Sexo no elevador da Câmara de Braga

Que a Câmara Municipal da Braga sempre foi famosa pelos mais variados casos de promiscuidade já todos sabíamos. Relações sexuais num elevador é levar a coisa para outro nível. Vá lá que não custa um cêntimo aos contribuintes. Haja promiscuidade saudável!

Comments


  1. Eu cá por mim, sou fornicado todos os dias por este governo(?)
    E ninguém comenta nada.
    Ainda ontem (6/8/2015) no Hospital da zona Ocidental de marcaram-me uma Ressonância para 3 de Dezembro de 2015.
    É que estamos no inicio de Agosto…
    Digam lá se não é pior que copular num elevador da
    Câmara Municipal.


  2. Com o que roubaram ao ordenado dos funcionários públicos queriam o quê? Que alugassem um quarto? Com que dinheiro?


    • Xico:
      Podiam ir a uma consulta sobre a melhor maneira de praticar o acto sexual (fazendo de conta que não sabiam nada da função) e assim tinham direito a cópula para o médico ver e corrigir (eventualmente) e posteriormente pediam recibo para entregar na ADSE.

      Conclusão: Davam a KEKA eram “corrigidos” e quem pagava era a ADSE… seria só lucro.
      São jovens…não sabem nada…


      • Não me apetece corrigir as kekas dos outros mas sempre corrijo-lhe a graça: Quem paga a ADSE são os funcionários públicos e pelos vistos até sobra para outros gastos. Julgo que deverá ter idade suficiente para já saber disto!


  3. Atenção ao constante na notícia:
    “(…) Nesse edifício funcionam todos os serviços da Autarquia menos a presidência. Depois de obras de restauro e ampliação, o espaço ficou com dois elevadores: um para todos os funcionários e outro que funciona com uma chave e que é de uso exclusivo do vereador do Urbanismo e alguns funcionários devidamente autorizados. Terá sido neste elevador que o casal foi encontrado.(…)”
    -Ora bem! Algo me leva a crer que os envolvidos não tiveram um azar do caraças, mas sim, que, propositadamente os quiseram, digamos que, tramar; ainda que, este incidente seja com efeito um atentado ao pudor para os invejosos e/ou mal amados, perdão(!), durante o horário de trabalho.
    Ainda que haja “coisas” que não têm espera possível, convenhamos, há que ser-se mais comedido em público, não é verdade?


    • Mas não foi em público! Querem ver agora que se alguém me assalta o elevador, perdão, o quarto, ainda tenho de pedir desculpa ao ladrão que ficou a ver? A verdadeira questão aqui não é o amor entre funcionários mas a discriminação de um vereador ter um elevador exclusivo, também pago pelo erário público.

  4. Eu Mesma says:

    Já dizia o outro, faça amor, não faça a guerra, mas quer dizer, usar um elevador custeado pelo erário público para os requebros carnais é um bocado estranho, não dava para irem a um motelzito simpático? Volto a dizer, muita felicidade, muitos orgasmos para o ousado casal, que pelos vistos não está envolvido nem em corrupção, nem em desvio de dinheiros públicos nem em peculato, mas era mesmo preciso fazerem o truca-truca sabendo que existia a hipótese de serem apanhados? E já agora, um elevador num edifício de dois andares?… Quanto ao facto de quem invocar atentado ao pudor ser “invejoso” ou “mal amado”, nem sempre será o caso, apenas a pessoa pode ter os seus valores e princípios e não querer levar com o espectáculo de dois funcionários públicos a misturar bacalhau com chouriço em pleno horário de trabalho e num local pago com os impostos dos bracarenses. Já diziam os meus avós, dentro das quatro paredes do quarto, cada um faz o que lhe apetece e eu não tenho nada a ver com isso. E “não ter nada a ver com isso” inclui o direito de se recusar a ser espectador de sexo ao vivo.


  5. Ai os segredos dos elevadores da rua Prof. Gomes Teixeira. Com o Paulinho e o Pedrinho e com a sua vontade diária de fod…. os portugueses, não sei não, tudo pode acontecer.
    As caras deles no fim das reuniões semanais, aparentam cansaço e…. felicidade.
    E então a maneira como se olham, é de desconfiar!!!!!!

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