Estava escrito nas estrelas: se cada ataque a uma mesquita é uma medalha no peito dos três canalhas franceses que mataram no Charlie Hebdo, e portanto um acto de alguém que fica abaixo do nível deles porque ainda por cima lhes faz fretes, os nossos filhosdaputa não iam descansar enquanto não fizessem das suas:
O ataque à Mesquita de Lisboa tem um detalhe muito luso: a ignorância. Em 1143 não se fundou Portugal, que o parto já vinha de traz trás e foi arrastado, e mesmo dando importância a um tratado que nem existiu teria sido assinado com o primo do Afonso Henriques, coisa de católicos, não tem nada que ver com mouros.
É no que dá umas décadas de historiografia fascista, que ainda não se apagaram.
Continuem a misturar os wahabitas, uma seita minoritária dentro do islamismo, com todos os muçulmanos, e quando acordarem depois de uma noite de cristal queixem-se.
Via 31 da Armada, nem toda a direita portuguesa é estúpida, não senhor.
Adenda: “Ironia é vandalizar uma mesquita usando numeração árabe” – da página Yronicamente, Facebook.






Porque não contar, explicar-como-se-fossem-burros-que-efectivamente-são, a esta corja de idiotas, entre outros, o conto de Alexandre Herculano «O Bispo Negro»
Já desisti. Explicar a asnos o que é um moçarabe, que lhes correm genes árabes e berberes no ADN, etc etc, é escusado. São asnos, só entendem urros de jumento.
Um moçárabe é um cristão que vivia debaixo do governo árabe no al-andaluz.Um moçarabe não é arabe.Um moçárabe é um nativo da peninsula ibérica á chegada dos árabes que ficou em território ocupado por estes.Muitos moçárabes eram indivíduos livres que não fugiram para norte durante a ocu+ação árabe.Havia outros moçárabes que eram escravos dos arabes que eram capturados no norte da peninsula cristão e eram trazidos para o sul como escravos.Acho que era isto que você queria dizer a não ser que esteja completamente errado.
Não vivia debaixo, porque o islão foi quase sempre tolerante em relação aos cristãos. Fugir para o Norte, fugiram meia-dúzia de senhores da guerra, não fugiu população, o ermamento nunca existiu.
E escravos vítimas da guerra houve de ambos os lados, sendo reduzir as guerras desse tempo a uma questão religiosa não faz sentido, tanto mais que houve alianças entre senhores cristãos e senhores islâmicos, basta ver como foi conquistada Silves.
Nem falamos de árabes, que só mais tarde vieram para a península, mas sim de berberes, com os quais a nossa relação e consanguinidade é bem anterior aos islamismo.
Os moçárabes são cristãos e não berberes ou árabes.Estamos a misturar o califado de Córdoba ou os reinos taifas e reinos cristãos com credos religiosos ou você considera Sisnando Davides árabe ou berbere?Quanto aos moçárabes considerados martires no al-andalus foram martirizados por quem?por marcianos?E as insurreções moçárabes em Córdoba,Toledo etc foram efectuadas contra quem,contra os Russos talvez?Existem várias fontes moçárabes é só consulta-las.Ora chamar arabes ou berberes aos moçárabes é um disparate tão grande como os americanos acharem que Portugal é Espanha.
Ninguém disse que os moçárabes eram árabes. Ou berberes. E Sesnando era provavelmente judeu, de origem. O facto de ao longo de séculos terem existido conflitos entre moçárabes e muçulmanos foi tão vulgar como os existentes entre moçárabes e cristãos, até a nova ordem religiosa ter sido imposta na Península.
quase todos somos contra a islamofobia,mas existem sempre uns estupidos(sempre os mesmos) que repetem ate á nausea os mesmos argumentos:fechar fronteiras e introduzir a pena de morte…e o problema esta resolvido.
Credo. Um prof, ainda por cima de Coimbra, cometer um erro grosseiro destes… vai lá vai.
Castigo: escrever 50 vezes a terceira pessoa do presente do indicativo do verbo trazer
Obrigado pela revisão do texto. Quanta a essa “de Coimbra”, sou um mero zeco obrigado a cumprir outra ortografia em part-time, logo cada vez mais baralhado.
“quando acordarem depois de uma noite de cristal queixem-se.”
“estamos a trazer uma potencial ameaça para a nossa vida!
Cuidem-se!” (Gustavo Santos)
— Só bons conselhos… Afinal resultou. O medo anda aí…
As guerras andam aí, esta e a da Ucrânia. É sabido que as crises do capitalismo acabam sempre assim.
Nem mais… Sacanas dos capitalistas!
Capitalismo, escrevi eu, sistema económico e social, que quando tem crises de superprodução precisa de destruir forças produtivas. Capitalistas é outra coisa, são pessoas.
JJC… De certeza que os palermas que escreveram 1143 na mesquita tiveram isso em conta…
Agora que o grafiti é elevado à categoria de “ataque” vai ser fácil vencer o “Estado Wahabita” com sprays coloridos…
Essa nem teve piada: isto é uma pichagem. Graffiti é outro campeonato.
Também é verdade. O hardware é o mesmo mas o software é diferente.
1143+skinheads=marine le pen.
Não entendi. Quer dizer que o que é nacional é bom?
Na verdade, a numeração é hindu:
Foda-se.
Vão mas é subscrever o Charlie Hebdo. Pelo menos por um ano. E quem não tiver dinheiro, roubem-no das livrarias e quiosques.
Salamaleques para todos.
É caso para se dizer: “p*uta que os pariu”(!), a toda essa essa gentalha fundamentalista! Sejam caricaturistas, jornalistas, ou quem quer que seja, não é licito aterrorizar, chacinar vidas humanas, motivadas pela divergência de opinião. VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO!
A LIBERDADE DE EXPRESSÃO levada ao extremo, estando sempre ‘no vermelho’, a ultrapassar os limites que a própria liberdade lhe dá, também dá origem a fundamentalismos….. e eles mesmos são fundamentalistas. O lucro assim impõe, quanto mais “extrema” for uma capa, mais vende. VIVA A LIBERDADE DE EXPRESSÃO mas…. que não seja para acionar o rastilho desta sociedade detonada. Não podemos dar mais armas aos fanáticos. A LIBERDADE DE EXPRESSÃO é fundamental, mas não queria que ela me ROUBASSE A LIBERDADE de cidadão e de ser vivo neste planeta cada vez mais pequeno e inóspito.
José Almeida, não posso deixar de lhe atribuir uma certa razão, até porque, nós pessoas racionais e civilizadas, consideramos a VIDA um BEM INESTIMÁVEL, e bem assim, amamos a vida!
Será que temos que ser mais castos e cautos na forma como nos expressamos, sob pena de nos aterrorizarem, ou como se costuma dizer: “limparem o sebo”, a nós e aos nossos?
Entretanto os “psicopatas” vão chacinando vidas humanas, por considerarem que estas últimas desrespeitam, ou não seguem as suas convicções.
Certo!?…Então como fazer face a esta “gente alucinada”?
Os psicopatas não são só “meia dúzia” de islamistas radicais. Eles mataram recentemente na Noruega, é “normal” nos EUA, um indivíduo pegar numa arma a marcar colegas e professores sem motivo para tal. Quando os psicopatas usam máscara, já é fácil encontrar explicação. Isto não está certo. Até o Hezbolah e o Hamas já condenaram os atentados. A LIBERDADE DE IMPRENSA não deve despoletar o instinto do psicopata. Não sei como fazer face a está “gente alucinada”, mas combatendo e incriminando os muçulmanos, não será com certeza.