A orquestra Solfónica, do movimento 15M, toca “Grândola Vila Morena” na Plaza del Sol. Foi ontem à noite, no coração de Madrid.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
A orquestra Solfónica, do movimento 15M, toca “Grândola Vila Morena” na Plaza del Sol. Foi ontem à noite, no coração de Madrid.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
É por estas e por outras que eu gosto de nuestros hermanos! Ontem, em Madrid, no dia de luta em Portugal…
Também postei… 🙂
E porque não fazer da Grandola Vila Morena, um hino iberico, para não dizer Europeu?? Porque sozinho não vamos lá.
[youtube http://www.youtube.com/watch?v=o_bYb-Mces4&w=560&h=315%5D
Por aqui se prova a Universalidade da Crandola Vila Morena. Neste caso cantada por Joan Baez, que não é uma cantora qualquer.
“O povo é quem mais ordena”. Não foi o povo que votou nos políticos que geriram o País desta forma desastrosa?!
Os que se admiram agora com o desemprego, só podem ser aqueles que rejubilavam com as inaugurações – evento de propaganda do Socratismo (nomeadamente, uma larga franja da comunicação social…). Enquanto nos emprestaram dinheiro, foi possível manter empregos atapetando o país de auto-estradas, plantando eólicas em cada monte, etc., até era possível ocultar desempregados em cursos das novas oportunidades…
Actualmente, para além de termos que pagar os juros da dívida originada por esse crédito fácil, o Estado ainda enfrenta a redução na arrecadação de impostos e uma maior despesa social (como a notícia documenta). Causa – efeito… ou acreditam mesmo que estes níveis de desemprego se devem a este Governo, que surgiram de geração espontânea?!
Há cerca de 10 anos que mta gente percebeu este destino, não faltaram avisos. Os empregos, na actual e futura conjuntura, só podem ser criados em actividades rentáveis. Pensar que o modelo económico do País se transforma da noite para o dia…
http://jornalismoassim.blogspot.pt/2013/01/isto-revolta-me-e-nao-ha-titulo.html
Se o que quer dizer é que a nossa ruína se deve aos governantes eleitos nas últimas décadas, estou plenamente de acordo. Foram os partidos do chamado “arco governativo” que conduziram o país à situação actual. E é inegável a responsabilidade dos eleitores, que insistem em dar maiorias a quem já provou há muito que governa contra os cidadãos. Em todo o caso, e em defesa dos eleitores, há que ressalvar que tem sido prática corrente de todos os governos trair as suas promessas eleitorais e afastar-se do programa eleitoral logo a partir do dia seguinte ao da eleição. O governo actual é disso um vergonhoso exemplo.
Estamos de acordo. Mas como nunca ninguém elegerá a extrema esquerda para governar, na prática, está a ilibar-se a governação desastrosa de Sócrates (Seguro foi obrigado a “assumi-la”)… e isso é inaceitável. Fosse quem fosse a governar com este memorado, não poderia fazer mto diferente…
Cumprimentos.