao lado da felicidade. [Read more…]
Alguns alunos de uma turma pós-Crato vão para a escola de comboio; o maquinista, claro, ganha mais de 50 mil euros por ano!
O fotógrafo francês Robert Doisneau nasceu há cem anos.
Para assinalar a efeméride, temos novidades (preciosa informação de Francisco Belard, a quem agradeço) e vale a pena dar um demorado passeio por aqui.
A obra-prima, evidentemente, dispensa apresentações.
1950 © Robert Doisneau
Nuno Crato ainda não tinha feito nenhum disparate notável. Arrependeu-se. Uma turma com 26 alunos é uma aberração. Com 30 nem quero imaginar, sendo certo que poucas escolas dispõe de salas com espaço para tanta gente, a menos que se parta para soluções criativas: alunos de pé, alunos sem carteira ou alunos às cavalitas de alunos.
Tanta conversa com o rigor e a aprendizagem destruída num instante. A qualidade do ensino vai-se degradar no próximo ano lectivo a níveis que farão inveja a Maria de Lurdes Rodrigues.
Já agora, espero que o mesmo número seja imposto nos colégios privados que são subsidiados à turma. O sol quando se põe é para todos.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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