Bons misteres

Deve haver muito poucas “profissões” mais fáceis que ser “fazedor” de programas eleitorais do PS. Aquilo é um “descanso”. É só repetir as promessas que se fizeram nas eleições anteriores (eles nunca cumprem uma) e acrescentar “desta vez é que é”.

Fado tropical

Foto: Eco

Nós somos um País abençoado. Algumas vezes nem percebemos a sorte que temos.

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Quereis os *contatos da entidade licenciadora?

Let me have the song of the kettle;
And the tongs and the poker, instead of that horse
That gallops away with such fury and force
On this dreary dull plate of black metal.
Wordsworth

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Com certeza. Ei-los.

Quando? Hoje.

Onde? No sítio do costume.

Siga.

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O caos nas urgências

Em Portugal as urgências estão, segundo se pode ler nos jornais e ver nas televisões, um caos. Por acaso, ou não, em Espanha está a acontecer o mesmo. E noutros países europeus, idem.

AD????

Os fundadores da AD, a verdadeira Aliança Democrática, estão a dar voltas no caixão….

FC Porto: O milagre da dívida

Em entrevista na SIC a 21 de Novembro, Jorge Nuno Pinto da Costa anunciou que até ao final de 2023 a dívida do clube iria descer significativamente, ao ponto de os capitais próprios passarem a positivos.

Estamos em Janeiro de 2024, alguém sabe de alguma novidade quanto a esta matéria? A SIC já lhe foi perguntar? O Polígrafo já entrou em acção?

“O trabalho da esperança: razões para um voto”

“Nas próximas eleições legislativas, no dia 10 de março, votaremos na CDU. Não somos militantes do PCP nem do PEV e não partilhamos todas as suas posições. Mas sabemos da importância e seriedade das suas propostas em áreas fundamentais. Propostas que enfrentam interesses entranhados, do imobiliário à banca, e que são feitas em nome de um país que se quer solidário e autónomo. Para combater o crescimento das desigualdades e a diminuição da participação democrática, é preciso dar um voto de confiança aos que aliam a questão social e a questão ecológica: fim do mundo, fim do mês, a mesma luta.”

O resto do texto pode ser lido e subscrito no site da Iniciativa dos Comuns

Para os “whataboutistas” que agora já não o são

@CNNPortugal

“Atão”? Onde está esse desejo tão, tão piedoso que rogava aos Ucranianos que se rendessem para evitar um “banho de sangue” e para que a paz pudesse regressar?

Nem que para isso, a Ucrânia tivesse de se submeter, aceitar resignadamente as ocupações consumadas e comprometer-se a desistir definitivamente de outras aspirações.

Porque e como “juravam a pés juntos”, só, só, mas mesmo só lhes interessavam a paz e o respeito pelas vidas humanas.

O mais interessante já nem é a completa ausência de qualquer coisa que se assemelhe com honestidade, dignidade ou coerência. A isso, vocês já nos habituaram. Não, o mais interessante é mesmo o facto ostensivo e incontestável de nenhum de vocês conseguir sequer ter um “mícron” de lucidez que vos permita perceber que a vossa cegueira ideológica já não é só patética. Passou (há muito) a ser anti-humanidade. Os gajos do “Chega” são uns “bem-intencionados” em comparação convosco.

E continuo, apesar de tudo, a opor-me à ilegalização dos partidos comunistas e coisas do género. Apenas defendo que sejam considerados sem atenuantes falsas e hipócritas, sem “double standards” e exactamente pelo que realmente são: a escória das escórias.

Os partidos comunistas não podem continuar a ser normalizados como ainda o são. E o mesmo se aplica aos outros vigaristas intelectuais que sendo “iguaizinhos” por dentro, agora se anunciam como sociais-democratas “desde pequeninos”.

Reatores nucleares na zona do Tsunami

Reatores em operação são apenas os indicados a vermelho no oeste do Japão, na zona do tsunami de hoje:
– 2 em Oi;
– 3 em Takahama;
– 2 em Genkai.
Em Oi e Takahama os muros anti-tsunami foram aumentados de 5m para 8m depois do acidente de Fukushima. Genkai tem um desnível para o mar de 11m.

O Museu da Mota Engil

 

Cá no burgo o actual governo desmantelou a administração do património cultural (se fez o que fez à área da saúde, do ensino, das forças de segurança e da justiça…..). Os recursos financeiros para os arquivos, bibliotecas, museu e monumentos são cada vez mais escassos. Não há dinheiro, dizem. A sério? Mas eis que de repente aparecem 34 milhões de euros. Para um Museu. Fiquei esclarecido.

“Para Angola, rapidamente e em força!”, alguém disse.