O irrevogável Sérgio Moro

Fotografia: Patrícia de Melo Moreira/AFP@O Globo

Em Junho de 2017, o juiz Sérgio Moro, próximo Ministro da Justiça do Brasil, deu uma entrevista ao Expresso:

Que vai fazer quando acabar a ‘Operação Lava-Jato’?
Satisfaço-me com pouco. Continuarei a trabalhar como magistrado. Não comecei com este caso, já tive outros processos relevantes e a vida de magistrado me dá satisfação profissional. Não preciso de estar na ribalta.

Mantém que não vai entrar para a política?
Sim, já repeti várias vezes. Não existe nenhuma possibilidade.

Nunca diga nunca é o ditado.
Não tenho nada contra a política, é uma profissão nobre e não nos devemos desiludir por eventuais agentes não honrarem esta atividade. Mas não tenho perfil profissional. Fiz outra escolha de vida.

Há coisas irrevogáveis, não há?

O estalinista, totalitário, e o fascista dentro do armário

Passei pela Geringonça e trouxe emprestada mais esta bela composição do Luís Vargas, que tendo já um mês de vida continua actual, porque vem precisamente a propósito de um dos grandes flagelos que o nosso país enfrenta, que é a sua estalinização e a instauração em curso de um regime totalitário, que teve início em Novembro de 2015.

Felizmente, e ao contrário daquilo que pretendem alguns messias do fundamentalismo evangélico-militar, este poderoso rolo compressor será sujeito a sufrágio dentro de um ano, altura em que as forças democráticas portuguesas, ou o que resta delas, terão a oportunidade de apear os perigosos comunistas que se apoderaram da nação. [Read more…]

Tolerância Zero

A sugestão de Karl Popper, contra os tempos sombrios que se anunciam.

É o politicamente correcto

Que abre portas aos Bolsonaros e afins. Desta vez estou de acordo com Manuel Alegre...