António Costa apenas reemergido para o combate político e já as comadres se zangam, remexendo papéis velhos e histórias que não abonam, outras guerras, interesses, pequenos e médios ressentimentos que se esgrimem por aí, com acusações extemporâneas, sobre assuntos outros, um alvoroço de culpas e fraquezas apontadas ao actual Presidente da Câmara de Lisboa. Um retrato de uma sociedade em que a crítica se guarda para depois como uma vingança.
António Costa is the man #2
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[…] o do povo, mas pronto, tu e vocês é que sabem, antes agora que nunca. Continuo a pensar que és the man e congratulo-me (como muitos mais) com o teu anúncio: cá te esperávamos, um bocado desanimados e […]







Em Portugal a crítica guarda-se para depois como vingança ?
Não concordo.
Em Portugal a crítica é ubíqua, omipresente e toda poderosa.
Antes, enquanto filha do pessimismo crónico, durante enquanto filha da putice e inveja pequeno burguesa, depois, fria ou requentada.
É o prato nacional, reinventado diariamente pelos chefs de todos os quadrantes. Na micro e na macro escala a divisa é sempre um contra todos e todos contra um.
Que granda bosta.
( hoje também alinho com o pessimismo)
Não é só o prato nacional, é um prato humano. “Tudo é oblíquo”, diz Timão de Atenas finda a bajulação, entregue ao desamor melancólico e pequeno-burguês dos falsos-arrependidos que fariam tudo igual outra vez