Economia planificada

O preço do socialismo é elevadíssimo, pelo menos na Venezuela…

Os cabecilhas do PàF

texto de Carlos Reis@A Estátua de Sal

Dia Mundial da Fotografia

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Nunca como hoje se produziu lixo informático. Fotografia é algo diferente.

Licínia vive aqui

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(c) Daniel Rocha/Público

Dividir para reinar e ganhar eleições

Triunvirato

Estes não estão uns contra os outros. Já estiveram mas agora têm uma relação bem disposta

Na reetrée política do PSD, o senhorio do anexo que garantiu os deputados que permitiram a Pedro Passos Coelho afundar o país em precariedade afirmou que a coligação “não porá os portugueses uns contra os outros“. Talvez Paulo Portas ande distraído, nomeadamente no que diz respeito à escolha de Carlos Peixoto para cabeça-de-lista pelo distrito da Guarda, o tal que diagnosticou um Portugal “contaminado” pela “peste grisalha. [Read more…]

Ecos da destruição do planeta

Percebes que o planeta está em apuros quando uma baleia quase sucumbe às garras de um saco de plástico e é salva por pescadores. Parece tirado de um filme mas aconteceu mesmo, na Austrália. A baleia agradeceu mas o Homem continuará em guerra aberta a todos os animais. A sua espécie incluída.

Postcards from Scotland #4 (between Glasgow and Aberdeen, by train)

«Tenha um dia bonito», disse-me o condutor do autocarro, em português

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As férias estão oficialmente interrompidas até sexta-feira. Quanto aos postais, não tenho a certeza, já que creio que o que acontece num congresso de sociologia rural interessará pouco aos que não tiverem este assunto como objeto de estudo. Claro que num congresso – mesmo que seja de sociologia rural – acontecem mais coisas para além do congresso. Mas, ainda, assim, veremos se haverá material não académico suficiente para escrever postais.

Por falar em escrever postais, hoje ao meu lado no comboio que me trouxe de Glasgow para Aberdeen (a cidade ‘between Don and Dee’) uma rapariga escrevia postais para alguém na Hungria. Lembrei-me que tenho de escrever um postal a sério para Itália. Devo esta carta ou este postal há mais de 4 meses e começo já a ficar envergonhada com a minha demora. É verdade que há sms, emails, telefonemas, e talvez por isso, porque essas coisas são rápidas e usamo-las logo ali, no momento em que nos apetece ou temos um bocadinho de tempo. As cartas e os postais, sobretudo escritos à mão e numa língua diferente da minha, ainda que a mais bela do mundo, levam tempo a escrever. Levam mais cuidado a serem compostas, trabalhadas, palavra a palavra, com a caneta sobre o papel – branco, geralmente. Mas vejo a rapariga escrever postais e lembro-me disto. Tenho de comprar um postal aqui em Aberdeen ou depois em algum outro local e escrever, com vagar, a quem devo carta. Gosto, além do mais, da expressão ‘devo carta’. Devo carta, e cuidado e tempo a uma pessoa, portanto. Uma pessoa que conheci noutra viagem, que fala a língua mais bonita do mundo (à parte o napolitano, claro) e que vive num país bastante mais quente do que este onde agora me encontro.

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