Candidato à sucessão de Pedro Passos Coelho censurado pelo jornal I

jcd

Aquele que é por muitos considerado o futuro da direita portuguesa, o melhor colocado para suceder a Passos Coelho e, posteriormente, a António Costa, foi alvo de um procedimento censório que culminou com o fim da relação profissional que mantinha com o jornal I. Segundo podemos ler na sua página oficial no Facebook, o Dr. Jovem Conservador de Direita acusa o jornal de não ter publicado o seu artigo semanal, uma carta aberta dirigida ao Arquitecto José António Saraiva, sem qualquer tipo de notificação. E a verdade é que, ao contrário daquilo que vinha sendo habitual, o artigo foi efectivamente excluído da edição em causa. Resta saber quem se esconde por trás do arbusto, tentando minar a impenetrável credibilidade da maior lufada de ar fresco que a direita viveu desde os tempos da chegada de Duarte Marques ao hemiciclo. A minha total solidariedade para com o esse grande vulto da política nacional que é o Dr. Jovem Conservador de Direita. Que triunfe sobre os esquerdalhos!

Fotomontagem@Facebook Dr. Jovem Conservador de Direita

Como se sabe, os milagres não estão sujeitos a prova

ionline-20140311

Na passada segunda-feira, esta foi a capa do jornal i, o diário que, há uns anitos, se anunciou como  querendo fazer jornalismo diferente. “Milagre Machete” não parece indicar manipulação muito distinta da que se vê em outros órgãos de comunicação social que costumam andar de mão dada com o poder.

Para se perceber que não há milagre algum, que a descida das taxas de juro não se devem à acção do governo e que a euforia da “saída limpa”, seja lá o que isso for, não faz sentido, é de ler este artigo:  Porque desceram os juros da dívida nos periféricos da zona euro? Sumariamente, temos juros mais favoráveis graças ao BCE e ao Fed, factores externos, portanto. Tal como viremos a ter piores juros se houve um espirro no delicado equilibro europeu, por exemplo devido a uma guerra na Ucrânia.

A verdadeira oposição

i-2014-02-10

[Read more…]

Google melhora detecção de malware

malware

Há pouco ao aceder ao sítio do jornal i deparei-me com o aviso da imagem supra: estaria prestes a entrar num local frequentado por bandidos.

Depois da primeira reacção de surpresa e de alguma investigação concluí que o Google passara a usar a semântica de algumas palavras para determinar a perigosidade da página a visitar. No caso em apreço, o alerta terá certamente sido despoletado devido à presença simultânea de “dinheiro”, “primeiro-ministro” e “Portugal” num URL. Uma combinação explosiva que, pelos vistos, já é reconhecida por uma empresa estrangeira.

Vossa Inefável Vampireza

Mário Soares está lúcido? Como uma porta. Ubíquo como o ar que respiramos, omnipresente como o metano que largamos, o viscoso Mário Soares faz primeira página de jornais dia sim, dia sim. Conspira desesperadamente pela queda do Governo. Ninguém o escuta sem sentir que escuta o estertor de um passado que nos deu azar. Ouvi-lo, lê-lo é ler e ouvir a desesperada mumificação conveniente de um estado de coisas insustentável. Agora quer federar as esquerdas antes que a lógica anti-corrupção subjacente às reformas estruturais na Europa o fodere a ele e ao Regime que, desde o princípio, sempre lhe correu de feição ao bolso e ao instinto manipulador. [Read more…]

Sou contra a *co-adoção de crianças por casais do mesmo sexo

Estava sossegado a tomar o meu café, depois de umas páginas sobre o Cícero e o Timeu de Platão, quando, sei lá bem porquê, comecei a ler as notícias do dia e me deparei com um título fundador (já S. Tomás de Aquino lembrava, no De Ente et Essentia e bem acompanhado pelo Estagirita, que “[q]uia parvus error in principio magnus est in fine”). Decidi, muito rapidamente, trazer de novo ao Aventar aquela que é, aparentemente, uma das mais enigmáticas bases do Acordo Ortográfico de 1990 (AO90): a XVI.

Segundo o Público, «[d]epois de Áustria, Finlândia, Alemanha e Israel, Portugal é o quinto país onde a co-adopção de crianças por casais homossexuais foi aprovada». Acrescentaria que, sendo o quinto país em que a co-adopção de crianças por casais homossexuais foi aprovada, Portugal será muito provavelmente o primeiro a não saber escrevê-la. Salvo honrosas e excelentes excepções, como o Público.

Efectivamente, segundo a base XVI do AO90, «[n]as formações com prefixos (como, por exemplo […]  (co- []), só se emprega o hífen nos seguintes casos: a) Nas formações em que o segundo elemento começa por h: […], co-herdeiro […]; b) Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina na mesma vogal com que se inicia o segundo elemento […]; Não se emprega, pois, o hífen […] Nas formações em que o prefixo ou pseudoprefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente […] coeducação».

Ora, sabendo nós [Read more…]

A ignorância é muito atrevida

Vamos lá ser (sucintamente) sérios. As crianças da Inês Dória Nóbrega Teotónio Pereira Bourbon Ribeiro não são socialistas. São mal educadas.

As crianças da Deputada da XII Legislatura, eleita pelo Círculo Eleitoral de Lisboa, e colunista no Jornal i não leram, nem se esperava que lessem, Marx. Mas ela também não. Em boa verdade, a senhora leu pouco ou quase nada enquanto frequentou os dois anos da licenciatura em Ciência Politica.

