A palavra iniciada por F

Enquanto tomo o café, leio uma entrevista à professora Helena Marujo, especialista em Psicologia Positiva:

“A felicidade também se aprende e também se treina.

A felicidade e o optimismo têm impactos profundos nas nossas vidas:

1- melhoram a saúde;

2- potenciam as capacidades cognitivas;

3- aumentam a longevidade; entre outras vantagens”.

Helena Marujo diz-se uma pessoa feliz, mas num trabalho diário de construção da felicidade. Não é algo natural nela, antes algo que busca. Uma sugestão que deixa: apaixonar-nos por aquilo em que acreditamos.

«E em que é que eu acredito?» – pago o café e vou trabalhar.

Comments


  1. E todos, todos sem excessão deveriam ter garantidos “o direito à busca da felicidade’ como estabelecido na Constituição Americana.
    Grata, Norma

  2. maria celeste ramos says:

    Mas tal como aqui o que está escrito na constituição americana não dá os mais felizes do mundo e pelo contrário dá um dos países mais miseráveis do mundo que não contente com tanto estende o braço para o outro lado do mar com as bocas mais “não somos Portugal” e estende ainda a manápula com armamento até onde for preciso e conveniente e até aproveira portugal para enviar uma drogazitas apanhadas por aqui na costa algarvia e sei lá onde mais – constitução americana – só para ler e esquecer – coitadinho do sr lincoln deixem-no no pedestal do memorial


  3. Estava me referindo a ter garantido o ‘direito à busca da felicidade’ – guardadas às devidas (em princípio) distâncias dos: imorais, ilegais e/ou engordativos (rs.). Só à busca – de uma forma até lírica.
    “A tal da Da. Felicidade baterá em cada porta” já é uma outra história… a ver. “Apaixonar-mos por aquilo em que acreditamos” para mim também parece ser a saída.
    Bom sábado! Norma

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