Descubra o estudante da FCSH que há em si

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Há um ano, dei os parabéns aos estudantes do Técnico.

Pelos mesmos motivos, estão agora de parabéns os estudantes da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Sim, felizmente, há esperança.

Comments

  1. Hugo says:

    Os estudantes deviam estar mais preocupados com o que vão fazer quando acabarem a licenciatura/mestrado/doutoramento, com ou sem AO. E quando não arranjarem trabalho, podiam preocupar-se em pensar porque raio a FCSH continua a produzir licenciados nas humanidades.

    • António Fernando Nabais says:

      Pois claro, os estudantes só se devem preocupar com o emprego e não com a qualidade do que aprendem ou com aquilo que considerarem atentados culturais. E claro que devem ser entidades como o mercado de trabalho ou o governo central a decidir que cursos é que as pessoas devem tirar. O Hugo é mesmo um achado:

      • Hugo says:

        Tenho a certeza de que quando estiverem no desemprego a maior preocupação deles será saber se têm de pagar a factura da luz ou a fatura da eletricidade. Já a culpa será sempre do governo.

        • António Fernando Nabais says:

          Será, com toda a certeza, a maior preocupação. Até aposto que recusarão empregos em empresas que adoptem o acordo ortográfico e que explicarão ao cônjuge que rejeitaram a oferta, porque, na entrada, estava escrito “Receção”. Antes desempregado que acordista, é claro.
          Depois, como recusou o emprego, e sabendo que o governo não tomou medidas para suspender o acordo ortográfico, é claro que o desempregado irá culpar o governo. Podia ser de outra maneira.
          Obrigado por me ter iluminado, Hugo. Agora, consigo ver a luz.

      • Hugo says:

        Ia-me esquecendo: obviamente que as pessoas podem fazer o que quiserem da vida delas. Se quiserem pegar nas poupanças e mandá-las da varanda abaixo, estão no seu direito, tal como estão no seu direito se quiserem tirar Filosofia. O que me incomoda é que estes cursos funcionam à custa do erário público. Se garantissem emprego (no privado ou na função pública), era um bom investimento. Como não garantem nem num lado nem no outro, tornam-se má despesa pública. E atenção que falo dos cursos, e não das áreas em si, que devem ser promovidas e estimuladas (através do fomento da investigação, por exemplo), aproveitando-se os profissionais que já existem e cessando a formação de profissionais novos, que vêm saturar ainda mais o já de si saturado mercado de trabalho.

        • António Fernando Nabais says:

          É tudo tão simples, Hugo. Até fico encandeado.

        • Antónimo says:

          Todo o brilho boçal da inteligência cavernícola. Aposto que tive de pagar e suportar o ensino básico que produziu tal pensamento.


  2. “Se a ignorância e a falta de estudo dessem equivalências, estes estudantes tinham obtido a licenciatura ontem.”

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