As crianças crescem. O pensamento filosófico de Karl Marx explica-se. A estupidez é que nem desaparece nem tem explicação.

Aqui: http://www.ionline.pt/iOpiniao/os-meus-filhos-sao-socialistas

Nova Geografia da Europa

romenia-europaPara o jornal i, a Roménia não é na Europa nem os romenos são europeus.
Por exclusão de partes, ou são asiáticos ou africanos. Ou americanos?

 

Nós temos influência

 

É difícil enterdermo-nos ou aceitarmo-nos como sendo apenas um grãozinho de areia no deserto e contudo… nós temos influência.

O jornal i já tem 3 anos e só hoje é que me apeteceu comprei um. Valeu a pena.

Fartei-me de sublinhar a entrevista que fizeram ao bastonário da Ordem dos Psicólogos, Telmo Mourinho Baptista, a propósito do 1º Congresso nacional a decorrer até sábado, 21, onde se falará – entre outras coisas, julgo eu – da crise e das soluções dadas pela psicologia.

Angola, Construtoras e Dinheiros Públicos (II)

Sofri uma traição. Quem sabe se por mera actualização redactorial, se por eventual choque de interesses do corpo accionista do jornal “i” – julgo que não é de excluir a participação de um grupo de construção e obras públicas no capital do referido diário.

O certo é que a notícia para a qual estava feita a hiperligação do meu texto anterior desapareceu da edição ‘on line’ do “i”.

Todavia, não há problema, com ou sem notícias do jornal “i”, o fulcro e substância das minhas considerações mantêm-se. Poderão ser confirmadas pelo sítio ‘Notícias Lusófonas’. Porém, tenho mais pormenores a destacar: em vez de 1,7 a dívida de Angola a empresas portuguesas cifra-se, afinal, em 2,5 mil milhões de euros.

Com “i” ou sem “i”, a verdade é incontornável e, para a negar, não “ há mulher que faz intriga amorosa”, o que no dicionário de língua portuguesa da ‘Porto Editora’, significa ‘lena’.

O "i" vende 10 000 exemplares diários…

Mais um jornal sem viabilidade económica apesar da minha ajuda que o compro quase todos os dias. É sempre uma tristeza ver um jornal fechar. Não tem leitores e não tem publicidade !

Num artigo ao abrigo do direito de resposta, na Sábado, o Grupo de Joaquim Oliveira vem mostrar quem é que leva a publicidade do governo. Curiosamente, o Correio da Manhã leva a maior parte do bolo, seguido dos habituais. Estava convencido que o “i” tambem tinha direito a qualquer coisinha mas enganei-me.

Os estudos económicos mostram, quando queremos que mostrem, que o investimento se paga em cinco anos. A vender dez mil exemplares/dia nem daqui a 30 anos. A intenção de venda já está em cima da mesa, com um acumular de milhões de dívidas a fornecedores. Nem pelo valor das dívidas alguem lhe pegará, pois o seu valor são as tiragens e estas, são baixíssimas muito longe do “break even point”, a partir do qual deixará de ter prejuízos.

A comunicação social vai ficar mais pobre, tão pobre já ela é!

PSD: ‘Ora venha de lá um das Caldas’

Na edição de hoje, do jornal i, Ana Sá Lopes publica um artigo de opinião alusivo ao Congresso do PSD, realizado este fim-de-semana em Mafra. O título do artigo é Altos & Baixos do Congresso. Li e concluí tratar-se de um itinerário simplista, sob a forma de visita a perfis e desempenhos dos protagonistas, anciãos e novos, de caminhadas incessantes do PSD, pelo complexo labirinto em que se emaranhou e de que não consegue sair.

Do título, parece legítimo inferir que o congresso do PSD, como seria normal, teve pontos altos e pontos baixos. Em minha opinião, não foi assim. O partido laranja continua a ser um navio encalhado em mar de maré muito baixa, mesmo vazia, órfão de quem, com credibilidade e sabedoria, lhe pudesse imprimir uma navegação firme, com rumo traçado à medida de naturais expectativas dos seus votantes, e dos portugueses em geral. Para tamanho empreendimento, dizem os especialistas politólogos, o PSD precisaria de um timoneiro experiente e de uma tripulação à altura das capacidades do comandante. Marcelo poderia ser esse timoneiro, mas sabe que a tripulação é desastrada e, sendo dos mais sábios militantes, recusa entrar em aventuras. Jogar por fora é a escolha do saber.

Ao pensar em ‘Altos & Baixos do Congresso’, reafirmo, pois, que o evento ocorreu, todo ele, em baixíssima qualidade, mesmo quando a plateia – e Passos Coelho e respectivos apoiantes em especial – se deleitaram e se expressaram de forma efusiva perante a prestação de um tal Fernando Costa, boçal, truculento e que, pelo que confessou, não deve e deve tudo o que é ao partido – 10 anos de AR e 24 anos como Presidente da Câmara Municipal das Caldas. Ao ver as reportagens televisivas, tive a paciência de assistir aos entusiasmados risos, gritos de euforia e aplausos de uma plateia até então dormente. E pensei que, para o PSD, o melhor estímulo para se agitar em congresso é clamar: “Ora venha de lá um das Caldas” – os interesses do País que se … lixem! acrescento eu.