«Os licenciados em História são inúteis para a economia» (III)

Diziam os antigos romanos que até as coisas belas devem ser úteis. Pois Camilo Lourenço, para além de não ser útil a quem quer que seja, de beleza… enfim, fico-me pelas reticências. Se fosse licenciado em História, perceberia que não serve mesmo para nada.

Comments

  1. francisco says:

    Esse Senhor Camelo L. é mesmo arrogante e segui-dista das políticas ultra-liberais. quando não concordamos com as suas patetices tem a ousadia de dizer que os nossos comentários são ignorantes etc. Sou licenciado em História e com muito prazer.


  2. Camilo Lourenço é tão, mas tão, inútil, que até escreve o nome dele com “i”… se escrevesse direito, pelo menos no deserto, servia para alguma coisa!

  3. Nascimento says:

  4. Tendo em conta de que andamos a exportar engenheiros e, a breve trecho, médicos, creio que se esgotam os “cursos com saída” em Portugal; óbvio que o atrasado mental, ignorante, cobarde e graxista do Camelo Lourenço não percebe nada disto, porque afinal desconhece essas porras do mercado de trabalho e da economia. Pelos vistos, desconhece também a Lei da Oferta e da Procura, porque os seus adorados diplomados em Economia e Gestão viram os ordenados descer a olhos vistos nos últimos cinco anos. Os “finórios” dos MBA ou emigram ou vão para uma posição com “junior” no nome, porque os tempos dos mil e quinhentos euros limpos de base já acabaram há muito, infelizmente.

    A meu ver, talvez haja demasiados cursos de História em Lisboa (por exemplo) – precisamos mesmo da FCSH, da FLUL e, se ainda existir, do ISCTE, a leccionar em simultâneo? Não me parece. Tal como existir Engenharia Civil no ISEL, Técnico e FCT é excessivo; se não houvesse no resto do país era uma coisa, mas não é assim, como sabemos.
    E, ao contrário do que esse ignorante de merda diz, não foram só as Faculdades de Letras que se apoiaram na muleta do ensino, porque nas de Ciências foi a mesmíssima coisa. Mas os de “papel e lápis” (dão-se alvíssaras a quem der e provar o nome do tonto que criou essa infeliz expressão) são filhos e os dos tubos de ensaio são enteados, obviamente.
    Em vez de fazer à Gago/Crato/tonto genérico vindo das ciências ditas exactas e engenharias, mais valia cortar as vagas para um mínimo indispensável, se é que isso não foi já feito. Perder escola e tradição científica é grave demais, daí a necessidade de manter a investigação e o tal número mínimo de alunos de licenciatura. Mas isto sou eu, que escrevi em tempos num pequeno jornal semanário e que, ao contrário do Camelo e demais broncos “liberais”, pouco ou nada sei.

    Mas bem, cá espero por uma resposta à patrão por parte dos licenciados em História, como aquela que vários licenciados em Relações Internacionais ou Ciência Política deram há coisa de dois anos a essas imbecis da Helena Matos e da Maria Filomena Mónica – esta última um dos melhores exemplos de mau estrangeirado que há.

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