Um importante contributo para este imperativo nacional de mal-dizer é-nos dado pelos Repórter Estrábico, com o tema “Biltre”, que podem ouvir na íntegra em Adenda: 701 insultos
Biltre, Repórter Estrábico
Portugal não é a Grécia nem a Irlanda!
Para espanto dos analistas (?), em final do programa da ‘troika’, a Irlanda entrou, de novo, em recessão. Lá vai o Professor Doutor Maduro, assistido pelo imberbe Lomba, ter de explicar que Portugal não é a Grécia nem a Irlanda. Afinal somos o quê?
Todos sob escuta?
Depois do pau…
… a cenoura (mas só depois de meia Europa estar longamente hipotecada).
Afinal era um fardo para os contribuintes
Serão os accionistas dos bancos e os credores a pagar por futuras crises bancárias, e não os contribuintes como tem acontecido
No mundo bizarro do sistema bancário isto é uma novidade. Os responsáveis europeus, depois de anos a salvar bancos falidos, muitas vezes vítimas de crimes cometidos pelos seus próprios administradores, chegaram à conclusão que os cidadãos têm, de alguma forma, ser protegidos. Óptimo!
A Acta dos Professores (iv): quem perde
O tempo vai passando e os olhares que se cruzam são de satisfação, são de dever cumprido. Claro que também se junta
uma sensação de alívio porque não era fácil continuar a GREVE às avaliações que se manteve muito perto dos 100% até terça-feira.
Do que tenho lido e ouvido há algumas questões colocadas em cima da mesa que nunca estiveram em discussão, pelo menos no âmbito da luta do mês que agora termina.
Da parte dos docentes contratados até se conseguem queixar do facto da palavra contratados não aparecer na acta. Pergunto:
– quando se consegue que a DT continue na componente lectiva, estamos a garantir o quê?
– quando se consegue que as cinco horas entrem apenas na componente individual, estamos a defender o emprego de quem?
No caso dos docentes que pertencem aos Quadros de Zona Pedagógica existe uma outra questão, bem complicada. [Read more…]
Crato: com ou sem polícia?
Vai ou não entregar a gravação audio da reunião com a FENPROF?
Greve Geral
Estou neste momento no piquete dos STCP, em Francos, no Porto, a contribuir para o sucesso de uma Greve Geral que se quer enorme. Estamos cerca de 150 pessoas, não saiu qualquer autocarro, mas os motoristas com quem falei afirmam que a pressão é enorme dentro da empresa.
Estamos cá desde as 23:50 e os trabalhadores são unânimes ao queixarem-se dos motoristas escolhidos para cumprir os serviços mínimos: os contratados.
O elo mais fraco, pois claro. Uma noite longa pela frente de nós todos e de outros que queiram juntar-se. Até agora, não saiu qualquer autocarro.











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