18 755 votantes, 83 244 votos. Este é que é o verdadeiro milagre.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
18 755 votantes, 83 244 votos. Este é que é o verdadeiro milagre.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Sempre a favor da desmontagem de uma falsidade-erro de contas do CM de hoje (deve ter sido da pressa, porque os resultados só foram divulgados cerca das 3 da manhã).
Ao autor do post ficava-lhe bem ter dito que os 86,13% de votos em BdC não correspondem a 86,13% dos sócios que tinham as quotas de Fevereiro em dia (cerca de 43.600), mas sim a um número bem inferior, visto que houve sócios votantes com direito a mais que um voto. Exemplos? Um para amostra: Jorge Jesus, com 40 anos de inscrição, tinha e tem direito a 11 votos.
Declaração de interesse: não era nem podia ser sócio votante.
Sempre a favor da desmontagem de uma falsidade-erro de contas do CM de hoje (deve ter sido da pressa, porque os resultados só foram divulgados cerca das 3 da manhã).
Ao autor do post ficava-lhe bem ter dito que os 86,13% de votos em BdC não correspondem a 86,13% dos sócios que tinham as quotas de Fevereiro em dia (cerca de 43.600), mas sim a um número bem inferior, visto que houve sócios votantes com direito a mais que um voto. Exemplos? Um para amostra: Jorge Jesus, com 40 anos de inscrição, tinha e tem direito a 11 votos.
Declaração de interesse: não era nem podia ser sócio votante.
Milagre seria, se o autor do post tivesse pensado um bocadinho.
Então, não sabe que um só sócio, dependendo do nº de anos de inscrição, pode ter direito a mais que um voto?
E, por isso, pode acontecer que o úmero de votos seja largamente superior ao número de sócios que votaram?
O autor do post sabe que os sócios mais velhos têm direito a mais votos. Por saber é que escreveu o post. Ironia, já ouviu falar?
Os clubes de futebol são instituições como um sistema eleitoral tão evoluído que até a democracia americana seria mais fácil de explicar!
É isso. Um sócio, um voto. Um sócio, 5 votos. Todos diferentes, todos iguais. Olha se se lembram de fazer isso nas eleições legislativas.
Escrever o post, sem a explicação que veio a dar, pressionado pelo artigo 20º do estatutos do SCP, é o mesmo, na minha opinião, que atirar uma atoarda para o ar, como fez o CM de hoje ao referir os mesmos números, SEM OS EXPLICAR.
Giro mesmo foi falar no milagre…
Qual é o clube de futebol que não tem normas idênticas a esta, pode apontar um que seja?
E que mérito têm as eleições legislativas, nesta matéria, onde o eleitor é chamado a escolher sujeitos que os dirigentes do partido “impingem” aos eleitores, segundo uma certa ordenação pré-escolhida, conforme a relação de forças do momento?
Não me diga que prefere.
Futebol Clube do Porto, já ouviu falar? Um sócio um voto. Seja sócio há um ano seja sócio há trinta anos.
Sim, já ouvi falar no Futebol Clube do Porto.
“Um sócio um voto. Seja sócio há um ano seja sócio há trinta anos.” Está, sim, no artigo 26º dos estatutos, que são consultáveis “on line”: http://www.fcporto.pt/pt/clube/Documents/Estatutos%20FC%20Porto.pdf.
Não sabia, agradeço.
Mas olhe que, na questão das eleições legislativas, nem sequer há associados a pagarem quotas ao clube, a não ser “a posteriori”.
Saiba que, entretanto, me vi confrontado com uma alteração ocorrida em 2015 (há cerca de dois anos, portanto).
Fiquei a saber que, por deliberação de uma assembleia geral extraordinária de 26 de Março de 2015, “foi aprovada a mudança de um para cinco anos de filiação mínima para um candidato aos órgãos sociais e, quem quiser ser presidente, terá de ser sócio há dez anos, de forma ininterrupta.”
