Depois da “Pátria onde Camões morreu de fome e todos enchem a barriga de Camões” (Almada), e da “Pátria onde Pessoa morreu de bêbado e todos se emborracham com Pessoa” (parafraseio meu, já velhinho), bem vinda será a Pátria onde Herberto morreu em silêncio e todos declamamos Herberto.
Pátria assim é mesmo de poetas, e escreve-se com letra grande.






Herberto Helder,Mario Cesariny,Alexande O´Neill,Luiz Pacheco…tanto livro para lêr,pensar e saber viver esta vida.
O homem pode ter sido uma sumidade, mas eu preciso de um tradutor…para além de me sentir estúpida! It is my fault!
Este comentário ficou no post errado!
… e somos o país que celebra no seu dia nacional um poeta, outros dirão que é a raça . mas isso não conta, e que utiliza a palavra «poeta» como forma de insulto