Sobre a transferência de dinheiro dos cidadãos para as empresas

Face a isto, há que participar. Discordei dos anteriores cortes e discordo destes. O programa eleitoral onde votei era sobre o corte da despesa inútil, não era sobre o empobrecimento generalizado da população. Este governo tem que cair já antes que mais mal se concretize. Sábado lá estarei.

Comments

  1. maria celeste ramos says:

    ESTE GOVERNO AINDA NÃO ACERTOU NUMA únic medida e escorrega no lamaçal – este governo está bem ancorado co a galeria de mina – tem se ser empurrado e não dá muito trabalho – as “escoras” caesemos portuguses se xatiram uito e estão mais pôdres do que as estacas da baixa pombalina eua não tarda que caia com o tunel de batão do jamé para o metropolitano – nunca mais falaram nesta anormalidade – asestacaria tem 3000 anos e o jamé ai cabar com elas em meia dúzia – o tippo nem sabe que a água do rio ao seuir e descer com as mat«res – que vão até vila Franca Xira renovando a água há 3 sécolos, redolveu fazer o tubo do metro que já inundou e aunto um ministro é tão ignorante como isto qie fazer ???

    Só falta a Baixa cair- o edifício da CML na Baixa já tem fissuras – ninguem se preocupa – nao é nada dizem – não sabem o qu é um aterro e nem as víbora do D.José vêem – so vêem o cavalo

  2. O programa eleitoral onde votei era sobre o corte da despesa inútil, não era sobre o empobrecimento generalizado da população.

    É bom saber isto.

    Mudando de assunto, tenho uma ponte para te vender, bem barata, temos de conversar…

    • jorge fliscorno says:

      Aceito desde desde que se verifiquem estas condições:
      – a ponte tem que estar reparada e se ainda não estiver completamente paga deverás ser tu a pagares o resto,
      – a manutenção e reparações futuras ficam a teu cargo e
      – depois de a comprar poderei cobrar uma portagem a cada passagem.

      Em contrapartida encarrego-me de ficar com a ponte.

      Inspirei-me no modelo de negócio do estado com os privados e sendo o estado pessoa de bem, deve ser um negócio justo.

      Espero que aceites esta minha generosa ideia oferta.

  3. E a culpa é do BE, segundo os ilustres.
    A direiitalha não tem emenda.

  4. Luís says:

    Apesar de conhecer o ar de sonso do gaspar, não pude deixar de me surpreender com o tom manhoso, recheado de lugares comuns, com que respondeu às perguntas do José Gomes Ferreira.
    Com manha respondeu em relação às PPPś, cuja redução das rendas a Troika obriga, com a dificuldade da questão.
    E eu pergunto porque é que o sujeito não as expropria, como fez aos salários dos portugueses?
    E eu aqui não sou tão radical pois até sugiro o pagamento dessas expropriações com títulos de dívida pública, a 20 anos, com juros aceitáveis.
    Quanto aos Institutos e fundações, novamente o ministro manhoso continua a revelar a intenção, que dura há mais de um ano, de resolver a situação, não as financiando.
    E pergunto porque é que o ministro não despede os bois que nelas pululam, tal como fez aos professores, e os(as) encerra?
    Quanto aos custos da energia, que agravam os custos de contexto das empresas mais que os salários dos trabalhadores, respondeu ao jornalista que a “prenda” que lhes deu, paga pelos trabalhadores, que espera que essa “prendas” se façam sentir no abaixamento do custo da energia, não apresentando qualquer argumento concreto que nos faça acreditar em tal milagre.
    Porque é que não faz como em França que foram obrigadas a baixar em 6 cêntimos e em Espanha onde o ministro já ameaçou que se o custo dos combustíveis não baixar o governo as obrigará a tal?
    Depois desta entrevista, fiquei a saber algo que desconhecia: que é possível resolver a crise sem a brutal austeridade que o governo faz incidir sobre os trabalhadores desde que este governo tivesse a mínima noção de serviço público e respeitasse minimamente os portugueses que trabalham.
    Bastaria aplicar a mesma “firmeza” que aplica nos cortes dos rendimentos do trabalho à redução de câmaras municipais, ao fim das empresas municipais, fim das fundações e institutos desnecessários, a um imposto de solidariedade sobre os lucros das empresas monopolistas, diminuição do número de deputados, vereadores, assessores, etc.
    A verdade é que temos um primeiro estúpido, a roçar o atraso mental, e um manhoso ministro das finanças que foi recomendado pelo Ricardo Espírito Santo, com o aplauso da Troika.
    O homem não está lá para servir os seus compatriotas – está no governo para empobrecer os portugueses de forma a que a banca se liberte de todo o lixo que andou a acumular durante todos estes anos de supervisão Constâncio.
    A banca poderá ir novamente aos mercados em Setembro de 2013, com a certeza porém que milhões de portugueses não poderão frequentar o mercado da esquina por falta de dinheiro.

  5. Maquiavel says:

    O programa eleitoral onde votei era sobre o corte da despesa inútil, não era sobre o empobrecimento generalizado da população.

    Olha! E eu a pensar que você tinha votado no PSD…

    • Amadeu says:

      Só os burros não mudam de ideias

      [youtube http://www.youtube.com/watch?v=AVejeRE7z4s&w=420&h=315%5D

    • jorge fliscorno says:

      Até agora, todos os partidos têm apresentado um programa eleitoral e, chegados a governo, apresentam um programa de governo substancialmente diferente. Mesmo assim, acho que o programa eleitoral é de considerar e os eleitores devem pressionar para que ele seja de facto transformado em programa de governo.

      Por exemplo, Louçã defendeu há pouco tempo a nacionalização da banca. Acontece que a banca está, toda ela, falida e nacionalizá-la seria transformar em novos BPN esses BCP, BES, etc. Como tal, nunca votarei num partido que proponha tamanho tiro nos pés.

      Quanto ao programa eleitoral do PSD, é de ver que não incluía cortes salariais nem aumento de impostos. Dado não ter compromissos com ninguém, faço o que bem entendo. E nem tenho que entrar em grandes justificações.

Deixar uma resposta

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.