IEFP apagou 56,3 mil desempregados por mês desde o início do ano e 60 mil só em Junho

desemprego

O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), tutelado pelo Ministério do Emprego e da Segurança Social, “eliminou dos ficheiros” uma média de 56,3 mil desempregados por mês desde o início do ano; 60 mil em junho, mostra um estudo do economista Eugénio Rosa. Esta “limpeza” permite ao governo anunciar números de desemprego registado muito mais favoráveis, acusa. [d]

Comments


  1. Assim, não admira que os “VIGAROS” que nos desgovernam digam que não há desemprego…
    O que nos havia de calhar na porca da vida…
    E aparecem como se fossem “anjinhos”…

  2. Ana A. says:

    Há uma forma de repor a verdade dos números! Se cada desempregado “optar” por, em vez da fila da sopa, “subtrair” os bens de que precisa, poder-se-á assim contabilizar o desemprego não nos nºs do IEFP, mas nas ocorrências policiais…Para grandes males, grandes remédios!

  3. José Augusto says:

    A explicação reside em parte nos “contratos” estabelecidos entre desempregados e o IEFP convocados para formações vida activa de curta duração que são verdadeira farsas apesar o esforço dos formadores, contratos esses que uma vez assinados excluem automaticamente esses formandos das listas de desempregados embora lhes continue a pagar o subsídio se a ele tiverem direito. Na Rua Latino Coelho na Venda Nova onde existe um Centro do IEFP pode observar-se todos os dias, das 08:00h às 23:00h sem interrupção um autêntico “formigueiro” de vários milhares de pessoas nesta situação que ao que sei se repete um pouco por todo o País. Basta apanhar um comboio da linha de Sintra e descer nas estação da Reboleira às 7:55h às 10:55h às 13:55h às 16:55h e às 19:55h… e seguir em direcção à Venda Nova pela já referida Rua Latino Coelho. O mesmo se passa em Ranholas, Alcoitão, Queluz/Pendão etc uma cena impressionante de um corrupio de gente de todas as idades e com todo o tipo de formação académica ou falta dela e de todas as raças e etnias e classes sociais.

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  1. […] No fundo, no fundo, é um mistério o desemprego a baixar sem o emprego aumentar. Ou se calhar não. […]


  2. […] se coloca é em que outras contas públicas houve ordens de cima para as alterar ? Já sabemos das alterações quanto ao números do desemprego. E o que é que há quanto ao défice? E quanto à dívida pública? E quanto aos cofres cheios? E […]


  3. […] queda do emprego. O nível 1 trabalhou também os números do IEFP, nomeadamente a questão da limpeza do número de inscritos no centro de emprego. O nível 2 tratou de fazer os anúncios em opinião e noticias. Neste aspecto, o Observador, mas […]

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