Francisco José Viegas leu a Declaração de Luanda?

«O facto de [o Acordo Ortográfico] ser irreversível não quer dizer que não seja corrigível»

– Francisco José Viegas, “Correio da Manhã”, 30/10/2011

Em 30 de Março de 2012, Nuno Crato, na qualidade de ministro da Educação de Portugal, decidiu, com os seus homólogos, ou seus representantes, de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, S. Tomé e Príncipe e Timor-Leste, incumbir o Secretariado Técnico Permanente (Portugal/ Angola/ Moçambique) para proceder a ACÇÕES CONDUCENTES À APRESENTAÇÃO DE UMA PROPOSTA DE AJUSTAMENTO DO ACORDO ORTOGRÁFICO DE LÍNGUA PORTUGUESA DE 1990, na sequência da apresentação de “um diagnóstico relativo aos constrangimentos e estrangulamentos na aplicação do Acordo Ortográfico de Língua Portuguesa de 1990”.

Aparentemente, Francisco José Viegas não terá lido a Declaração de Luanda, pois:

«O secretário de Estado da Cultura, Francisco José Viegas, garantiu hoje que não haverá qualquer revisão do acordo ortográfico»

– Agência Lusa, 24/4/2012

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    Calem este senhor – já há um movimento contra o AO – não se pode permitir mais destruição das “fundações” nacionais – se o SE cultura não sabe fazer nada, esteja quieto e calado porque até lhe pago o ordenado e cartão de crédito para não se mexer nem abrir a boca – escreva, já que é escritor – faça o que quizer, mas não mexa onde não sabe mexer – e aceite que está errado e que muita gente de real cultura está contra o que anda a fazer – emende a “mão” – seja democrata – os portuguses têm capacidade de perdão – mas que não abuse – não seja prepotentemente ignorante e infeliz

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  1. […] pior do que as piruetas contradições e esquivas do malogrado secretário de Estado da […]

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