Fonte: http://www.maisfutebol.iol.pt/estatutos/liga/fc-porto-mandato-presidencial-passa-a-durar-quatro-anos.
Pelos vistos, decidiram arrepiar caminho e seguir os bons exemplos alheios. Estou certo ou estou errado?
Um único candidato há trinta anos Orlando. Este sistema eleitoral foi incluído no artigo 20, ponto 3 no sentido de evitar que apareça como candidato um maluco qualquer com terceiras intenções munido de novos associados para o eleger e ter carta branca para destruir a Instituição. A explicação é simples.
Ao Sporting falta-lhe um Presidente que perceba de “fruta”, mas da boa, seja ela nacional ou estrangeira, nomeadamente como levá-la à porta dos seus “clientes”, caso contrário nunca seráo campeões nacionais de futebol.
Se Madeira Rodrigues este homem, e eu até teria votado nele:
https://m.youtube.com/watch?v=W1i4T30biGM
Assim, fiquei por casa, à espera que haja um milagre, venha ele da Teodora ou da Lúcia.
O conteúdo do post tem a ver com o facto de, no Sporting, 1 sócio não corresponder a 1 voto. Apenas isso. Se quer desconversar, procure outro sítio por favor.
Agradecia-lhe que não voltasse a comentar os meus posts.
Acho que devia ser um sócio, um voto, como é no Porto e não é no Sporting nem no Benfica. Nunca concordei.
E também acho que todos os sócios deviam poder concorrer aos órgãos sociais, independentemente do tempo de filiação. E se Porto, Sporting ou Benfica impõem limitações, acho mal, embora neste caso compreenda a razão.
Luís Filipe Vieira chegou a ser sócio dos 3 grandes em simultâneo, segundo o próprio era sócio do Sporting para usar a piscina, do FCP não sei as razões…
E sem limitações, infiltrar 500 ou 1000 votos não será muito difícil. Não conheço uma única eleição no Sporting em que o vencedor tenha tido menos votantes e mais votos. Mas sim, pode acontecer um dia destes, mais eleição menos eleição. Uma solução poderia limitar a participação a quem tiver 2 anos de filiação e quotas em dia. Este último pressuposto já é obrigatório. Seria assim mais difícil uma eventual tomada do clube por compra de votos…
Então só ganha quem os velhos quiser. Rica Democracia.
Atenção à “democracia” que veio trazer para esta discussão: a qualidade de sócio que se funda no dinheiro nada tem a ver com “democracia”. É assim nos clubes desportivos e, já agora, também nos condomínios.
A “democracia” é outra coisa.
“Uma solução poderia limitar a participação a quem tiver 2 anos de filiação e quotas em dia. Este último pressuposto já é obrigatório. ”
Eu só conheço o nº 3 do artigo 20º dos estatutos do Sporting, que exige a qualidade de sócio do Clube há “pelo menos doze meses ininterruptos e que tenha, de acordo com a lei, atingido a maioridade.” A regra do ano consecutivo prévio é comum a outros clubes.
Dois anos prévios, para quê? Para limitar o número de assaltantes (aos velhos)?
E então? Não seria esse um sinal de vitalidade?
Porquê sócios tidos como vitalícios e donos de votos?
Daqui a nada vão todos chegar à conclusão que os clubes deveriam ter “Primárias” em que qualquer pessoa, mesmo não sendo sócia do clube em questão, poderia votar, bastando para isso que se comprometesse não ser sócia doutro clube. Aliás, o que não faltam para aí, são clubes presididos por homens, que até são doutros clubes desde pequeninos.
HOMENS! O que eu fui dizer. A Liga deveria também, já agora, obrigar a 50% de quotas de mulheres na presidência dos clubes da primeira Liga, para cumprir a regra da inclusão!
A “isto” chama-se democracia. Sempre pensei que democracia fosse, um eleitor, um voto. Só na tropa é que a antiguidade era um posto.
Fado (ou fome?), futebol e Fátima?
Quanto é que embolsa por época o Jajuzze? E paga impostos sobre o que recebe?