Passos Coelho, 14 em Agosto de 2012, na festa ‘laranja’ do Pontal, em comunicação de raciocínio ilógico, garantiu aos portugueses:
No desconexo discurso, também lhe saíram do cérebro ideias truncadas de ‘teoria económica aplicada’. – A concorrência – dizia o iluminado PM – fará aumentar o PIB nacional e o diminuir o desemprego. –
Um delírio, estamos a sentir e de que maneira justamente o contrário na sociedade portuguesa: o afluxo exponencial aos ‘centros de emprego’, ao Banco Alimentar, à Cáritas e a outras IPSS, a expansão de gente sem-abrigo e outros desastres sociais constituem prova evidente de que o nosso (deles) primeiro sofre da patologia de ‘exaustão do calor’.
E para provar que o diagnóstico da alucinação na massa encefálica de Passos – pouca, sublinhe-se – por efeito de calor é um fenómeno normal, aí está mais uma prova da consequência de dia escaldante:
Passos confia em que a recessão “está a abrandar” e que “viragem económica” virá até ao fim do ano.
Telefonou ao Gaspar, para ratificar os princípios da lei dos efeitos meteorológicos na economia. O outro respondeu-lhe: – Ó Pedro compre o Borda da Água . –
Agradeceu – Obrigado Vítor – e pediu à Laura que lhe comprasse a velhinha publicação na tabacaria-papelaria do costume. Jantou rapidamente e, durante três horas, estudou-a em pormenor e, de si para si, com um esgar de contentamento, gritou: “A viragem económica virá ao fim do ano!”
Bronco, nem sequer lhe passou pela cabeça que a 31-Dez-2013 fecham as contas do Estado e da maioria das empresas em Portugal. Todos os finais de ano, existem, portanto, desde o Século XIX viragens económicas – encerra-se um ciclo económico e abre-se o seguinte.
Também ainda não conseguiu entender que, com ele, o Gaspar e o putativo Portas, o ano económico que se segue é sempre pior do que o fechou, por muito mau que este seja.







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