Aventando

Escrever em blogues tem muito que se lhe diga. Particularmente, num projecto como o Aventar, que acompanho há muito tempo e vejo como isso mesmo: um projecto, mais do que um blogue. Babei-me, confesso, com o convite que me foi feito para, também aqui, deixar umas postas de pescada. Ou de sardinha, que eu sou de Leça da Palmeira e, até à década de 90, não faltavam fábricas de conservas. Hoje, restam duas. Mais lá para a frente havemos de falar sobre isto.

Para já fica a apresentação.

Pai, filho, irmão, paixão pelo vermelho em todas as vertentes da vida (encarnado é eufemismo do fascismo), envolvido, desenvolto, com o sotaque tripeiro exibido orgulhosamente na ponta da língua e dos dedos, incluindo o sotaque a que alguns chamam, erradamente, “palavrão”.  Não é, é interjeição. Não sou especialista nem especializado em coisa alguma, comunista militante – fujam!, fujam! – foi a vida que me fez assim e só depois vieram os livros que me sustentam a argumentação.

Feita a apresentação, e logo que consiga perceber bem esta plataforma, vamo-nos vendo por aqui. Até já.

Comments


  1. Há sempre uma ideia..forma..resposta nova para dar ao mundo.Penso que escrever um texto é como conceber uma alma a um corpo e eu que nao sou nada religiosa. Acho que é para isto que serve escrever e publicar o que se escreve. Abençoada critica.:) Continua…

  2. ricardomsantos says:

    Continuarei, pois claro. Obrigado! :o)

  3. pedro says:

    Se assim é que sejas bem vindo “vermelho em todas as vertentes”
    escreve, escreve… nós continuamos cá para te ouvir, Abraço

  4. ricardomsantos says:

    obrigado, um abraço

  5. adelinoferreira says:

    Com este cartão de visita, já tenho uma boa
    razão para andar por aqui!


  6. Bem vindo. E ainda te estou a dever uma bjéca, mas já agora vou esperar pela engorda das sardinhas.

  7. edgar says:

    Bons comentários se esperam, para ajudar a esclarecer e a combater a desinformação.
    Um abraço


  8. O vermelho clubístico dispensava-se, e ainda mais num homem do norte, mas ninguém é perfeito. Bem-vindo!

  9. António Fernando Nabais says:

    Está formada a célula aventadora de Leça. Cuidado! Bem-vindo, companheiro!


  10. Bem-vindo Ricardo

  11. jorge (fliscorno) says:

    Bem vindo, pá! 🙂

  12. roma says:

    Comunista? O Joshua vai ter um treco! Que carago…:):)

  13. celesteramos.36@gmail.com, says:

    A tal sardinha deliciosa de que havia tanta fábrica no algarve que deram lugar a complexos de turismo mas que em Viena de Áustria eram o mais inn que se tomava na ceia depois do espectáculo de ópera e eu não sabia tão apreciada e hoje é só para o gato ?? Equivalentes àqueles sandes fantasmagóricas do Gambrinos depois de se sair de um espectáculo ?’ Já não vejo latas de conserva de anchovas e atum e sardinha em lado nenhum – esta coisa de acordo ortográfico obrigatório incomoda-me – vem vou ouvir a Quadratura do Circulo – para ver se há algo que se oiça mesmo repetidamente

  14. Ricardo M Santos says:

    Eu ainda hoje comi sardinhas – e só as aprecio em conserva. Temos em Leça duas fábricas – por enquanto – a Ramirez e a La Gondola, sendo que a primeira vai para outra freguesia do concelho.
    Eu não escrevo ao abrigo do coiso ortográfico.

    E vamos à luta, que isto não está para comedeirões. Abraço a todos!

Trackbacks


  1. […] me apetece isto. Não me apetece mesmo. Da mesma forma que cumprimentei ao entrar, cumprimento ao sair. Não me apetece. Não me apetece a condescendência, que me irrita […]

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