O Diletante e a Quimera, de Pedro Medina Ribeiro

Saíu hoje, Dia Mundial do Livro, o novo título de Pedro Medina Ribeiro.

Ainda não o li e não posso opinar sobre ele. Mas sobre a escrita bela, luminosa e transparente de PMR, posso.

A seu tempo, aquando da saída do seu primeiro livro, dei disso notícia no Aventar. Volto agora a fazê-lo a propósito de “O Diletante e a Quimera” com a certeza comprovada e consabida de que recomendo um grande escritor, de voz clara e cristalina, alheio a modas e contemporaneidades algo vácuas e fúteis, como se o nosso tempo não fosse plural e vário, como se não fôssemos quase todos tocados pela emergência do “hoje cheirando a amanhã” na actual configuração multimédia do mundo.

Por isso mesmo a escrita de Pedro Medina Ribeiro se impõe como “diferente”, por parecer alhear-se da necessidade imediatista de afirmar-se “moderna”, por ser sua, genuína e extraordinariamente bela, por nos remeter para um tempo que, paradoxalmente, transporta algo de intemporal.

Saúdo, portanto, autor e editora, prometendo ler em breve este “O Diletante e a Quimera”, seguro de que o posso, desde já, recomendar aos leitores do Aventar.

(E, porque o Livro é uma causa que (ainda) vale a pena, aproveito a efeméride para convidar quem por isso se interesse a juntar-se a esta página, para que a Feira do Livro do Porto não sofra este ano um hiato, o primeiro após 82 anos sucessivos e ininterruptos.)

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