Para o jornal i, a Roménia não é na Europa nem os romenos são europeus.
Por exclusão de partes, ou são asiáticos ou africanos. Ou americanos?
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Para o jornal i, a Roménia não é na Europa nem os romenos são europeus.
Por exclusão de partes, ou são asiáticos ou africanos. Ou americanos?

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Segundo o secretário de estado do ambiente inglês, num exercício execrável de ‘a culpa é dos romenos’ na televisão nacional em horário nobre, a fraude terá começado na efectivamente na Roménia. Com cavalos ingleses, cuja carne vem a ser encontrada não só em França, mas em pelo menos uma fábrica no Reino Unido, mais precisamente no País de Gales – e todo este globetrotting acontece via Roménia. Pergunto eu: como é que a carne de cavalos criados, explorados e medicados no Reino Unido dá a volta à Europa e retorna a solo britânico, e é a um preço tão baixo que dá para fazer produtos alimentares ‘económicos’…? Ou será que o trilho, afinal, é todo de papel…? É. ‘tou só perguntando… E se souberem onde comprar umas viseiras contra toda esta areia, por favor digam-me.
Eu por mim acho nisto tudo uma ironia fantástica – os ingleses horrorizam-se de se poder pensar em comer carne de cavalo, mas todos os anos abatem – declaradamente, e os outros? – mais de 40,000 cavalos destinados ao mercado alimentar europeu. Nem todos esses cavalos vem dos moors que é preciso linpar de vida selvagem indesejável, para que o progresso não encontre obstáculos. Cavalos e póneis selvagens não são medicados. Perguntem-se, portanto, de onde virão todos estes cavalos. Eu já não pergunto – e esta hipocrisia toda enoja-me.
Não foi com estes merdosos, lá prós lados da ilha, que começou a doença das vacas loucas’???Pois, tá tudo dito…
São pinguins.
Já devia ter sido clarificado que existe a Europa, e os pobres periféricos a sul e a leste. Não têm visto as noticias dos últimos 3 anos?!
Eu acho que o problema é mais do português da frase.
“Um problema de expressão”, como diz a música!
Fresquinha para o pessoal daí: encontrados vestígios de pelo menos 7 cavalos medicados com “butes” abatidos num matadouro inglês… e agora que continuem a dizer que são os romenos!
Mas o facto é que a existência da România e dos romenos, e as suas costas tão largas que aguentam com todas as culpas e infâmias, deve parecer mesmo uma dádiva dos deuses aos Conservadores britânicos. Principalmente quando o governo se encontra (alegadamente, que eles desmentem, desmentem, desmentem…) a planear uma campanha para ‘pintar’ a Inglaterra em cores tão indesejáveis, mas tão indesejáveis, que façam mudarem de ideias todos os milhões e milhões de imigrantes búlgaros e romenos que eles dizem estarem prestes a invadir o pobre e mais do que sobrelotado solo britânico, assim que a restrição comunitária for levantada este ano. Acreditam em coincidências destas…?