diz ele.
Às tantas, após o que pareceram horas do seu mais chato e pernóstico discurso da época – o que não é dizer pouco – Paulo Portas afirmou: …”não serei exaustivo, mas…” e continuou.
Continuou. Interminável, irrelevante, demagógico, beato. Os canais noticiosos, abjectamente servis, transmitiram, integralmente e em directo – da sede do CDS, com direito a sigla no canto superior direito, onde costuma estar sinalizado o carácter violento ou pornográfico de um conteúdo – esta imensa homilia. E, no momento em que vos escrevo, continuam a transmitir. E o homem vai-nos garantindo que o CDS é a porção de paraíso do governo. Vem-me à memória aquela frase de Russel: “Não tenhas inveja daqueles que vivem num paraíso de tolos, pois apenas um tolo o consideraria um paraíso”.








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